Abitrigo considera que 2021 não foi um ano muito favorável para a indústria do trigo e cenário deve se repetir em 2022
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O presidente da Abitrigo, Rubens Barbosa, elenca o aumento no preço do trigo tanto no mercado nacional quanto no internacional, problemas de frete com falta de disponibilidade de container e navios, redução da safra nacional e flutuação grande do dólar como os responsáveis por esmagar as margens das indústrias de trigo ao longo de 2021. Aliado a isso, o setor não conseguiu repassar esses aumentos para o consumidor final devido as condições sociais e econômicas do Brasil. Para 2022, a liderança não enxerga uma mudança de cenário, mas acredita em uma pequena transferência dos custos para as farinhas. Pensando mais à frente, Barbosa acredita em Brasil menos dependente de trigo importado com elevação da produção nacional.
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