Prêmios da soja no BR superam US$ 1,10 por bushel sobre Chicago e estão mais altos do que no ano passado
![]()
Os preços da soja fecharam a quarta-feira (25) com mais de 20 pontos de baixa na Bolsa de Chicago. O mercado intensificou suas perdas ao longo do dia, refletindo uma combinação de seus próprios fundamentos com as baixas das demais commodities, perdendo patamares importantes entre os contratos mais negociados. O julho terminou o dia com US$ 10,25 e o setembro, US$ 10,11 por bushel.
O clima favorável para a nova dos Estados Unidos e ausência da demanda chinesa no mercado norte-americano foram dois dos principais fatores de pressão sobre as cotações. As perdas do óleo, todavia, também pesaram sobre os futuros da oleaginosa em grão.
Leia mais:
+ Soja: China precisa de pelo menos 6 mi de t para o fim de setembro que virão do BR e Argentina
De outro lado, porém, os prêmios da soja seguem fortalecidos e subindo. A demanda forte e constante da China no mercado brasileiro é o principal combustível para os valores, mesmo em um ano de safra recorde. Os indicativos, a depender das posições de pagamento e entrega, passam de US$ 1,10, US$ 1,15 por bushel sobre os valores praticados na Bolsa de Chicago, como explica Marcelo Gavlik, assessor e sócio da Getreide Investimentos.
Essa movimentação dos prêmios, no entanto, compensou apenas parte das baixas que Chicago registrou e, desta forma, novos negócios no Brasil ainda são apenas pontuais.
0 comentário
Clima preocupante no Corn Belt, demanda da China nos EUA e geopolítica no foco da soja em Chicago, apesar de leves baixas desta 4ª feira
Soja: Brasil vende 4 milhões de t na semana com preços perto dos melhores momentos do ano
Agricultor do Tocantins é campeão da região Norte no Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja do CESB
USDA confirma venda de 472 mil t de soja à China e movimento contribui para alta em Chicago
Soja opera em alta na Bolsa de Chicago e volta aos US$ 12 impulsionada por clima nos EUA e demanda chinesa
Soja inverte o sinal, fecha positiva e estabelece tendência de alta em Chicago com clima preocupando nos EUA