Lavouras de soja no sul do RS são as mais penalizadas pela falta de chuva com regiões perdendo 40% a 50% do potencial produtivo

Publicado em 09/02/2018 13:05 e atualizado em 09/02/2018 13:58
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Já no MT o problema é o excesso de chuva que penaliza produção desde a segunda quinzena de janeiro

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Nesta sexta-feira (09), Cristina Queiroz, da Rural Tecnologia, trouxe a análise do CropView para a safra de soja de dois municípios: Canguçu (RS) e Cláudia (MT). Enquanto o primeiro enfrenta problemas com o déficit hídrico, que ameaça a produtividade final, o segundo conta com um excesso de chuvas que provoca atrasos na colheita.

A simulação de um plantio em 05 de novembro de 2017 em Canguçu, com ciclo de 120 dias, mostra que o déficit hídrico começa a penalizar em dezembro, embora ele estivesse presente ao longo de todo o desenvolvimento do cultivar. Com isso, a produtividade pode ser de 57% ao final da colheita. Ao longo de todo o ciclo, o volume acumulado de chuvas é baixo: 131mm.

Já em Cláudia, considerando um plantio em 20 de outubro de 2017, com ciclo de 120 dias, as chuvas estiveram presentes durante todo o tempo, com excedente hídrico ao longo do ciclo. Assim, a produtividade deve ser de 86% na colheita, com um acumulado de 1200mm em todo o ciclo.

Os internautas que quiserem conhecer a ferramenta CropView podem acessar o site www.cropview.com.br. Ao realizar o cadastro, estes podem experimentar a ferramenta e observar as melhores condições para a sua área de plantio. Estão disponíveis as análises para as culturas de soja, milho, trigo, feijão e café.

Também é possível entrar em contato com a Rural Tecnologia por meio do telefone (11) 5505-4646.

Por: Aleksander Horta e Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas

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