Soja sobe forte nesta 2ª em Chicago, se apoiando nas preocupações com o clima no Corn Belt
![]()
A semana começou com boas e novas altas sendo registradas pela soja na Bolsa de Chicago na manhã desta segunda-feira (21). Por volta de 7h40 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 20,75 e 24,50 pontos, com os preços já buscando os US$ 14,00 por bushel. O novembro tinha US$ 13,77 e o maio, US$ 13,90.
Entre os derivados, altas de quase 2% no farelo e de 1,2% no óleo de soja, além de ganhos sendo observados também nos futuros do milho, fatores que favorecem para o suporte ao grão neste início de semana.
"A semana começa com mais notícias de restrição à oferta. Nos EUA, o clima quente e seco para 15 dias na reta final da seoja vai reduzir muito a possiblidade de elevação na produtividiade para o relatório de oferta e demanda de setembro", explica Eduardo Vanin, analista de mercado da Agrinvest Commoditires na manhã de hoje em seu boletim diário.
O mapa abaixo, do NOAA - o serviço oficial de clima dos EUA - mostra que os próximos cinco dias serão praticamente sem chuvas no Corn Belt, onde se aponta esta mancha branca no centro da imagem.
A imagem seguinte, para os próximos sete dias, sinaliza condições semelhantes, mas com alguns melhores - porém, ainda bem baixos - volumes em estados como Nebraska, partes de Iowa e do Missouri.
Nas previsões mais alongadas, também do NOAA, os períodos dos próximos 6 a 10 e 8 a 14 dias deverão ser de temperaturas acima da média em todo o Corn Belt.
Veja como fechou o mercado na semana passada:
0 comentário
Soja inverte o sinal, fecha positiva e estabelece tendência de alta em Chicago com clima preocupando nos EUA
Soja testa os dois lados da tabela e volta a testar leves altas em Chicago nesta 3ª feira (7)
Soja em Chicago estende ganhos após disparar 4%; mercado monitora calor agressivo nos EUA e compras da China
Royal Rural: China começa a comprar soja americana
Soja fecha com quase 4% de alta em Chicago alerta sobre clima quente e seco no Corn Belt; BR acompanha
Soja intensifica ganhos e tem quase 4% de alta em Chicago com calor intenso e chuvas escassas preocupando no Corn Belt