Fala Produtor

  • CESAR AUGUSTO SCHMITT Maringá - PR 05/10/2017 14:02

    Alguém, por acaso, tem alguma noticia daquele povo que estrilava e esbravejava por conta do alto preço do milho? Aquelas associações que pregavam acordos entre a cadeia produtiva para não inviabilizar a suinocultura e a avicultura???. Precisamos acha-los.... Está na hora de fecharmos os acordos para não inviabilizar o plantio de milho..

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  • JOSE LUIZ PELOSO RABELO CAMPOS GEARIS - MG 05/10/2017 13:41

    Na regiao de Campos Gerais MG, a perda da flarada de agosto é de mais de 80 % , o que dá uns 20 % da safra total..., os chumbinho sumiram... agora resta torcer para que, daqui pra frente, Sao Pedro nos ajude..., mas alerta: nao há previsão de chuva significativa para o restante do mes...

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    • Francisco Lopes Cambé - PR

      CAFÉ: Aqui no Paraná também ocorre a mesma situação de perda, lavoura de café estão depauperadas e muito enfraquecidas com a seca que sofreu... colheita boa somente em 2019, se Deus Permitir...

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  • Jairo Ferreira de Sousa Salvador - BA 05/10/2017 12:30

    Este foi um dos mais acertados comentários que lí nos últimos dias.

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  • João Marino Delize Maringá - PR 05/10/2017 11:25

    Até que não está tão elevado assim, aqui no Paraná o roubo do Pedágio é bem maior e chega bem próximo ao gasto de combustível. A Castelo Branco também é uma roubalheira. Barato mesmo são os pedágios em Santa Catarina.

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  • Gustavo Ferreira 05/10/2017 10:52

    Falou falou e falou e não falou nada do Aécio que está citado 9 vezes no STF. Não precisa ficar com medo do Lula. Vai para o segundo turno o Bolsonaro e Marina, saiu que a Marina ganha com os votos do Lula, toma lá e da cá, Lula vai indicar o Ministério da Justiça !

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  • Eng.° Agro.° Rodrigues, D. (DR CONSULTORIA) Itumbiara - GO 05/10/2017 08:59

    Os produtores do Sul de Goiás, através de informações de pessoas sérias que lutam pela classe, além da troca de informações entre os próprios produtores de Goiás e de todo o Brasil, seguiram a estratégia de vender o feijão aos poucos. Isso. permitiu ajudar os preços ficarem da faixa de R$ 110,00 a R$ 140,00 mesmo quando se falava que iria para R$ 70,00 e R$ 80,00. Hoje, chegamos ao fim da safra praticamente com 2 a 4 % de estoques somente. Os produtores nesse momento já focam no plantio da soja e milho. Feijão agora só em 2018 !!!!!!!!!!!!!!!

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  • Eng.° Agro.° Rodrigues, D. (DR CONSULTORIA) Itumbiara - GO 05/10/2017 08:49

    A todo momento vemos a tentativa de especuladores em derrubar os preços. Sempre divulgando que a próxima região produtora vai ter uma super safra. Hora foi o Mato Grosso, hora foi Santa Fé, hora foi Unaí, hora foi o Nordeste, hora foi a Bahia ( Todos depois confirmados com safras inferiores). E agora, como era previsto, já especulam sobre São Paulo dizendo ter uma área o dobro da verdadeira; E já começam o terrorismo também, sobre a área do Paraná que ainda está plantando . Tudo sempre vai ser uma Supersafra, escondem as áreas que perderam por calor e seca. Não divulgam que estas não tem capacidade de recuperação, escondem que 55 a 60 % da safra do Paraná é de feijão preto. Sendo assim, somente a união do produtor, trocando informações nas regiões produtoras permitirá que os preços fiquem em patamares mais justos para quem produz.

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    • Dinamerico Aguetoni Guaíra - SP

      Caro Rodrigues,

      Creio que está na hora de começarmos a nos reunir em busca de uma organização dos produtores através de uma associação Nacional.

      Temos que ser ativos e plantar essa semente.

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    • Eng.° Agro.° Rodrigues, D. (DR CONSULTORIA) Itumbiara - GO

      Com certeza esse é o único caminho !!! Só assim, poderemos ver os frutos de nossos trabalhos sendo valorizados no mercado. Poderemos dar apoio a toda a classe produtora de feijão.

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  • adegildo moreira lima presidente medici - SC 05/10/2017 00:25

    Para quê fazer reforma trabalhista se a alteração mais valiosa -- que era acabar com a ditadura dos sindicatos e a exploração dos trabalhadores pelos sanguessugas --, vai ser revogada?

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    • Gustavo Ferreira

      Temer e Paulinho são da mesma mafia, estava na cara !

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    • Roberto Cadore Cruz Alta - RS

      Quem já teve empregado que "agiu de má fé " e após anos de serviço, ajuizou ação na Justiça do Trabalho...sabe que há que se fazer uma reforma. Por que, se entrou lá...dificilmente vai sair de lá sem pagar nada. Concordo com o Sr. sobre os sindicatos e a

      exploração dos trabalhadores, isso realmente é muito importante. Mas existem outras questões. A Reforma, deveria desburocratizar o sistema e tornar menos oneroso o trabalhador e seus encargos, e aumentar o nível de emprego, sem perder a qualidade. Então, outras mudanças tem que haver. Por exemplo, não pode ser somente o empregador, o responsável por se defender daquele que tudo pode pedir, sendo isso verdadeiro ou não, com a conivência e o conhecimento do profissional advogado. O assunto é complexo e sei que não tenho o conhecimento necessário para um melhor posicionamento. Sou empregador, quero fazer o certo...mas a lei é muito complicada... impossível de ser cumprida em sua totalidade. Somente por grandes produtores, com o serviço delegado a contadores ou advogados e há um custo alto demais. Aliás, a um tempo atrás, ouvi da boca de um advogado o que me pareceu bem apropriado. Resumiu ele em uma frase "a Justiça do Trabalho, faz o papel de distribuidor de renda no Brasil". Infelizmente, existe muita injustiça social, mas não são os empregadores os responsáveis. Por essas e outras é que precisaríamos dessa ampla reforma...

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    • roberto andrea maffessoni Cascavel - PR

      vamos às ruas, e desta vez para ficar. NÓS PRODUTORES, NÃO ACEITAMO MAIS O PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES SINDICAIS, PARA SINDICATOS QUE NÃO REPRESENTAM-NOS, E SIM AOS MOVIMENTOS SOCIAIS CRIADOS PARA FAVORECER AO PT E OS LADRÕES DO GOVERNO. LULA O MST, CUT ETC NÃO NOS REPRESENTAM. NÃO ACEITAMOS PAGAR PARA SUSTENTAR DESOCUPADOS E VAGABUNDOS.

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  • Cassiano aozane Vila nova do sul - RS 04/10/2017 20:42

    Buenas, se Deus é por nós, quem será contra nós? Seria a ditadura democrática mamadeira, que quer se impor sem prestar contas, e sem prestar serviço que preste dos sindicatos deste pseudo país???. Onde está a livre iniciativa, o livre arbítrio, o ir e vir? Já vi! Sou escravo das infamias dos sanguessugas.

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    • Edmeu Levorato Uberaba - MG

      O mordomo de filme terror não perde tempo. A preocupação dele é permanecer no poder. O povo que se exploda, como diria o Justus Veríssmo.

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  • João Marino Delize Maringá - PR 04/10/2017 18:42

    Os plantadores de soja estão sofrendo um golpe, visto que as pessoas que acumulavam dólares estão vendendo para a aplicar na bolsa e com isso o dólar cai e baixa o preço da soja. A moeda americana deveria estar em aproximadamente R$ 3,50, aí a soja estaria em R$ 70,00 por saca. Esse golpe é para segurar a inflação e o Temer no poder.

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  • davis nascimento gomes santa margarida - MG 04/10/2017 18:34

    boa noite! pode ter uma melhora nas cotações com o recuo das chuvas no sudeste ainda nesse mês???

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  • Tião Santos Fátima do Sul - MS 04/10/2017 15:07

    Gostaria de saber o que os Sindicatos Rurais, a Famasul e a CNA e os proprietários rurais do MS no geral estão fazendo para liberar os donos de terras no municipio de Caarapó???? Eles estão presos, acusados de terem assassinado um indígena -- que foi induzido por guerrilheiros a invadir e destruir as propriedades dos mesmos. Como no Brasil atual o proprietário rural é o bandido e o invasor é o mocinho, os agricultores estão presos. Mas e daí???, ninguém se manifesta??? a Famasul está calada, a CNA também, mas o boleto a ser pago pelo produtor nunca deixou de vir. Então, gostaria de pedir aos produtores da grande Dourados que buscassem dar mais apoio à esses produtores, pois hoje são eles mas amanhã pode ser vocês... a hora é agora de os produtores da grande Dourados se unirem para acabar com esse banditismo. A HORA É AGORA!!!!!

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    • Álvaro Henrique Mello de Souza Ponta Porã - MS

      infelizmente nossa classe age como carneiros, enquanto não tivermos postura de "gente" estamos lascado, é na mão de governo, de MST de índio, não existe nenhuma prova concreta para prendê-los até julgamento, prisão preventiva em um caso de tamanhas interrogações, e com certeza, sindicato tem que acaba, contribuição de qualquer tipo tem que acaba, CNA, sindicato, famasul, aprosoja são interessados ou não em uma solução ?? Estão do lado do produtor, é nesta hora que tem que dar as caras...

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      que liderança!!!!!cna..famasul..sindicato..aprosoja..esquecem!!!!!! se depender destas entidades e seus comandantes eles vão apodrecer na cadeia...CNA uma porcaria...sindicatos veja o depoimento de um presidente de sindicato do MT sobre mercado do boi...famasul...um zero a esquerda..aprosoja unica coisa que fazem e dar palestrinha na roça...

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  • SERGIO BOFF São João - PR 04/10/2017 12:13

    Alguém vai fiscalizar se nas bombas -- que é o mais importante -- vai baixar???.... afinal, esse é o país da vergonha, da imoralidade e de desonestos.

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  • Valdir Edemar Fries Itambé - PR 04/10/2017 10:46

    FUNRURAL – PRODUTORES RURAIS, NÃO ASSUMAM UMA DIVIDA QUE AINDA NÃO É SUA. --

    Diante da matéria publicada no JORNAL DE BELTRÃO, intitulada – “PRODUTORES TERÃO DE PAGAR DÉBITOS EM ATRASO” link: – http://www.jornaldebeltrao.com.br/noticia/265767/produtores-terao-de-pagar-debitos-em-atraso , referente a questão da COBRANÇA DO FUNRURAL, em que o Sindicato Rural de Pato Branco afirma que os produtores rurais terão que pagar o FUNRURAL ,inclusive retroativamente, e ainda estão recomendando que: “Agora a gente pede que os produtores se programem para parcelar o pagamento, cujo prazo foi prorrogado para o final de novembro” …

    Venho aqui, como produtor rural, que desde 31 de Março de 2017 estou juntamente com demais produtores rurais de todo País frente a mobilização FUNRURAL NÃO, com a participação da ANDATERRA e demais Entidades representativas, que sempre estiveram contra a cobrança do FUNRURAL, venho por meio deste discordar do que o Sindicato de Pato Branco vem recomendando, e diante das informações que se tem, editei esta nota, com objetivo de fomentar o debate, para melhor esclarecer os produtores empregadores rurais.

    Certo que o Supremo Tribunal Federal editou e publicou o ACÓRDÃO referente ao RE 718874, no que diz respeito a CONSTITUCIONALIDADE DA COBRANÇA DO FUNRURAL, nada muda até a presente data, porque a principio vale lembrar que NÃO se tem uma decisão final, uma vez que todo processo esta sob efeito de suspensão, dada por força do Embargo de Declaração já impetrado, sendo que ainda cabe novos recursos, os quais estarão sendo protocolados junto ao STF no decorrer desta semana.

    Quanto ao ACÓRDÃO propriamente dito, se trata realmente da decisão de 31 de Março, porém trata apenas da decisão da constitucionalidade da cobrança… Quando de forma inesperada, o Supremo acabou por reverter o resultado de decisões anteriores, ocasiões em que o próprio Supremo Tribunal Federal já havia decidido pela INCONSTITUCIONALIDADE DA COBRANÇA DO FUNRURAL.

    Inconstitucionalidade da matéria, proclamada em duas votações distintas, a primeira no julgamento do RE 363852, e numa segunda decisão do plenário, no julgamento do RE 596177. Portanto, duas decisões dada por unanimidade do plenário, que contava com a presença de todos os Meritíssimos Juízes da Suprema Corte, em cada uma das sessões.

    E mais importante disto é que, em ambas as decisões de INCONSTITUCIONALIDADE da cobrança do FUNRURAL, o STF oficializou ao SENADO FEDERAL, colocando as devidas recomendações aos Senadores da República, a primeira através da Carta S 27/2013, e a segunda através da Carta S 48/2014, atribuindo ao SENADO FEDERAL, editar as devidas adequação da Lei 8.212/91 e demais Leis posteriori que tratam da formula da base de calculo da cobrança do FUNRURAL.

    E foi isto que o Senado Federal acabou fazendo após o manifesto dos produtores rurais realizado em Brasilia – DF ainda em maio de 2017, manifesto que acabou sensibilizando os Senadores da Republica a editar uma RESOLUÇÃO, obedecendo as recomendações do Supremo Tribunal Federal, e em acordo com o artigo 52 inciso X da Constituição Federal. Por fim, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado da República acabou editando e aprovando o PRS 13/2017… PROJETO DE RESOLUÇÃO, que foi Promulgado pelo Presidente do Senado Federal e publicado no Diário Oficial da União – RESOLUÇÃO DO SENADO 15/2017.

    No decorrer de todo este tempo, temos acompanhado todo o processo em relação ao FUNRURAL, e no desenrolar, o que mais interessa ao Governo Federal e Parlamentares alienados aos “grandes devedores” é aprovar o REFIS (muitos dos devedores e políticos, já citados em casos ilícitos, que de certa forma se beneficiaram em suas campanhas eleitorais com recursos de empresas envolvidas em negociatas).

    Vale ressaltar que os “grandes devedores” NÃO são os produtores empregadores rurais, mas sim aquelas empresas e industrias adquirentes da produção, que no uso de má fé, se apropriaram dos recursos que vinham sendo descontado dos produtores rurais na hora da comercialização da produção. Vejam, descontavam do produtor e NÃO repassavam aos cofres públicos – FUNRURAL, e hoje, por força da RS – 15/2017 do Senado Federal, estes “grandes devedores” que se apropriaram dos recursos do FUNRURAL, serão obrigados a ressarcir os produtores rurais de forma a vista e em espécie, todo montante da dinheirama que se apropriaram de má fé, uma vez que a RESOLUÇÃO 15/2017 tem efeito retroativo. A resolução tem efeito retroativo sendo assim quem não pagou não deve, e quem pagou pode recorrer e vir a receber seus dividendos de volta.

    É para beneficiar estas empresas e industrias dos “grandes devedores”, que o Governo impetrou na época o RE 718874, recorrendo das decisões de INCONSTITUCIONALIDADE, dada pelo STF nas ocasiões anterior.

    É para beneficiar justamente estes “grandes devedores” que o Governo e certos Parlamentares, buscaram o aval da CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA AGRICULTURA – CNA nos dias que antecederam a votação do RE 718874, e desde então, juntos e alienados, eles vem trabalhado para fazer valer a CONSTITUCIONALIDADE da COBRANÇA DO FUNRURAL, e mais do que isso, fazer valer o REFIS, que se pretende regulamentar através do Programa de Refinanciamento de divida Rural, inicialmente proposto na MP 793/17, e reeditado e publicado no Diário Oficial da União agora através da MP 803/2017.

    Ou seja, Governo e Parlamentares para beneficiar certas “empresas e industrias devedoras” estão trabalhando para que os produtores rurais assumam uma divida a partir do momento que aderir ao REFIS. Estão simplesmente forçando, e querem que os produtores rurais assumam uma divida que não é dele, para justificar e aprovar legalmente o refinanciamento para as empresas e industrias “grandes devedores” que embolsaram o dinheiro do FUNRURAL e agora através do REFIS ainda vão recolher aos cofres públicos a LONGO PRAZO, mais 17 anos de prazo, além de outros benefícios – Este é o jogo que esta sendo jogado contra os produtores empregadores rurais.

    Porque o Produtor NÃO deve assumir nada por enquanto: Porque hoje, o que prevalece, e esta em pleno vigor, é a força da RESOLUÇÃO 15/2017 do SENADO FEDERAL, resolução editada, aprovada, promulgada e publicada sob a recomendação do STF e de acordo com a Constituição Federal.

    Portanto amigos produtores rurais, todo o embaraço que o Governo e o Supremo Tribunal Federal gerou e vem causando, tem sim provocado insegurança jurídica, mas muito a de se discutir antes de qualquer atitude de nossa parte.

    Vale lembrar ainda, que a Comissão Especial Mista do Congresso Nacional responsável em relatar e encaminhar a Medida Provisória que trata do REFIS recebeu e protocolou mais de 730 Emendas Parlamentares, as quais já estavam sendo discutidas através da MP 793/17, hora anexadas a MP 803/17. Neste sentido, ninguém sabe qual será a decisão da Comissão Especial Mista, muito menos sabemos qual será a posição do plenário da Câmara do Deputados Federais, e ainda, por fim a decisão do Plenário do Senado da República.

    Além do mais, devo DESTACAR que todo o ordenamento jurídico que tratava da formula da base de calculo da cobrança do FUNRURAL, por força da RESOLUÇÃO 15/2017 foi extirpado da Lei, não existe mais no ordenamento jurídico.

    Ou seja, A COBRANÇA DO FUNRURAL pode SIM ser considerado CONSTITUCIONAL pela Lei 10.256/2001, como decidiu o STF, e publicado no ACÓRDÃO, porém a RECEITA FEDERAL não tem em Lei o ordenamento jurídico que lhe garantam as condições Legais de BASE DE CALCULO para impor qualquer divida retroativa do FUNRURAL ao empregador rural por força Legal dos efeitos do RS 15/2017. Devendo a RECEITA FEDERAL considerar ainda e se submeter a decisão final de todo processo judicial, o qual esta suspenso por força dos EMBARGOS de DECLARAÇÃO.

    Portanto amigos produtores, MUITA CAUTELA, porque muito esta por acontecer, e nós produtores rurais NÃO podemos e não devemos assumir uma divida que não é nossa.

    Portanto, NADA ESTA DEFINIDO judicialmente. Na ultima das opções, o melhor é você esperar, porque se você assinar o REFIS, você estará assumindo uma divida que pode NÃO ser sua.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Valdir, que Deus lhe abençoe por esta mensagem de solidariedade aos colegas produtores.

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  • Eduardo Ferraz Pacheco de Castro Cuiabá - MT 04/10/2017 01:41

    Repensando os fundamentos de mercado: a entrevista se apresentou muito confusa...

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Eduardo..confusa nada..ou o entrevistado é pra lá de INOCENTE..e B...ou seja ele argumentou claramente situações para baixar o preço...e estes argumentos parte deles não sao verdadeiros...é isto que representa a classe...por isto que ninguem respeita o produtor..

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