Em Porto Nacional (TO), lavouras de milho apresentam boas condições e produtividade deve ficar ao redor de 70 scs/ha

Publicado em 17/04/2015 10:30 522 exibições
Em Porto Nacional (TO), lavouras de milho apresentam boas condições e produtividade deve ficar ao redor de 70 scs/ha. Chuvas têm beneficiado o desenvolvimento das plantas. Preços estão estáveis em R$ 19,00 a saca. No caso da soja, colheita está caminhando para o final e as precipitações atrasam os trabalhos nos campos. Rendimento está acima de 50 scs/ha e cotação gira em torno de R$ 57,00 a saca.

Na região de Porto Nacional (TO), as chuvas têm aparecido e beneficiado o desenvolvimento das lavouras de milho safrinha. Até o momento, a expectativa é de uma boa produção, com rendimento médio ao redor de 70 sacas do grão por hectare.

O produtor rural do município, Ademir Rossato, destaca que ainda são necessárias precipitações para a cultura. “Ainda precisamos de chuvas para as lavouras que foram cultivadas mais tarde. Já em relação às pragas, especialmente as lagartas, são uma preocupação dos agricultores desde o início da compra das sementes”, explica.

Enquanto isso, as cotações da saca do milho permanecem estáveis ao redor de R$ 19,00. Com isso, a perspectiva é que os agricultores segurem as vendas e façam os negócios mais adiante. “Isso porque temos preços melhores, porém, isso irá depender da condição financeira de cada produtor”, afirma Rossato.

Soja

Paralelamente, as chuvas observadas na localidade já atrasam a colheita da soja, que caminha para o final. Por enquanto, principalmente as primeiras lavouras colhidas, no entanto, as plantas colhidas mais tarde foram afetadas pelo período mais seco. No geral, o rendimento da oleaginosa gira ao redor de 50 sacas por hectare.

Já os preços voltaram a recuar e estão próximos de R$ 57,00 a saca. “Nesse patamar, creio que ainda cobre os custos de produção. Até o momento, o dólar tem contribuído na formação dos preços, mas já estamos observando os custos para a próxima safra, que já estão mais altos, especialmente os adubos e insumos”, acredita Rossato. 

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Por:
Fernanda Custódio
Fonte:
Notícias Agrícolas

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