Fala Produtor

  • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 06/04/2017 16:21

    Quem não usar fungicida protetor não colhe mais soja. Corram para garantir o seu estoque. Pelo jeito faz até crescer cabelo em careca, cura mal olhado, espinhela caída.Neste espaço tem muito produtor de soja. Eu sou um deles. Já usei fungicida protetor. E também tive áreas que não usei. Não notei diferença. Cada um segue sua opção de fungicidas. Se não funcionou e você perdeu produção por causa de ferrugem, então troque os produtos. Não conheço ninguém por aqui que teve problemas sérios com ferrugem. A doença existia, mas estava dentro dos limites aceitáveis. Pode até ser que a doença superou as carboxamidas, pode ser, mas até estes esporos se espalharem por todo um estado, demora muito tempo. Se os fungicidas protetores, que são do tempo do Bayleton, fossem baratos, poderíamos usar mais, mas é muito caro. Custa mais do que a mistura estrobirulina-triazol. Sem contar que na primeira chuva vai tudo embora. Estão anunciando o fim do mundo, mas vai se tornar outra helicoverpa.

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    • EDMILSON JOSE ZABOTT PALOTINA - PR

      Carlos a pressão p vender das empresas através de seus pacotes e pela forte mídia e pelas parcerias de indústrias , pesquisadores ( igual aos que acabaram com a carne brasileira ) é muito maior que a Pressão que a soja sofre dá Ferrugem . A Emater tem acompanhamentos através do Programa MID e MIP , constatou que não é tudo isso que vem sendo apresentado . E o pior disso tudo que institutos de pesquisa e órgãos oficiais não aceitam discutir com os verdadeiros pesquisadores ( os Agricultores ) .

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    • Fernando Engler Palotina - PR

      Sr. carlos, são vários os questionamentos técnicos contra os testes realizados para demonstrarem a ineficácia dos fungicidas como se anuncia publicamente: 1) O plantio é realizado fora da época mais adequada à cultura, geralmente 30 a 60 dias após, alegando que é para ter alta quantidade da doença e poder avaliar direito, mas porque então não fazem o teste com plantio em setembro, dezembro e fevereiro - aí poderíamos ver se o problema está realmente nos fungicidas ou no porte das plantas e o efeito guarda-chuva provocado pelo excesso de desenvolvimento vegetativo nos plantios de nov/dez; 2) Recomendam que se deve alternar grupos químicos nas lavouras, mas nos testes eles utilizam o mesmo produto repetidamente, o que induz a erros de interpretação e avaliação - será que apenas utilizar determinado produto mais caro somente na primeira aplicação já não seria suficiente?; 3) Dois dos principais produtos multissítio recomendados (mancozeb e oxicloreto de cobre) possuem nutrientes essenciais às plantas em sua composição (que dizem as empresas estarem em formulações indisponíveis às plantas), porém em nenhum trabalho se faz a compensação nutricional nos demais tratamentos testemunhas para se verificar com exatidão se o efeito adicional de produtividade é devido ao efeito fungicida ou nutricional (uma vez que são produtos que são facilmente removidos pela água da chuva, o que exigiria aplicações repetidas quase que semanalmente para terem o efeito que vendem); 5) Se os produtos multissítio são realmente importantes, porque as grandes multinacionais não estão protegendo suas principais moléculas as formulando em misturas prontas com estes protetores multissítio, mas sim, pelo contrário, estão utilizando justamente produtos ditos como ineficazes contra a ferrugem para comporem os produtos (azoxystrobin, epoxiconazol)!!!

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Fernando...PARABÉNS pelas suas colocações..a embrapa nada faz para CLAREAR a situação ao produtor...e o MERCADO..bem aí o produtor precisa saber o que é EFICAZ e o que é BALELA,,e tem muita balela...

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    • Fernando Engler Palotina - PR

      Obrigado Dalzir... Os produtores brasileiros estão 20 anos à frente da pesquisa... Estão rindo dessa situação aí...

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    • Fernando Engler Palotina - PR

      ...veja só estes 3 exemplos: 1) os produtores rurais implantaram o plantio direto, a pesquisa oficial (EMBRAPA) só foi falar dele depois do ano 2000; 2) os produtores anteciparam o plantio da soja e foram selecionando materiais disponíveis que se adaptavam a esta época com período juvenil mais longo, descobriram como produzir 5.000 Kg/ha, a pesquisa oficial sequer atualizou as datas no zoneamento e seguro agrícola até o momento; 3) os produtores rurais descobriram que poderíamos produzir de forma segura e rentável após a colheita da safra de verão, a SAFRINHA, a pesquisa oficial não para de tentar obstruir esta opção única no planeta de se produzir duas safras de verão no mesmo ano agrícola, o que jamais foi imaginado por órgão oficial nenhum... Porém, depois que estas opções forem estabilizadas e concretizadas, não faltarão órgãos oficiais e políticos que aparecerão se declarando os pais da criança...

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Fernando...quando começou o plantio direto era na época extensionista da EMATER em Ponte Serrada SC....e tinhamos um coordenador chamado Alcides de Rosso que acompanhava de perto as tentativas para evoluir o plantio direto..se não me engano no Paraná...tanto é que implantamos a época a nível de pequena propriedade na região de Concordia e Seara e região diversas lavouras demonstrativas de milho com plantação de uma leguminosa(ervilhaca..vica) e abertura de regos a cada 1 metro para permitir o plantio do milho e como a leguminosa era de inverno..ela completava o ciclo e o milho tomava conta da área..isto a nivel de pequena propriedade...a embrapa quase nada fazia a época e hoje continua dormindo..

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Dizem que a embrapa trouxe a soja para o cerrado...mentira pura..foram LOS BOMBACHAS que implantaram esta cultura na base de tentativa e erros até chegar o estagio atual..

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    • Fernando Engler Palotina - PR

      Que fique claro, Sr. Dalzir, que quando me refiro a órgãos oficiais falo referente às pessoas que compõem as mesas diretivas... Todos sabemos da importância dos técnicos dispersos que foram importantes nos momentos iniciais de todas estas conquistas dos produtores...

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  • Josino da Veiga Antunes cristalina - GO 06/04/2017 16:13

    É muito difícil de opinar sobre o mercado de milho, existem muitas variáveis que podem se alterar a qualquer momento..., nesta safra tivemos pré-fixações de preço de Soja muito atrativas, uma grande maioria vendeu e fez bons negócios... aqueles que não fixaram um volume maior, foi por incerteza de produção e também muita especulação, sempre acreditando no mercado que (girou entre R$ 70,00 e R$ 80,00)que já era bom, mas poderia ser melhor ainda. Então, o que foi que houve????, caiu o dólar, caiu o mercado, caiu a demanda e veio uma produção acima do esperada -- combinação perfeita para preços baixos... agora os remanescentes de soja estão hoje em torno de 40% da produção e vai ser comercializado de acordo com os compromissos..., mas o custo de produção ja foram fechados nos níveis mencionados acima. Milho, este sim preocupa pois na nossa região em relação a outras regiões foi plantado mais tarde em relaçao à epoca ideal.. Hoje temos em torno de 20% da area plantado já com produtividade definida e o restante ainda tem muito chão pela frente.... as chuvas estão acontecendo de forma muito esparsas, o que preocupa bastante em relação à produtividade. Portanto, udo pode acontecer: produtividade alta = preço baixo, produtividade baixa = preço alto.... Precisamos acompanhar de perto o andamento para não criarmos expectativas pessimistas ou otimistas demais...

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    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Caro Josino..o mercado da soja está claro a muito tempo..sem fato nova o PREÇO ERA DE QUEDA..a mídia que vendeu quebra de safra é que FO..U o produtor..deveriam cobrar principalmente canal rural..o milho sem fato novo o preço vai a 10 12 no MT..e 15 a 20 nas demais regioes do país..

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  • sandro roberto lautert condor - RS 06/04/2017 14:28

    Como é feito nos EUA e Argentina?

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Gostaria de saber qual é o resíduo por embalagem, nas embalagens que sofreram a tríplice lavagem na área rural e qual o número delas . ... Agora, alguém me responda, por favor, qual é o resíduo por embalagem, nas embalagens d K Otrine, SBP & etceteras usadas nas áreas urbanas, que com certeza não é feita a tríplice lavagem e vão para os lixões. Acredito que o NÚMERO de embalagens deve ser equivalente, pois o volume dos inseticidas para uso doméstico são comercializados na ordem de mililitros (ml), ou seja, são muitas embalagens. Se a preocupação é o resíduo na embalagem, porque não se tomou até agora nenhuma providência? ... QUESTIONS... QUESTIONS...

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    • Fernando Engler Palotina - PR

      Sr. Renzi, o Brasil só é o campeão mundial da reciclagem de embalagens de agrotóxicos porque nos países desenvolvidos a embalagem limpa com a tríplice lavagem que fica isenta de contaminantes é considerada lixo comum e vai para o lixo comum... Eles só exigem o recolhimento das embalagens contaminadas, que são devidamente destinadas... Como o Brasil considera que qualquer embalagem que conteve agrotóxicos é contaminada acaba exigindo um custo de recolhimento muito maior... ...adivinhe quem paga a conta!!! Em contrapartida, o Brasil é o único que considera embalagens de pesticidas domésticos e antibióticos como lixo comum...

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  • CESAR AUGUSTO SCHMITT Maringá - PR 06/04/2017 12:15

    PELEGÃO

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    • IVAN SAMPAIO DE SOUZA Salvador - BA

      CONCORDO, MAIS UM PELEGO!

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  • joão Lunardi SÃO JOSÉ DOS QUATRO MARCOS - MT 06/04/2017 11:21

    BOI GORDO -- Baixem o preço no varejo que a demanda aparece... Estão querendo manter margens às custas do sacrifício do pecuarista e consumidores . O recado está dado, baixem o preço no atacado e varejo que a coisa anda.... Do pecuarista não tem como tirar mais nada... A estratégia da indústria está bem clara, segurar o preço até chegada da safra, que ocorre a partir de maio. Portanto, pecuarista, segure o tranco que a intenção da industria é derrubar o preço da @ e manter o preço no varejo... A parceria nessa relação é assim: cada um entra com o que tem, ou seja o pecuarista com o traseiro e a industria com o pé.

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    • domingos de souza medeiros Dourados - MS

      De acordo 100%. Seria a unica saida para reestablecer o fraco consumo de hoje. So que os frigorificos, super mercados e acougueiros nao estao nem ai com isto, so querem comprar a carne barata mas nao repassam aos consumidores que quando enrevistados nas redes de televisaorepetem o "mantra": a carne esta muito cara!

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  • Claudio Rios Cornelio Procopio - PR 06/04/2017 08:18

    Parabens ao Joao Batista Olivi pela cobertura. É excelente termos pesquisadores atuando contra a ferrugem da soja, mas estamos numa fase crítica para a agricultura, onde estao deixando de lado a pesquisa de cultivares resistentes e focando no incremento de fungicidas. Onerando o produtor e enriquecendo as empresas multinacinais e poderosas. Agora ressuscitando o velho mancozeb como a soluçao da lavoura. Devemos sim investir em cultivares inox ou resistentes a doenças. Acorda Brasil !!!

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    • João Biermann Tapera - RS

      TMG 7262 e 5909 RG dando surra nas RR2.

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  • joão Lunardi SÃO JOSÉ DOS QUATRO MARCOS - MT 06/04/2017 07:40

    Minerva, uma empresa de capital aberto, com divida liquida de 3,4 bilhões - e que teve prejuízo nos últimos 4 anos... Portanto, sem credibilidade para dar pitacos num setor tão importante, pois nem operar com mercado a termo não sabem. A prova é quando quando dizem: ..."quando a gente fazia o termo, 100% do risco era do frigorífico"... mentira, ou desconhecem que podem fazer a proteção na Bm&f através de uma PUT e ou HEDGE .

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  • Eng.° Agro.° Rodrigues, D. (DR CONSULTORIA) Itumbiara - GO 05/04/2017 23:52

    JÁ TEMOS AS PRIMEIRAS ÁREAS DE FEIJÃO CARIOCA SENDO PLANTADAS NO SUL DE GOIÁS. A ÁREA DEVERÁ SER SEMELHANTE A DE 2016. VEMOS PRODUTORES PLANTANDO DIFERENTES VARIEDADES (FOCANDO NAS VARIEDADES DE MELHOR QUALIDADE DE GRÃO): CARIOCA STAR, CARIOCA DAMA, E CARIOCA ESTILO.

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  • José Augusto Baldassari Franca - SP 05/04/2017 22:32

    Vejam o "fogo amigo"... Primeiro a CNA, que mama 0,2% do Funrural para o SENAR, apóia a cobrança do Funrural retroativa de bilhões de Reais sobre os produtores e empresas do setor. Agora que o STF derrubou (!) sua própria jurisprudência quanto ao tema (aqui nem o passado é previsível!) a CNA dá esta sugestão sem pé nem cabeça (cobrança "sem juros"...Uma vergonha, e que não será aceita), isso na tentativa de tapar o sol com a peneira e disfarçar seus interesses financeiros, às custas de quem já a sustenta com a contribuição OBRIGATÓRIA... Portanto, mais um butim... Conclusão: Nós não precisamos de inimigos externos, já bastam os "da casa"

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  • Carlos Alberto farina Erechim - RS 05/04/2017 20:28

    Satisfação, de ver o meu professor, Erlei , agronomia 85/01, nesta entrevista com o Joao Batista, brilhante como sempre foi em seus ensinamentos...

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  • JAC.SEMENTES Bom Jesus - SC 05/04/2017 19:22

    Gostaria de receber dados de quais as empresas no Brasil que compram soja e esmagam , volume comercializado e produzido pelos principais países produtores de soja.

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    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      https://midiaagricola.wordpress.com/

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  • Euclides de Oliveira Pinto Neto Duque de Caxias - RJ 05/04/2017 18:55

    Estão vendo ? Não houve necessidade de importar o café do Vietnan...as industrias estão abastecidas e com garantia de receber sua matéria prima nos prazos adequados... e não precisou gastar os dólares para pagar a importação... tem multinacional que está chorando a perda... estava tudo combinado... esse esquema falhou...

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  • Celio Porto Fernandes Filho Espírito Santo do Pinhal - SP 05/04/2017 17:58

    Assistimos no Brasil à gestão operacional de dois gigantes: O Estado e Empresas Oligopolizadas... Essas segunda fruto da influencia e fomento direto na gestão da primeira. A equalização da segunda automaticamente se dará com o esvaziamento do Estado, A ele caberia funçoes que, para a iniciativa privada, não interessariam esses serviços. Qualquer reforma politica teria que necessariamente primeiro passar pela desestatização das empresas brasileiras.Temos que primeiramente enxugar a maquina publica. Vejo uma força contraria enorme, pois ninguem gostaria de perder privilegios, porem acredito que se mudarmos o que está aí, a imensa maioria dos brasileiros se beneficiaria desse novo Brasil.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 05/04/2017 17:46

    POR QUE OS POLITICOS NÃO NOS REPRESENTAM? Um dado é alarmante: apenas 36 dos 513 deputados na atual legislatura foram eleitos com votos próprios. Esse dado é importante para entender a crise de representatividade no sistema político atual. Também nesse momento, acontece a discussão em Comissão Especial para a nova reforma política que deve ser votada em alguns meses. Nessa comissão foi discutida a crise de representatividade pelos deputados e eles parecem ter a noção que os cidadãos não se sentem representados de nenhuma forma pelas decisões tomadas em Brasília.

    Talvez, exista correlação entre os poucos legisladores eleitos por voto direto e essa insatisfação mas não nos interessa aqui fazer essa análise. A reflexão que deve ser feita é sobre o quão incômoda é a existência de tantos fazendo tão pouco. Apenas em 2015, foram gastos mais de 1 bilhão de reais pelo nosso legislativo federal e não obstante, não foram criadas melhores condições para a liberdade. Claro que seria uma estupidez dizer que a liberdade de 200 milhões de brasileiros pode ser traduzida em cifras, a liberdade não tem preço.

    Ainda assim, o futuro não nos traz boas notícias pois estaremos basicamente nas mesmas condições. Os dispositivos da eleição não mudarão a tempo para o pleito de 2018 e novamente teremos burocratas não escolhidos por nós mas bradando alto em nome da democracia representativa. Representantes de quem? Talvez dos lobistas que compram leis favoráveis a um grupo seleto de amigos do Estado, talvez ainda contra a nossa livre iniciativa, nosso direito de portar armas para defesa ou a nossa liberdade de escolher.

    Mas então, seria possível que eu escolhesse um representante dessas ideias que são tão caras a mim? Ideias que já se mostraram ser sucesso nas nações mais desenvolvidas do mundo. A resposta é um sonoro não e como explica o economista Friedrich Hayek, o conhecimento está disperso na sociedade. Não há a menor possibilidade de burocratas conhecerem as demandas da sociedade, nem mesmo com um aumento absurdo da ciência com método computacional de última geração pois qualquer tecnologia seria inútil contra as milhares de decisões que tomamos todos os dias. Ainda que fosse possível, delegar decisões da sua vida a burocratas seria bastante perigoso. A democracia não pode se tornar a ditadura da maioria, como acreditam alguns. Tudo isso, explica como mesmo que 100% dos deputados fossem eleitos por voto direto, seja por votação por distrito, maior absoluta ou qualquer outro método, ainda estaríamos a mercê de um governo não representativo.

    A saída está em limitar o governo e seu poder. Em um discurso que vale a pena conferir, o ex-presidente americano Ronald Regan fala exatamente sobre esse limite. "Somos nós, o povo, que dizemos o que o governo deve fazer. Não o contrário", o poder dessas ideias é mais poderosa do que posso descrever. Representa tudo contra o autoritarismo, a não representatividade, o limite que deve ser imposto pelas pessoas aos seus políticos e ao seu esmagador poder. Quando, finalmente, entendermos isso, aí sim estaremos prontos para sermos livres.

    Fonte: Instituto Liberal

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Seria mais condicente retirar duas palavras do dicionário dessas pessoas: PRIVILÉGIO & PODER !!!

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  • Sérgio Luiz Marchi Palotina - PR 05/04/2017 17:13

    Assistindo aos videos dos fitopatologistas dra. Claudia Godoy e do prof. Erlei Melo, fica muito claro o grande problema que iremos enfrentar referente à ferrugem asiática nas próximas safras, e a preocupação deles quanto ao controle da doença sem uso dos protetores... Minha pergunta é: não vejo esses e outros renomados pesquisadores comentarem ou mencionarem a resistência genética também como uma ferramenta para auxiliar no controle da f. asiática... claro que falamos em 34 milhões de ha de soja e a doença ocorre com maior ou menor pressão dependendo do ambiente onde será semeada - e que não temos ainda disponível no mercado cultivares que abrangem toda essa área -, mas temos cultivares com genes de resistência, atingindo uma área plantada com mais de 2,5 milhões de ha no Sul do BR. Também sabemos que várias obtentoras estão anunciando que para as próximas safras também terão essa tecnologia..., portanto, não seria o caso, assim como comentou Dr. Erlei, de as empresas trabalharem com misturas prontas e a pesquisa também realizar trabalhos usando essas cultivares para também aumentar a proteção contra a doença??? assim teriamos disponível o máximo de ferramentas possível para poder mantermos o potencial produtivo das lavouras de soja?? No mais, parabéns pelas reportagens. (Sérgio Luiz Marchi).

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    • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR

      Soja resistente a ferrugem não vende fungicida. Este ano, visitei uma lavoura de soja safrinha plantada com variedade Inox. Duas aplicações de fungicidas e está limpa. Folhas amarelas. Se o problema da soja safrinha é a quantidade de aplicações, o problema está resolvido. Criar um clima de fim de mundo ajuda e muito na venda de fungicidas. Os vendedores já estão fazendo terrorismo psicológico, dizendo que irá faltar fungicida na próxima safra. Foi a mesma coisa com a lagarta Helicoverpa.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Bem lembrado, cadê o "problemão" Helicoverpa ???

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    • FABIANO DALL ASTA Canarana - MT

      A prova que vai faltar fungicida é que o produto que pagamos 100.00 o litro esse ano , ja me ofereceram a 85.00 pra 2018.

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