O agro não para! Como lidaremos com o problema da erosão, que continua?

Os prejuízos causados por solos mal conservados são enormes e giram entre US$ 12 a US$ 16 bilhões de dólares, mas grande parte desse prejuízo pode ser revertido ou evitado, já que a agricultura brasileira é uma das mais sustentáveis e conservacionistas do mundo.
Frente ao tamanho desafio de informar aos produtores rurais sobre as boas práticas de manejo do solo, o site Notícias Agrícolas, em parceria com a Embrapa Solos, realizou na útima quarta-feira (24/06), o debate "O agro não para! Como lidamos com o problema da erosão que continua?".
Confira a programação abaixo:
Abertura e apresentações: Daniel Olivi – Notícias Agrícolas
Pedro Luiz de Freitas - Os custos da perda de solo no brasil e o impacto econômico das tecnologias e das políticas públicas - Como será sua relação com solo e a água após a pandemia?
Mariane Crespolini dos Santos - Quais as políticas que o MAPA tem priorizado para uma agricultura mais sustentável?
Orlando Carlos Martins - A grande safra de grãos de 2020, o desafio do aumento da produtividade e a elevação dos custos com fertilizantes nos últimos anos. Qual a importância da construção do solo?
Opinião: Júlio Cézar Busato - Presidente da Abapa – Associação Baiana de Produtores de Algodão
Luís Prochnow - Construindo solos para a utilização adequada de nutrientes na busca da otimização da produção agrícola.
Opinião: Clorialdo Roberto Levrero - Presidente da Abisolo - Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal
0 comentário
Vacas de alta produtividade precisam de atenção especial na fase de secagem do leite
França oferece centenas de milhões de euros em ajuda a agricultores afetados por condições climáticas
Disputa sobre queijos é obstáculo em negociação comercial entre EUA e México
Líder supremo desfigurado do Irã segue invisível após seis meses de uma guerra existencial
Ao menos 49 pessoas morrem em ataque armado para roubo de gado no Sudão do Sul
Inadimplência no Brasil sobe a 6,4% em julho e atinge maior nível da série histórica, mostra BC