Preços do açúcar ampliam baixas da sessão anterior na manhã desta quinta-feira (03)
![]()
Na manhã desta quinta-feira (03), os preços futuros do açúcar voltavam a registrar leves baixas nas bolsas de Nova York e Londres. Na sessão anterior, os adoçante contabilizou perdas por conta das projeções de chuvas para o Brasil, que devem chegar na próxima semana para áreas produtoras de cana-de-açúcar.
Por volta das 8h40 (horário de Brasília), na Bolsa de Nova York o contrato março/25 caía 0,08 cents, com preço de 22,60 cents/lbp. O maio/25 perdia 0,06 cents, com valor de 21,09 cents/lbp. O julho/25 estava cotado em 20,12 cents/lbp, redução de 0,04 cents. O outubro/25 valia 19,86 cents/lbp, com baixa de 0,02 cents.
Em Londres, o açúcar branco contabilizava baixa de US$ 3,30 no contrato dezembro/24, que era negociado em US$ 570,70/tonelada, assim como mo maio/25, que estava cotado em US$ 576,90/tonelada. O maio/25 tinha baixa de US$ 2,10, com preço de US$ 571,80/tonelada. O agosto/25 valia US$ 557,00/tonelada, baixa de US$ 2,20.
Segundo o Barchart, as previsões de chuva benéfica no Brasil, o que aliviou as preocupações com a seca e desencadeou uma longa liquidação nos futuros do açúcar. “A previsão de seis a dez dias do Commodity Weather Group prevê chuvas generalizadas no Brasil”, destacou o site internacional.
Entretanto, a Reuters apontou que “os suprimentos no mercado local no Brasil também permanecem apertados, e chuvas consistentes são necessárias para melhorar as perspectivas de safra, de acordo com os negociantes”.
0 comentário
Açúcar encerra semana em baixa com perspectiva de excesso global de oferta
Vendas no Centro-Sul atingem 1,33 bilhão de litros nos primeiros quinze dias de janeiro
Exportações de açúcar fecham janeiro com queda de 27,2% no faturamento frente a 2025
Fixação de preço do açúcar do Brasil em NY atinge 38%, abaixo do ano anterior, diz Archer
Açúcar amplia perdas em NY e Londres com expectativa de excesso de oferta global
Centro-Sul deve impulsionar novo ciclo de excesso de oferta no mercado global de açúcar, avalia Hedgepoint