Boi abrirá os negócios em janeiro já com vistas a um ano de oferta pouco menor e exportações transferindo mais preços a @

Publicado em 03/01/2019 13:11 e atualizado em 03/01/2019 16:34
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Exportações em mais 4%, em cenário conservador diante da expectativa quanto à extensão da peste suína clássica na China, sobre mais 2% de oferta interna, tendem a transferir mais preços para @. 2020 ficará mais claro um rebanho mais curto, pelo abate de vacas em 2018, e maior alta do bezerro e do boi magro
Adolfo Fontes - Analista Rabobank

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Entrevista com Adolfo Fontes sobre o mercado do boi

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A Rabobank destaca que as exportações de carne bovina devem aumentar em torno de 4% neste ano, assim mantendo a disponibilidade local de carne bovina em equilíbrio. No entanto, o mercado do boi inicia os negócios em janeiro com pouca oferta.

De acordo com o Analista da Rabobank, Adolfo Fontes, a primeira semana no ano é marcada por uma calmaria no mercado do boi gordo. “Isso traz um pouco menos de negócios e bases de análises para ter um preço firme e vai se ajustar no decorrer dos dias, apesar do mês de janeiro ser mais fraco no consumo devido às contas no inicio do ano”, afirma.

As expectativas para este ano são positivas com o novo governo impulsionando a economia, sendo que a tendência que tenha mais movimentação no mercado do boi gordo e a carne no atacado. “Mesmo com essa ressaca na primeira semana, o mês de janeiro tende a ser mais dinâmico do que foi nos anos anteriores”, comenta.

É importante destacar que no ano passado o abate de fêmeas foi maior do que historicamente costuma acontecer, já que era um ano de descarte. “Neste ano, a tendência é que tenha menos descarte de vacas com uma concentração sazonal no primeiro trimestre depois da estação de monta”, diz.

O banco holandês acredita que neste ano terá uma valorização dos animais mais jovens e que pode os preços podem se acentuar em 2020. “Esse aumento nas cotações será pelo fato da baixa oferta de bezerros e pode resultar numa diminuição oferta de carne nos frigoríficos”, ressalta.

Por: Giovanni Lorenzon e Andressa Simão
Fonte: Notícias Agrícolas

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