Preços do açúcar permanecem estáveis nesta 6ª feira, mas registram alta semanal de 1,5%
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Os preços do açúcar ficaram mistos, praticamente estáveis em NY e Londres, com pequenas na maior parte dos contratos mais próximos. Apesar da segunda sessão de queda, o mercado registrou um ganho semanal de 1,5% após duas quedas semanais sucessivas.
De acordo com informações da Reuters, os comerciantes disseram que a recente fraqueza dos preços do açúcar poderia incentivar as usinas brasileiras a considerar a redução da proporção de cana usada para fazer o adoçante.
Em Nova Iorque, o outubro/25 recuou 0,03 cent (-0,19%), cotado a 15,79 cents/lbp. O março/26 teve leve alta de 0,02 cent (+0,12%), negociado a 16,52 cents/lbp. O maio/26 perdeu 0,01 cent (-0,06%), encerrando a 16,13 cents/lbp, enquanto o julho/26 cedeu 0,03 cent (-0,19%), a 15,96 cents/lbp.
Em Londres, o outubro/25 caiu US$ 3,00 (-0,61%), a US$ 485,20/tonelada. O dezembro/25 surpreendeu com pequena valorização de US$ 0,20 (+0,04%), cotado a US$ 462,40/tonelada. O março/26 registrou leve recuo de US$ 0,10 (-0,02%), a US$ 455,10/tonelada, e o maio/26 caiu US$ 0,50 (-0,11%), negociado a US$ 454,20/tonelada.
Nesta sexta-feira surgiram mais informações sobre as exportações indianas, que pressionaram as cotações na última sessão. De acordo com a Reuters, Ashwini Srivastava, secretário adjunto do Departamento de Alimentos e Distribuição Pública da Índia, afirmou que o país terá estoques excedentes suficientes da commodity para permitir as exportações na temporada que começa em 1º de outubro.
A Reuters apontou que as exportações da Índia devem pesar sobre os preços globais, mas ajudariam o governo indiano a sustentar os preços locais do açúcar e a garantir que os agricultores recebam o preço mínimo pela cana vendida.
Na quinta-feira, a Reuters trouxe a informação de que a Índia deve permitir a exportação de 2 milhões de toneladas métricas de açúcar no ano comercial de 2025/26.
Além disso, a Indonésia suspendeu a emissão de licenças de importação de açúcar bruto para o resto do ano, disse o ministro do Comércio, Budi Santoso, nesta sexta-feira, depois que os produtores de cana-de-açúcar reclamaram das dificuldades de competir com as importações.
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