Análise de mercado do feijão

Publicado em 03/03/2010 14:09 e atualizado em 04/03/2010 11:50 891 exibições

FEIJÃO CARIOCA - O mercado vai se acostumando com a rápida valorização dos últimos dias. A exemplo do que normalmente acontece com forte altas,  como a dos últimos 10 dias,  provavelmente teremos momentos de maior e menor pressão porém, até o momento,  não é possível vislumbrar uma reacomodação negativa dos preços. Devemos sempre lembrar que o mercado continua carente de feijão de boa qualidade. Para feijão nota 7, há oferta abundante em todas as regiões. Seja no Centro-Oeste ou no Sul,  existem pilhas e pilhas de feijão comercial. Normalmente este produto ajuda a atender a demanda de cestas básicas, cozinhas industriais e marcas que decidem atender com uma cor inferior o varejo. Ontem, em Santa Catarina alguns poucos lotes de Rubi e Pérola foram comercializados por R$ 80, porém,  raros são os lotes íntegros que não tem manchas ou outros defeitos em decorrência de doenças desenvolvidas com excesso de umidade. Em Minas, os produtores de Unaí e Paracatu - que por ventura tem feijão nota 9 - chegam a pedir e vender uma ou outra carga por até  R$ 95  com pedida de R$ 100 dos vendedores. Para estas regiões de produção pouco importa o que ocorre em São Paulo. O que pode influenciar mesmo é a presença de compradores. Da Bahia vão se confirmando perdas em Vitória da Conquista, por exemplo. Aquela região assim como todo Nordeste busca  abastecimento no Centro-oeste e Sudeste. Hoje pela manhã,  em São Paulo,  uma carreta por R$ 100. O que restou é feijão comercial escuro e/ou com defeitos.   

FEIJÃO PRETO - Com compradores de todas as regiões assediando a área de produção,  ontem foi dia de buscar ofertas e poucos negócios. R$ 85 já é corriqueiro e se a mercadoria é boa mesmo, parelha e sem defeitos o produtor espera,  pois sabe que tem uma raridade em mãos. Nas fontes o valor já passa de R$ 75.     

 


FIQUE DE OLHO: Novamente haverá leilão de feijão de particulares no Paraná. Está confirmada a venda de novos lotes a partir das 9h desta quinta-feira.

Mercado atacadista

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Preço pago ao produtor

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Fonte:
Correpar

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