Soja: Ainda lateralizado, mercado testa ligeiras perdas em Chicago nesta 3ª feira
![]()
Nesta manhã de terça-feira (31), os futuros da soja seguem operando do lado negativo da tabela, com apenas ligeiras perdas nos contratos mais negociados. Assim, por volta de 7h10 (horário de Brasília), as cotações recuavam entre 2,50 e 3 pontos nos contratos mais negociados, levando o novembro a US$ 12,80 e o maio a US$ 13,33 por bushel. Ao contrário de ontem, nesta terça sobe o farelo e recua o óleo na CBOT.
O clima na América do Sul ganha cada vez mais espaço no radar dos traders e as previsões sinalizando melhoras nas condições, em especial do Centro-Norte do país, têm pesado sobre os preços já desde ontem.
"Os modelos estão errando muito, para mais e para menos. Ontem, em conversa com alguns produtores de Mato Grosso sobre a rodada de chuvas do final de semana, relatos de volumes e cobertura muito acima do previsto", explica o analista de mercado Eduardo Vanin, da Agrinvest Commodities. E mais chuvas estão previstas para o estado, bem como a continuidade delas para o Sul do Brasil, o que, neste caso, é ruim para o plantio 2023/24.
Ainda segundo Vanin, outro fator negativo para os preços da soja é o aumento do número de casos de Peste Suína Africana no norte da China, bem como "trigo barato no mercado e dados ruins da economia chinesa. As margens dos suinocultores na China continuam muito pressionadas, exatamente em um momento em que se espera recomposição do caixa", diz.
Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:
0 comentário
Com Chicago e dólar "estáveis", produtor aproveita momento para tomar decisões, principalmente da safra nova
Soja ainda sobe levemente em Chicago nesta 6ª, se recuperando das últimas baixas
Soja volta a subir em Chicago nesta 6ª, com petróleo em alta e ajustes de posições; portos do BR estáveis
Soja em Chicago, prêmio e dólar em queda nesta 5ª feira pesam sobre preços e novos negócios no Brasil
Soja segue em queda na Bolsa de Chicago nesta 5ª, acompanhando baixa dos grãos
Soja tem dia de queda em Chicago com movimento puxado pelo recuo do óleo de soja