Aprosoja/SC avalia que expectativa de altas produtividades para soja e milho anima produtores

Publicado em 19/02/2019 11:23 e atualizado em 19/02/2019 15:40
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Colheita da soja no estado começou de maneira pontual e deve ir até o final de abril com clima que ajuda o melhor desenvolvimento até o momento. Milho safrinha já está 40/45% colhido e média de produtividade está em 160 sacas por hectare.
Claudio Hartmann - Presidente da Aprosoja SC

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Entrevista com Claudio Hartmann - Presidente da Aprosoja SC sobre o Acompanhamento Safra de Soja e Milho

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As expectativas dos produtores catarinenses estão altas tanto para a safra de milho, que já está 40/45% colhida no estado, quanto para a safra de soja, que começa a ter algumas colheitas pontuais, principalmente na região oeste. Mesmo com cerca de 10 dias sem chuvas nas áreas produtivas, o clima tem ajudado o desenvolvimento das lavouras em Santa Catarina.

“A produtividade do milho está excelente, mediante o que estava se esperando em torno de 160 sacas, alguns produtores 180 e outros até 200 e 215 (sacas por hectare). Na soja temos a expectativa de ter a mesma produção do ano passado e a produtividade melhor nesse ano do que o ano passado com a expectativa de 3.600 quilos por hectare (60 sacas) atingindo 2,45 milhões de toneladas no estado”, diz Claudio Hartmann, presidente de Aprosoja SC.

Com as boas perspectivas de produtividade, as atenções do produtores catarinense se voltam para o mercado e as condições de comercialização das safras. Até o momento, o estado apresenta cerca de 25% do total da safra de milho já negociada e perto de 20% do total da soja também já vendida.

“O preço abaixou demais e o produtor vendeu uma certa quantia de produto. Os compromissos de março, abril e maio já estão com esse planejamento e eles estão apostando que esse preço irá subir. Existe uma expectativa de evolução da comercialização, da política interna e da questão China x Estados Unidos. Como ele já está planejado com as suas contas, ele está apostando, fazendo médias de preços e vendendo uma parte com essa expectativa que existe a possibilidade de melhora”, conta Hartmann.

Confira a íntegra da entrevista no vídeo.

Por: Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas

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