Analista aponta exportação como esperança de contra peso para os preços do milho no Brasil
Podcast
Analista aponta exportação como esperança de contra peso para os preços do milho no Brasil
Os preços do milho estão sentindo a pressão dos números divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) nesta sexta-feira, pela incerteza da manutenção do acordo de grãos do Mar Negro que vence na próxima semana, da eminente chegada da segunda safra brasileira e das exportações fracas em abril e maio.
Leia mais:
+ USDA estima safra 2023/24 de milho em mais de 387 mi de t, acima da média esperada pelo mercado
+ Exportação de milho na 1ª semana de maio/23 é apenas 2% do total de maio/22
+ Conab: Com boa produtividade, safra de grãos 2022/23 é estimada em 313,9 milhões de toneladas
Essa é a leitura de cenário do Analista de Mercado da Grão Direto, Ruan Sene, que ainda destaca o início da colheita de lavouras irrigadas de milho no Centro-Oeste e o avanço das atividades a partir de agora como fatores que vão trazer mais pressão negativa para os preços daqui para frente.
De acordo com Sene, a esperança de contrapeso para o preço do milho no Brasil é a exportação, que deve voltar a registrar embarques elevados a partir do final de junho e começo de julho. Para suportar essa expectativa, o analista cita os recentes cancelamentos de compras chinesas nos Estados Unidos para vir buscar o suprimento nacional.
Confira a íntegra da entrevista com o Analista de Mercado da Grão Direto no vídeo.
0 comentário
Cotações do milho futuro fecham a semana acumulando perdas de até 3% na B3
Safras & Mercado reduz colheita de milho do Brasil, mas ainda vê leve avanço anual
Petróleo e dólar pressionaram quedas nos preços no milho ao longo dessa semana
Milho: B3 volta a subir nesta 5ª feira com clima preocupando para safrinha
Milho cai mais de 2% em Chicago nesta 4ª feira, acompanhando forte baixa do petróleo
Tamanho da safrinha de milho gera muitas incertezas no BR e mercado ainda não precificou perdas