Futuros do açúcar passam a cair mais de 1%, mas ainda mantêm variação positiva na semana
![]()
Os contratos futuros do açúcar nas bolsas de Nova York e Londres registravam baixas superiores a 1% no final da manhã desta sexta-feira (01), após um início de dia com movimentos próximos da estabilidade. Porém, mesmo com as quedas, as cotações mantém uma variação positiva no acumulado desta semana.
Por volta das 11h50 (horário de Brasília), o contrato março/25 recuava 0,38 cents, sendo cotado a 22,36 cents/lbp. O maio/25 caía 0,32 cents, negociado a 20,73 cents/lbp. O julho/25 perdia 0,29 cents, com valor de 19,78 cents/lbp, enquanto o outubro/25 registrava uma queda de 0,26 cents, cotado a 19,53 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o dezembro/24 recuava US$ 9,60, sendo negociado a US$ 566,90 por tonelada. O março/25 caía US$ 8,70, cotado a US$ 576,50 por tonelada. O maio/25 registrava uma baixa de US$ 8,60, cotado a US$ 569,80 por tonelada, enquanto o agosto/25 recuava US$ 8,70, sendo negociado a US$ 551,00 por tonelada.
Durante esta semana, como destaca o Barchart, os preços do açúcar tiveram altas por conta da preocupação de que a previsão de chuvas pesadas para o Brasil possa atrasar a colheita de cana-de-açúcar do país e manter os suprimentos de açúcar apertados no curto prazo.
Entretanto, também existe a atenção para que essas chuvas são positivas para a recuperação dos canaviais, que tiveram problemas com o tempo seco neste ano. Outro fator baixista foi o pedido das usinas de açúcar da Índia ao governo para permitir que exportassem 2 milhões de MT de açúcar imediatamente devido ao excedente do país.
0 comentário
Açúcar cai mais de 1% em Nova Iorque e Londres com previsão de tempo seco no Brasil
Híbridos com biocombustíveis poluem menos que os elétricos, aponta Unicamp
Temporal arrasta carros e provoca alagamentos em São Paulo; chuva forte deve continuar na próxima semana
Produção de açúcar no centro-sul do Brasil cai 6% na 2ª quinzena de setembro, aponta governo
Açúcar sobe nas bolsas e volta a se aproximar das máximas recentes com temor de déficit global
Biometano da cana substitui diesel em mais de 70 caminhões que transportam açúcar até Santos