Fogo em canavial rende a usina multa de R$ 2,6 milhões

Publicado em 01/09/2010 07:49 448 exibições
Ao todo foram destruídos 600 hectares entre mata nativa, área de preservação ambiental, pasto e cana.
Uma multa de R$ 2,6 milhões. É o preço que a usina Virgolino de Oliveira, em Monções, terá de pagar pela queima ilegal de cana.

Segundo a Polícia Ambiental de Jales, essa é maior multa de queimada aplicada na região nos últimos dez anos.

Ao todo foram destruídos 600 hectares entre mata nativa, área de preservação ambiental, pasto e cana, além de 300 árvores das espécies aroeira, angico e ipê.

O incêndio começou em uma fazenda em Dirce Reis, que, segundo a polícia, está arrendada pela usina.

A queimada, que teve início na manhã de sábado, só foi controlada anteontem. As chamas se alastraram rapidamente e o fogo atingiu outras cinco propriedades rurais com plantações de cana.

De acordo com o tenente Renato de Oliveira Montanari, comandante do 2º Pelotão da Polícia Ambiental, em Jales, pelo menos dez animais que viviam nessas áreas morreram queimados. “Isso é um grande mal para a natureza e o homem”.

A usina Virgolino afirma que a fazenda arrendada não pertence à empresa.

Segundo o supervisor jurídico corporativo da usina, Fernando Carvalho, a polícia está enganada. “Não temos nenhum canavial nesta fazenda.”

Tanabi
Em Tanabi, um incêndio na tarde de ontem destruiu cerca de 90 hectares de pastagem da fazenda São Francisco de Assis. Metade da área total foi queimada.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o incêndio teria sido criminoso. As causas estão sendo investigadas.

Bombeiros, funcionários da prefeitura e da usina Guarani trabalharam cerca de cinco horas para conter as chamas.

Por pouco, o fogo não atingiu o gado. Os animais foram retirados do pasto e isolados em outra área da fazenda.

Fonte:
Rede Bom Dia

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