Feijão: As referências do nota 9,5 R$ 160, nota 8,5 R$ 140, nota 8 R$ 125 e nota 7 R$ 95,00

Publicado em 24/04/2014 16:00 e atualizado em 28/02/2020 08:50 639 exibições

Feijão Carioca: Para onde vai o feijão comercial estocado neste momento? Será que em maio as coisas mudam? São perguntas de respostas complicadas. Não existem alternativas razoáveis para destinação de todo feijão comercial que está parado nas mãos dos produtores. O que se espera em maio, se o clima ajudar, é que a qualidade do feijão a ser colhido seja superior ao estocado. Contudo, existirá muito feijão que colhido no Paraná precisa passar pelo secador. Se isso ocorrer será mais feijão com baixo consumo. Esses feijões comerciais de nota 8 para baixo tem tido, com raras exceções, as cozinhas industriais como consumidoras. Nesse segmento o consumidor final encontra o feijão já cozido com cor normal e textura de caldo também. As cestas básicas encaram grande dificuldade em colocar na cesta um feijão comercial, o consumidor não aceita mais os feijões escuros de antigamente. Ainda que esse segmento seja importante,  certamente não absorverá todo feijão estocado. Ontem o movimento nas fontes foi baixo e as referências continuam para o nota 8,5/9 R$ 125 na região em torno de Brasília. O nota 7/7,5 não encontra negócios e tem como referência R$ 80. Na bolsinha em São Paulo houve entrada de cerca de 15.000 sacos e as sobras são de 11.000 sacos as 07h30min. As referências foram para o nota 9,5 R$ 160,00; nota 8,5 R$ 140,00; nota 8 R$ 125,00 e nota 7 R$ 95,00. 

Feijão Preto: A grande expectativa com respeito à nova safra de feijão preto faz os compradores escolherem esperar para ver o que ocorrerá no mercado antes de comprar. Com as lavouras argentinas indo muito bem e as do Brasil também, com certeza esperar o máximo que puder para comprar é a estratégia mais adotada. Ontem a referência no Paraná foi de R$ 150/160 ao produtor. A qualidade do feijão disponível não é das melhores. O que há de saldo da safra de janeiro já não oferece a qualidade necessária para empacotamento. O feijão preto na capital paulista com a referência de R$ 185.

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Correpar

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