BrasilAgro vai produzir sementes de soja no interior da Bahia
A BrasilAgro (AGRO3), especializada na compra e venda de propriedades rurais e na produção de alimentos, fibras e bioenergia, investiu R$ 4 milhões para produzir sementes de soja na Fazenda Chaparral, em Correntina, interior da Bahia. A construção da unidade de beneficiamento começou em novembro do ano passado e acaba de ser concluída.
A estrutura terá capacidade de processar até 7,5 mil toneladas de sementes de soja por hora e irá reduzir em até 40% a necessidade de compra da companhia.
“Investimentos em estrutura e novas tecnologias são essenciais para avanços no campo e resultam em uma produção mais eficiente. Para produzir alimentos com responsabilidade, precisamos desenvolver nossas operações diariamente”, avalia André Guillaumon, CEO da BrasilAgro.
A soja é principal cultura cultivada pela BrasilAgro nos cinco Estados em que atua no Brasil, atingindo na safra 2021/22 quase 200 mil toneladas do grão. Para o ciclo produtivo atual, a companhia projeta atingir 204 mil toneladas de produção da oleaginosa.
“Produzir internamente representa maior eficiência, redução de custo, e um ganho de qualidade, já que poderemos beneficiar as sementes seguindo o padrão de qualidade operacional da BrasilAgro”, diz Weliton Ferreira, Analista de Sementes da BrasilAgro.
A Fazenda Chaparral foi escolhida para receber a sementeira devido a sua posição estratégica na região do Matopiba. Além da Bahia, o portfólio de propriedades conta com mais de 275 mil hectares de terras. Além do Brasil, a BrasilAgro também opera em fazendas do Paraguai e Bolívia.
0 comentário
Preços da soja têm semana mais curta, mas de preços subindo no Brasil e bom avanço das vendas com apoio do câmbio
Expectativa de compras chinesas sustenta altas para os futuros da soja em Chicago nesta quinta-feira
Soja amplia ganhos na Bolsa de Chicago com valorizações nesta quinta-feira
Produtos do esmagamento de soja ampliam diversificação de mercados e geração de valor na cadeia agroindustrial
Soja volta a subir em Chicago nesta 4ª feira e, combinada com alta do dólar, puxa preços no Brasil
Julho chega com "Weather Market" definitivo: Clima nos EUA assume o controle dos preços na Bolsa de Chicago