Fala Produtor

  • Ernani Pedretti Campinas - SP 29/09/2017 18:34

    Importantíssima essa entrevista ("sem internet, em 10 anos Brasil estará fora do mercado agrícola")... muito bem explicitada..., um alerta, principalmente para as nossas autoridades... vamos pedir a Deus para que surjam outros iguais ao Ex-Ministro Allisson Paunilelli... parabéns pelo programa

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    • Eduardo Rocha de Moraes Santo Angelo - RS

      Muito bem colocada a materia, mas e no momento em que passamos a importar energia eletrica de paises como o pequeno Uruguai, o que vai acontecer? Como um pais que nao produz energia suficiente vai ter crescimento? Pelo amor de Deus, o que estao fazendo em Brasilia alem de roubar???, ninguem pensa incentivo a producao de energia? Aqui na regiao das Missoes (RS) nao temos mais energia suficiente pra colocar novos pivôs de irrigacao, logo, quanto vai custar importar energia? Ate quando vamos aguentar esses fardos nas costas?

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    • Edmeu Levorato Uberaba - MG

      Não posso concordar com este prognóstico. O mundo tem sim que rezar que o Brasil continue produzindo, porque senão onde encontrarão a comida que os dez bilhões de habitantes deste mundo em 2050 vão requerer. De qualquer maneira o Brasil é e será uma potência no cenário agrícola mundial.

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    • Heber Marim Katuete - PY - PI

      Por que se preocupar com os próximos 10 anos sem internet se temos problemas de décadas que não foram resolvidos.???.. Muito mais fácil o produtor deixar de produzir pelo custo e pelos altos tributos (impostos escorchantes) de que pela falta de agricultura de precisão...

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    • Ernani Pedretti Campinas - SP

      Realmente há décadas que se diz que o Brasil é ou será o celeiro do mundo, mas o que a reportagem dá ênfase é que não podemos deixar de nos atualizar com o avança da tecnologia..., acredito que a matéria é explícita quanto a isso.

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    • Heber Marim Katuete - PY - PI

      Primeiro temos que combater o incêndio antes de plantar novas árvores... não podemos perder o foco... De nada adianta uma caixa de água nova se os canos estão vazando... Rs

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  • João Marino Delize Maringá - PR 29/09/2017 17:51

    Brincadeira!!!... quem pagou à vista (pequenos e médios produtores) acabarão pagando mais que os caloteiros do FUNRURAL, com esse prazo esdrúxulo que nunca termina. Estes acabarão não pagando nada, e, como sempre, prejudicando o bom pagador... Depois dizem que falta dinheiro para a aposentadoria do campo. Golpe sobre golpe...

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    • EDMILSON JOSE ZABOTT PALOTINA - PR

      O "jeitinho brasileiro" tem por trás grandes interesses e o Funrural envolve fortunas... Sabemos que existe sobreposição de impostos, agora isentar os que não pagaram eu só posso concordar desde que os que mantiveram os pagamentos em dia tenham os mesmos direitos de reaver os valores nas mesmas condições, aliás com uma compensação por ter pago em dia . Está questão de querer beneficiar é por algum interesse... Ex: No Paraná circula na mídia que o Governo do Estado pretende isentar os IPVA atrasados .Qual o interesse neste momento de isentar????. Em 2018 teremos eleições p Governo , deputados e demais. Isso é campanha com dinheiro do Contribuinte . Mais uma vez o prejuízo é para o Bom Pagador. Este é mais um dos problemas que a sociedade precisa combater, não é somente os Políticos corruptos. Todos são iguais perante a constituição Brasileira. O que precisamos é, em primeiro lugar, sermos honestos com nós mesmos. Os políticos corruptos nós vamos resolver na Hora do Voto.

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Caro Joao Marino...como pequeno e medio produtor suas reclamações são JUSTAS e Coerentes...mas o ROMBO rural provem daqueles produtores que nunca pagaram nada...(pequenos de baixa produção..e sao muitos pelo brasil) e os grandes que sempre deram o calote...e os funiconarios publicos dos execuritvo..legislativo e judiciario que se aposentam com 100 e recolhem pouco...e tem mais sem a reforma da previdencia o pais em 5 anos estara QUEBRADO de novo...

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  • Euclides de Oliveira Pinto Neto Duque de Caxias - RJ 29/09/2017 17:33

    "Noticias", "previsões"... e o preço do milho desabando, causando grandes prejuizos aos agricultores, que certamente irão optar por outras culturas para a próxima safra...

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 29/09/2017 17:32

    Excelente artigo Guilherme, e pega em um ponto anterior ao que normalmente escrevo aqui, que é a análise dos dados, dos custos de produção, da utilização racional dos recursos, e foi muito bem observado por você, antes de tudo isso é preciso compilar todos os dados, conhecer todos os problemas, muitos de soluções difíceis, onerosas, trabalhosas e demoradas. Ninguém consegue sucesso pulando essas etapas. E acertadamente você diz que essa é uma obrigação do produtor que não pode acreditar em salvadores da pátria, em soluçoes mirabolantes de quem acha que do nada pode criar soluções como em passes de mágica. É comum ouvirmos reclamações de produtores que não organizam suas propriedades de forma adequada em relação à preços, logo os preços que é o único fator que ninguém pode mudar, ele vai para onde quer. E assim são comuns queixas e pedidos de ajuda governamental que será fornecida por politicos. Lembro dos bons textos escritos por você sobre o seguro existente nos EUA, e lembro também a falta de apoio de produtores que preferem o mantra fácil de que o governo deve fazer alguma coisa. Grande parte dos produtores que reclamam não valorizam quem sabe, não que tenham que concordar com tudo, mas é comum aqui nesse espaço mesmo, o desprezo pelo esforço de quem apresenta séries de dados, que se esforça em explicar como vê a realidade, quando muitas e repetidas vezes procuram apontar um erro, por minimo que seja e como se isso fosse uma grande vitória, e do modo contrário muito dificil reconhecer que dali tirou alguma coisa que o favoreceu e ajudou. Outros parecem ser portadores de uma sabedoria infusa, onde não precisam saber de nada para entender tudo o que acontece ao seu redor. Está certo o Dr. Fioretto em sua citação, e acrescento a ela o desprezo às inúmeras instituições públicas que custam uma fortuna aos brasileiros e àquilo que pesquisam, fazem, numeram e analisam. Não há mesmo a minima possibilidade de tornar o produtor brasileiro um participante dos mercados futuros sem antes aprender a gerir seus próprios negócios.

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      Perfeitas sua colocações Rodrigo, de forma geral precisamos mudar nossa cultura, onde esperamos que "alguém" faça algo para resolver nossos problemas ao invés de nós mesmos assumirmos essas tarefas. Como já ficou mais do que provado, delegar tudo a terceiros e, consequentemente, ao Estado, é receita para o fracasso retumbante. Sem conhecermos profundamente o que fazemos, estaremos sempre sujeitos a cair em contos do vigário, como dito por René Descartes: "não existem métodos fáceis para resolver problemas difíceis". É inocência e ou preguiça continuar insistindo em utilizar esse tipo de método. Normalmente a solução fácil também é a solução errada... Outro ponto importante é esse que parece ser bem comum por aqui -- a lógica a qual muitos adotam, que pode ser resumida como: "não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe"... Eu escrevi esse artigo pois já vivenciei varias experiências neste sentido. Em dada ocasião, ao fazer uma calculo da taxa de retorno de investimento em um equipamento de agricultura de precisão -- com numero práticos e didaticamente -- um produtor virou para mim e disse "vou largar de perder tempo com esse monte de conta; melhor aproveitar a vida, beber, fazer churrasco". Esse tipo de mentalidade - que não define e elenca prioridades - é uma das causas dos nossos problemas crônicos como nação. Esse é apenas um dos exemplos que já ouvi nessa linha "lógica".

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  • Euclides de Oliveira Pinto Neto Duque de Caxias - RJ 29/09/2017 17:28

    Boa notícia. É incrivel que um país como a Bolivia, com 3.400 km de fronteiras com o Brasil, ainda não seja um grande parceiro comercial. Ganhos para os dois lados, principalmente com a agricultura orgânica. Vamos trabalhar para incrementar nossas relações comerciais com o país irmão.

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  • Roberto Cadore Cruz Alta - RS 29/09/2017 16:36

    Parabéns ao Sr. Valdir Fries... Esses estudos são de grande valia e nos levam a pensar e repensar sobre a viabilidade do conjunto das atividades que desenvolvemos em nossas propriedades, em busca de melhores resultados. Avaliar econômica e tecnicamente a propriedade, isoladamente ou em combinação de atividades agregadas é muito interessante. O ganho técnico do manejo adotado foi inegável. Agora, cabe a cada agricultor adaptar a sua realidade. Na minha região, em áreas que não tem plantio irrigado, o plantio é de milho na primeira safra e talvez soja na segunda e talvez trigo, aveias ou pastagens em terceira safra. Mas, vejamos algumas consequências disso: soja em segunda safra no RS corre um risco enorme com a ferrugem asiática além de ter baixa produtividade, e para viabilizar o plantio ainda em janeiro, precisaríamos de uma cultivar de milho, no mínimo superprecoce, o que por si só já aumenta os riscos de produtividade do milho não irrigado. Talvez pudéssemos inverter isso plantando milho na segunda safra, mas aí teríamos o risco acentuado de queda na produtividade do milho pelas características de chuvas no RS, e pelas geadas e frio precoce, etc. Depois, no inverno gaúcho, teríamos o trigo ou outros cereais de inverno para fechar o ciclo. Agora, respeitando as demais opiniões, pois cada propriedade tem sua realidade e manejo mais adequado, para o meu caso específico, ou seja, sem irrigação, preferi plantar apenas soja no verão, e no inverno apenas adubação verde, sem nenhum pé de trigo para me preocupar. Fiz consorciação de aveia preta e nabo forrageiro e em outras áreas, pastagens de aveia/nabo em consórcio com azevém para alimentação de bovinos. Foi o que melhor se adequou a este ano. O Sr. Valdir Fries , demonstrou claramente que o pousio de áreas agricultáveis não é o caminho que nos levará a viabilizar técnica e economicamente a propriedade. Mas, seria ideal se tivéssemos os dados econômico/financeiros das diversas alternativas de produção, para termos condições de fazer um bom manejo técnico e continuarmos na atividade ano após ano, sendo também a propriedade, economicamente sustentável.

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  • antonio geraldo de souza gomes brasilia de minas - MG 29/09/2017 16:08

    Procurei a Superintendencia do Banco do Brasil em Montes Claros (MG), e fui informado que não tinham ordem da direção para negociar as dividas rurais... Olhem que é região da Sudene!!!

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  • Augusto Mumbach Goiânia - GO 29/09/2017 15:08

    Os gringos não são burros, não... Na hora de eles venderem as notícias mudam. Primeiro, deixam os brasileiros venderem barato...

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  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 29/09/2017 14:35

    Fontes que mencionei no artigo:

    - Artigo do Dr. Fioretto:

    https://www.laborsolo.com.br/corneta-do-agro/cobertura-do-solo-beneficios-e-consequencias/

    - definição de benchmarking:

    https://www.significados.com.br/benchmarking/

    - 80% dos brasileiros não controlam suas finanças

    http://veja.abril.com.br/economia/80-dos-brasileiros-nao-controlam-suas-financas/

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  • Angelo Miquelão Filho Apucarana - PR 29/09/2017 10:33

    O nosso diesel já é uma droga... Não rende, e causa transtornos em bombas e bicos injetores..., mas que se danem os que usam este combustível para trabalhar..., o importante é agradar a meia dúzia de picaretas!

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  • Valdir Edemar Fries Itambé - PR 29/09/2017 10:18

    As suspeitas começam vir a público - J&F movimentou R$ 248 bilhões em operações suspeitas; Meirelles aparece em lista - http://www.gazetadopovo.com.br/politica/republica/jf-movimentou-r-248-bilhoes-em-operacoes-suspeitas-meirelles-aparece-em-lista-c52n12027bwscux8mvgua38x4

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  • mauricio tobias de souza junior campestre - MG 28/09/2017 17:13

    É com essa chuva vao derrubar mais ainda o preço e uma falta de respeito com o produtor esses especuladores não sabem de nada o que acontece aqui no campo ja não chega esses políticos corruptos só DEUS para nos ajudar....

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  • Francisco Lopes Cambé - PR 28/09/2017 15:15

    PRODUTOR DE CAFÉ: VOCÊ CONHECE E MUITO BEM UM PÉ DE CAFÉ, SABE E MUITO BEM QUE UM PÉ DE CAFÉ NO ESTADO EM QUE ILUSTRAM AS FOTOS APRESENTADAS PELO NOTICIAS AGRÍCOLAS, NO DIA DE HOJE, NÃO TEM CONDIÇÕES DE PRODUZIR SENÃO SOMENTE EM 2019. PORTANTO, A QUEBRA PARA 2018 SERÁ GRANDE...E NÃO HÁ COMO ESCONDER ESTA TRISTE REALIDADE: AS FOTOS FALAM POR SI E MUITO MELHOR DO QUE OS AANAALISTAS DE PLANTÃO...

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  • Celso de Almeida Gaudencio Londrina - PR 28/09/2017 15:06

    FUNRURAL: MP 793

    Celso de Almeida Gaudencio

    ALEGAÇÃO

    A MP 793, define a cobrança de forma incongruente.

    O problema surgiu quando o Supremo considerou constitucional a cobrança.

    Essa medida provisoria ateou fogo na macega.

    Trata de vários fatores cumulativamente ao mesmo tempo, causando confundimento.

    Trata da cobrança de 1,6% do passivo, da cobrança de maio a dezembro de 2017 e de janeiro 2018 em diante.

    Não considerou a norma fiscal de substituição tributária vigente, como direito adquirido, em que não era e não é atribuição do produtor o recolhimento do FUNRURAl no presente e muito menos no passado.

    Como exemplo o preço de mercado de bovinos mencionava o preço do produto livre do Funrual.

    Dessa forma, a prudência indica que a MP 793 tem que ser revogada e novas MP ou decretos de lei sejam estabelecidos de forma fatiada sobre o passivo e sobre o futuro separadamente.

    Que se estabeleça, de quanto será a cobrança do passivo pelo comprador final pessoa jurídica do produto. E, que no futuro se estabeleça igual procedimento e evite a bitributação.

    Em resumo não cabe ao produtor rural arcar com o passivo e sim a pessoa jurídica adquirente do produto final.

    Dessa forma evitar que o produtor recolha a contribuição na justiça.

    No Paraná 50 mil proprietários se dedicam a pecuária de corte e possuem na média 110 cabeças ou 70 Unidades Animais, cobrar passivo de FUNRURAL desse enorme contingente não se encontrará adjetivos para definir tal medida. Nesse caso extremo é justo que se defina um patamar de faturamento anual, para ser justo ao pequeno produtor e que a cobrança não causem maior desigualdade social prevista na Constituição (§1º, do art. 145 da Constituição de 1988)

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  • João Carlos remedio São José dos Campos - SP 28/09/2017 13:10

    ...e para reverter as perdas nas produções brasileiras de café de 2018 e 2019, devem vir acompanhadas de muitas águas "milagrosas". Até quando o Mercado se fará de morto e ficará ignorando as grandes perdas que já tivemos?

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    • Francisco Lopes Cambé - PR

      JOÃO: NEM QUE CHOVA TSUNAME DE CHUVA. A SECA JÁ DIZIMOU A SAFRA DE 2018... PRODUÇÃO BOA SOMENTE EM 2019 E SE DEUS PERMITIR. QUANDO O MERCADO ACORDAR E JÁ ACORDOU, ESTA SÓ ESPECULANDO... SERÁ UM CORRE...CORRE... QUERO CAFÉ E NÃO TEM!!!...

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    • Francisco Lopes Cambé - PR

      OBRIGADO: NOTICIAS AGRÍGOLAS... PELAS FOTOS APRESENTADAS POR VOCÊS, CAROS E VALOROSOS AMIGOS DO PRODUTOR, SOBRE O REAL ESTADO DE NOSSOS CAFEZAIS NO CINTURÃO PRODUTIVO DO BRASIL (MINAS GERAIS), JÁ É O SUFICIENTE PARA CONCLUIR QUE SAFRA BOA. SÓ EM 2019 E SE DEUS QUISER... ALIÁS, NO MESMO ESTADO DE SECA E DESFOLHA ESTÃO TAMBÉM OS CAFEZAIS DO PARANÁ, SÃO PAULO, ESPIRITO SANTO... ETC.... A COISA TÁ SÉRIA...

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