Fala Produtor
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Daniel de Souza Dias Quinta do Sol - PR 25/05/2012 00:00
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Valdir Edemar Fries Itambé - PR 25/05/2012 00:00
O EXECUTIVO FEZ USO DO PODER DEMOCRÁTICO DANDO SUA PARCELA DE CONTRIBUIÇÃO PARA TERMOS UM NOVO CÓDIGO FLORESTAL NA GRANDEZA DO NOSSO PAÍS - Através das informações repassadas em entrevista coletiva, pelos Ministros da Agricultura, Desenvolvimento Agrário, Advogacia Geral da União e a Ministra do meio ambiente, pode-se afirmar que o PODER EXECUTIVO teve o bom senso nas questões das alterações aprovadas no novo código florestal. As decisões da Presidente contradisse aos interesse dos parlamentares do PT que votaram contra as alterações do código, e além de terem votado contra as alterações pediam que a Presidente Dilma vetasse o novo código aprovado na Câmara dos Deputados. A presidente Dilma também não atendeu aos protestos da Organizações Não Governamentais - ONGs ambientalistas e muito menos ao apelo da CNBB que ao invés de usar de meios pacíficos, veio a publico através do secretário geral tentar INFLAMAR um debate feito democraticamente, conforme se pronunciou o secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Leonardo Steiner, disse (dia 7/05/2010) que se o novo Código Florestal entrar em vigor como foi enviado pelo Congresso para sanção presidencial, “provavelmente aumentará os confrontos”.
O novo Código Florestal foi amplamente debatido, aqueles que não participaram vieram de ultima hora tentar inflamar usando do "provavelmente aumentará os confrontos" no meio rural, sendo que o Código Florestal de 1965 nunca foi o motivo de conflitos, os conflitos no campo sempre existiu no Brasil por força das questões agrarias e ou pela posse da terra e não simplesmente pelo fato das determinações legais do código florestal, até porque o próprio governo motivou e levou muitos produtores rurais a ficarem na irregularidade.
De forma geral o que foi divulgado nos da tranquilidade e temos certeza que o Congresso Nacional irá realizar os ajustes finais em beneficio de um Projeto Brasil, tanto defendido pelos produtores rurais, condenado e contrariado pelos "ambientalistas" e pela bancada do Partido dos Trabalhadores além de outros nanicos.
As alterações devem trazer tranquilidade para o produtor rural poder continuar produzindo, e o PODER de produzir com tranquilidade jurídica "CERTAMENTE IRÁ PROMOVER A PAZ NO CAMPO, garantia de comida na mesa de cada família Brasileira é o primeiro CONFRONTO que precisamos enfrentar para acabar com a miséria, e o produtor rural sempre soube disso.
Por Valdir Edemar Fries.
Comentário referente a notícia: [b]AO VIVO: Dilma veta 12 dos 84 artigos do Código Florestal[/b]
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julio cesar vieira Sandovalina - SP 25/05/2012 00:00
gostaria de saber até quando estes ambientalistas de m... vão atrapalhar a vida dos produtores rurais, que como sempre são os vilões da história e vivem pagando a conta de nosso pais nós colocando entre as 5 potências do mundo, e alimentando as famílias e as mordomias destes b... que nem sabem oque estão falando. Vamos botar a boca no mundo povo, nós agricultures juntos derubamos qualquer veto é só nos unirmos sem nosso suor este pais não é nada, não tem riqeza nenhuma até quando vamos abaichar a cabeça .
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Heure Aevum Praia Grande - SP 25/05/2012 00:00
Parabéns a presidenta por exercer a democracia e vetar os maus feitos do código do Piau. O Agro não precisa desmatar matas ciliares para crescer, existem 174 milhões de hectares de pastagens degradadas para isso. E o Agro nem merecia ficar taxado com a pecha de desmatador, já que historicamente cresceu apoiado em tecnologias benéficas ao meio ambiente, como o biocombustível de cana, plantio direto, e conservação de apps nas margens dos rios.
Comentário referente a notícia: [b]AO VIVO: Dilma veta 12 dos 84 artigos do Código Florestal[/b]
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José Armando Nogueira Salvador - BA 25/05/2012 00:00
O que a ministra Ideli não leva em conta quando diz que a opinião pública, baseada em 1 milhão de assinaturas não dá nem para o cheiro de mais de 30 milhões de produtores e dependentes diretos do agronegócio resolverem botar seus tratores, colheitadeiras, bois e cavalos em plena Esplanada dos Ministérios. Aí eu quero ver como vai ficar a tal de opinião pública, com base em meia dúzia de gatos pingados e sem o menor conhecimento do que imaginam defender. Além da carestia e da fome, como já se falou tanto por aqui, que serão inevitáveis! Tudo que precisa acontecer neste país é um candidato/candidata à presidência da República, que respeite o maior patrimônio econômico e social do Brasil nos últimos 100 anos de nossa História: a agricultura e pecuária brasileiras. Vamos começar, desde já,
uma campanha para viabilizar, solidificar e vencer em 2014, com KÁTIA ABREU PARA PRESIDENTE!
Comentário referente a notícia: [b]Código Florestal: Notícias Agrícolas transmite AO VIVO decisão de Dilma às 14h[/b]
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Almir José Rebelo de Oliveira Tupanciretã - RS 25/05/2012 00:00
No momento em que sinto orgulho dos cientistas brasileiros se posicionando publicamente contra o golpe do aquecimento global, surgem 4 situações preocupantes:
1) Os ambientanalfas mundiais estão dizendo que, no Brasil para produção de 1 kg de carne se emite 335 kg de CO2 equivalents às emissões de CO2 por 1 automóvel percorrendo 1600 km!!!. Vejam o absurdo!...
2) A tal de ONG Avaaz, num verdadeiro golpe contra nossa soberania, entrega um famigerado abaixo-assinado contra o código florestal brasileiro;
3) Aquela rede de TV famosa manda seu aviãozinho à procura de fazendas para denunciar trabalho-escravo com o objetivo de desapropriá-la, num verdadeiro golpe contra o direito de propriedade;
4) Se a Presidenta vetar totalmente o artigo 61, provavelmente ela deverá estabelecer larguras de matas ciliares de acordo com o tamanho do produtor ou propriedade, o que será bom por um lado (porque derruba a tese dos ambientalistas) mas por outro prejudicará a produção de alimentos que estão garantindo o equilíbrio econômico, social e político do Brasil. Desta foram, para consertar esses erros, teremos muito trabalho pela frente. Então Vamos em Frente!!! Abraços... Almir Rebelo
Comentário referente a notícia: [b]A Presidente do Brasil sancionará hoje o novo Código Florestal no dia do Trabalhador Rural[/b]
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Márcia Vanderléa da Silva Barbosa Taguatinga - DF 25/05/2012 00:00
Concordo plenamente com o seu comentário Glauber, pois moro em Brasília e trabalho com agricultura em Cristalina-Goiás. É realmente absurda a falta de informação nos grandes centros quanto ao trabalho do homem do campo que sustenta hoje a balança comercial do país, bem como fornece todo o alimento que é consumido nos grandes centros e ainda preserva o meio ambiente através de reservas legais e APPs. Acho que precisamos nos organizarmos como as ONGs são organizadas para trabalharmos melhor a comunicação entre o que realmente acontece pelo interior do país e os grandes centros. Precisamos URGENTE fazermos alguma coisa nesse sentido, senão daqui a pouco não conseguiremos nem mais produzir neste país...
Comentário referente a notícia: [b]A cadeia da soja precisa se comunicar melhor[/b]
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joão carlos metzdorf Ibirubá - RS 25/05/2012 00:00
Sugestão para os jornalistas: tchê, peguem alguns desses manifestantes (de barriguinha cheia) ai em Brasilia contra o código florestal e façam umas 10 perguntas sobre o dia-a-dia da agricultura, da pecuária, e do proprio Código..."Rodam a pitiça" na certa. Quem tirar "nota" cinco, segue agitando. Por favor, nós produtores somos mais ambientalistas do que qualquer cidadão deste país. Por favor...
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José Roberto de Menezes Londrina - PR 25/05/2012 00:00
Na disputa pelos benefícios gerados com o suor do trabalho árduo e honesto dos agricultores brasileiros, políticos oportunistas e falsos ambientalistas extrapolam os limites da verdade, dos bons costumes e dos conhecimentos tecnológicos existentes. Não há duvidas: as mentiras, maldades e erros remanescentes do atual código florestal brasileiro irão causar grandes prejuízos ao Brasil e aos brasileiros. Todavia, com o ruim pode ficar pior. Tudo indica que a presidente vai inserir alterações que protejam a poluição industrial (pré - sal) e penalize a agricultura (produção de alimentos). O aumento da expropriação de terras produtivas e a criminalização do trabalho é uma exigência dos ambientalistas de asfalto e petistas raivosos.
Comentário referente a notícia: [b]Código Florestal: Vetos ao texto serão apresentados às 14h[/b]
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Vacir P. DeOliveira olathe ks usa - MG 25/05/2012 00:00
Nós, brasileiros, somos mesmo um bando de paus-mandados e idiotas que acreditam nestas palhaçadas... Onde está o meu espelhozinho? Cuidado, minha gente, estes colonizadores podem botar fogo nos nossos rios e morremos todos de sede... Muito cuidado pessoal, os pitbulls estão soltos, e nós, possuidores do famoso complexo de vira-lata, enfiamos o rabo entre as pernas, e obedecemos. Eta, Brasil, meu Deus.
Comentário referente a notícia: [b]Cientistas negam aquecimento global em carta à Presidente Dilma[/b]
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José Armando Nogueira Salvador - BA 24/05/2012 00:00
VALE A PENA LER E GUARDAR.É UM DOCUMENTO PRECIOSO. Carta aberta à presidente Dilma Rousseff
Mudanças climáticas: hora de recobrar o bom senso...
Exma. Sra.
Dilma Vana Rousseff
Presidente da República Federativa do Brasil
Excelentíssima Senhora Presidente:
Em uma recente reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, a senhora afirmou que a fantasia não tem lugar nas discussões sobre um novo paradigma de crescimento - do qual a humanidade necessita, com urgência, para proporcionar a extensão dos benefícios do conhecimento a todas as sociedades do planeta. Na mesma ocasião, a senhora assinalou que o debate sobre o desenvolvimento sustentado precisa ser pautado pelo direito dos povos ao progresso, com o devido fundamento científico.
Assim sendo, permita-nos complementar tais formulações, destacando o fato de que as discussões sobre o tema central da agenda ambiental, as mudanças climáticas, têm sido pautadas, predominantemente, por motivações ideológicas, políticas, acadêmicas e econômicas restritas. Isto as têm afastado, não apenas dos princípios basilares da prática científica, como também dos interesses maiores das sociedades de todo o mundo, inclusive a brasileira. Por isso, apresentamos-lhe as considerações a seguir.
1) Não há evidências físicas da influência humana no clima global:
A despeito de todo o sensacionalismo a respeito, não existe qualquer evidência física observada no mundo real que permita demonstrar que as mudanças climáticas globais, ocorridas desde a revolução industrial do século XVIII, sejam anômalas em relação às ocorridas anteriormente, no passado histórico e geológico - anomalias que, se ocorressem, caracterizariam a influência humana.
Todos os prognósticos que indicam elevações exageradas das temperaturas e dos níveis do mar, nas décadas vindouras, além de outros efeitos negativos atribuídos ao lançamento de compostos de carbono de origem humana (antropogênicos) na atmosfera, baseiam-se em projeções de modelos matemáticos, que constituem apenas simplificações limitadas do sistema climático - e, portanto, não deveriam ser usados para fundamentar políticas públicas e estratégias de longo alcance e com grandes impactos socioeconômicos de âmbito global.
A influência humana no clima restringe-se às cidades e seus entornos, em situações específicas de calmarias, sendo estes efeitos bastante conhecidos, mas sem influência em escala planetária. Para que a ação humana no clima global ficasse demonstrada, seria preciso que, nos últimos dois séculos, estivessem ocorrendo níveis inusitadamente altos de temperaturas e níveis do mar e, principalmente, que as suas taxas de variação (gradientes) fossem superiores às verificadas anteriormente.
O relatório de 2007 do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) registra que, no período 1850-2000, as temperaturas aumentaram 0,74°C, e que, entre 1870 e 2000, os níveis do mar subiram 0,2 m.
Ora, ao longo do Holoceno, a época geológica correspondente aos últimos 12.000 anos em que a civilização tem existido, houve diversos períodos com temperaturas mais altas que as atuais. No Holoceno Médio, há 5.000-6.000 anos, as temperaturas médias chegaram a ser 2-3°C superiores às atuais, enquanto os níveis do mar atingiam até 3 metros acima do atual. Igualmente, nos períodos quentes conhecidos como Minoano (1500-1200 a.C.), Romano (séc. VI a.C.-V d.C.) e Medieval (séc. X-XIII d.C.), as temperaturas atingiram mais de 1°C acima das atuais.
Quanto às taxas de variação desses indicadores, não se observa qualquer aceleração anormal delas nos últimos dois séculos. Ao contrário, nos últimos 20.000 anos, desde o início do degelo da última glaciação, houve períodos em que as variações de temperaturas e níveis do mar chegaram a ser uma ordem de grandeza mais rápidas que as verificadas desde o século XIX.
Entre 12.900 e 11.600 anos atrás, no período frio denominado Dryas Recente, as temperaturas caíram cerca de 8°C em menos de 50 anos e, ao término dele, voltaram a subir na mesma proporção, em pouco mais de meio século.
Quanto ao nível do mar, ele subiu cerca de 120 metros, entre 18.000 e 6.000 anos atrás, o que equivale a uma taxa média de 1 metro por século, suficiente para impactar visualmente as gerações sucessivas das populações que habitavam as margens continentais. No período entre 14.650 e 14.300 anos atrás, a elevação foi ainda mais rápida, atingindo cerca de 14 metros em apenas 350 anos - equivalente a 4 m por século.
Por conseguinte, as variações observadas no período da industrialização se enquadram, com muita folga, dentro da faixa de oscilações naturais do clima e, portanto, não podem ser atribuídas ao uso dos combustíveis fósseis ou a qualquer outro tipo de atividade vinculada ao desenvolvimento humano.
Tais dados representam apenas uma ínfima fração das evidências proporcionadas por, literalmente, milhares de estudos realizados em todos os continentes, por cientistas de dezenas de países, devidamente publicados na literatura científica internacional. Desafortunadamente, é raro que algum destes estudos ganhe repercussão na mídia, quase sempre mais inclinada à promoção de um alarmismo sensacionalista e desorientador.
2) A hipótese "antropogênica" é um desserviço à ciência:
A boa prática científica pressupõe a busca permanente de uma convergência entre hipóteses e evidências. Como a hipótese do aquecimento global antropogênico (AGA) não se fundamenta em evidências físicas observadas, a insistência na sua preservação representa um grande desserviço à ciência e à sua necessária colocação a serviço do progresso da humanidade.
A história registra numerosos exemplos dos efeitos nefastos do atrelamento da ciência a ideologias e outros interesses restritos. Nos países da antiga URSS, as ciências biológicas e agrícolas ainda se ressentem das consequências do atraso de décadas provocado pela sua subordinação aos ditames e à truculência de Trofim D. Lysenko, apoiado pelo ditador Josef Stálin e seus sucessores imediatos, que rejeitava a genética, mesmo diante dos avanços obtidos por cientistas de todo o mundo, inclusive na própria URSS, por considerá-la uma ciência "burguesa e antirrevolucionária". O empenho na imposição do AGA, sem as devidas evidências, equivale a uma versão atual do"lysenkoísmo", que tem custado caro à humanidade, em recursos humanos, técnicos e econômicos desperdiçados com um problema inexistente.
Ademais, ao conferir ao dióxido de carbono (CO2) e outros gases produzidos pelas atividades humanas o papel de principais protagonistas da dinâmica climática, a hipótese do AGA simplifica e distorce um processo extremamente complexo, no qual interagem fatores astrofísicos, atmosféricos, geológicos, geomorfológicos, oceânicos e biológicos, que a ciência apenas começa a entender em sua abrangência.
Um exemplo dos riscos dessa simplificação é a possibilidade real de que o período até a década de 2030 experimente um considerável resfriamento, em vez de aquecimento, devido ao efeito combinado de um período de baixa atividade solar e de uma fase de resfriamento do oceano Pacífico (Oscilação Decadal do Pacífico, ODP), em um cenário semelhante ao verificado entre 1947-1976. Vale observar que, naquele intervalo, o Brasil experimentou uma redução de 10-30% nas chuvas, o que acarretou problemas de abastecimento de água e geração elétrica, além de um aumento das geadas fortes, que muito contribuíram para erradicar o café no Paraná. Se tais condições se repetirem, o País poderá ter sérios problemas, inclusive, nas áreas de expansão da fronteira agrícola das regiões Centro-Oeste e Norte e na geração hidrelétrica (particularmente, considerando a proliferação de reservatórios "a fio d'água",impostos pelas restrições ambientais).
A propósito, o decantado limite de 2°C para a elevação das temperaturas, que, supostamente, não poderia ser superado e tem justificado todas as restrições propostas para os combustíveis fósseis, também não tem qualquer base científica: trata-se de uma criação "política" do físico Hans-Joachim Schellnhuber, assessor científico do governo alemão, como admitido por ele próprio, em uma entrevista à revista Der Spiegel (17/10/2010).
3) O alarmismo climático é contraproducente:
O alarmismo que tem caracterizado as discussões sobre as mudanças climáticas é extremamente prejudicial à atitude correta necessária frente a elas, que deve ser orientada pelo bom senso e pelo conceito de resiliência, em lugar de submeter as sociedades a restrições tecnológicas e econômicas absolutamente desnecessárias.
No caso, resiliência significa a flexibilidade das condições físicas de sobrevivência e funcionamento das sociedades, além da capacidade de resposta às emergências, permitindo-lhes reduzir a sua vulnerabilidade às oscilações climáticas e outros fenômenos naturais potencialmente perigosos. Tais requisitos incluem, por exemplo, a redundância de fontes alimentícias (inclusive a disponibilidade de sementes geneticamente modificadas para todas as condições climáticas), capacidade de armazenamento de alimentos, infraestrutura de transportes, energia e comunicações e outros fatores.
Portanto, o caminho mais racional e eficiente para aumentar a resiliência da humanidade, diante das mudanças climáticas inevitáveis, é a elevação geral dos seus níveis de desenvolvimento e progresso aos patamares permitidos pela ciência e pela tecnologia modernas.
Além disso, o alarmismo desvia as atenções das emergências e prioridades reais. Um exemplo é a indisponibilidade de sistemas de saneamento básico para mais da metade da população mundial, cujas consequências constituem, de longe, o principal problema ambiental do planeta. Outro é a falta de acesso à eletricidade, que atinge mais de 1,5 bilhão de pessoas, principalmente, na Ásia, África e América Latina.
No Brasil, sem mencionar o déficit de saneamento, grande parte dos recursos que têm sido alocados a programas vinculados às mudanças climáticas, segundo o enfoque da redução das emissões de carbono, teria uma destinação mais útil à sociedade se fossem empregados na correção de deficiências reais, como: a falta de um satélite meteorológico próprio (de que dispõem países como a China e a Índia); a ampliação e melhor distribuição territorial da rede de estações meteorológicas, inferior aos padrões recomendados pela Organização Meteorológica Mundial, para um território com as dimensões do brasileiro; o aumento do número de radares meteorológicos e a sua interligação aos sistemas de defesa civil; a consolidação de uma base nacional de dados climatológicos, agrupando os dados de todas as estações meteorológicas do País, muitos dos quais sequer foram digitalizados.
4) A "descarbonização" da economia é desnecessária e economicamente deletéria:
Uma vez que as emissões antropogênicas de carbono não provocam impactos verificáveis no clima global, toda a agenda da"descarbonização" da economia, ou "economia de baixo carbono", se torna desnecessária e contraproducente - sendo, na verdade, uma pseudo-solução para um problema inexistente. A insistência na sua preservação, por força da inércia do status quo, não implicará em qualquer efeito sobre o clima, mas tenderá a aprofundar os seus numerosos impactos negativos.
O principal deles é o encarecimento desnecessário das tarifas de energia e de uma série de atividades econômicas, em razão de: a) os pesados subsídios concedidos à exploração de fontes energéticas de baixa eficiência, como a eólica e solar - ademais, inaptas para a geração elétrica de base (e já em retração na União Europeia, que investiu fortemente nelas); b) a imposição de cotas e taxas vinculadas às emissões de carbono, como fizeram a Austrália, sob grande rejeição popular, e a União Europeia, para viabilizar o seu mercado de créditos de carbono; c) a imposição de medidas de captura e sequestro de carbono (CCS) a várias atividades.
Os principais beneficiários de tais medidas têm sido os fornecedores de equipamentos e serviços de CCS e os participantes dos intrinsecamente inúteis mercados de carbono, que não têm qualquer fundamento econômico real e se sustentam tão somente em uma demanda artificial criada sobre uma necessidade inexistente. Vale acrescentar que tais mercados têm se prestado a toda sorte de atividades fraudulentas, inclusive, no Brasil, onde autoridades federais investigam contratos de carbono ilegais envolvendo tribos indígenas, na Amazônia, e a criação irregular de áreas de proteção ambiental para tais finalidades escusas, no estado de São Paulo.
5) É preciso uma guinada para o futuro:
Pela primeira vez na história, a humanidade detém um acervo de conhecimentos e recursos físicos, técnicos e humanos, para prover a virtual totalidade das necessidades materiais de uma população ainda maior que a atual. Esta perspectiva viabiliza a possibilidade de se universalizar - de uma forma inteiramente sustentável - os níveis gerais de bem-estar usufruídos pelos países mais avançados, em termos de infraestrutura de água, saneamento, energia, transportes, comunicações, serviços de saúde e educação e outras conquistas da vida civilizada moderna. A despeito dos falaciosos argumentos contrários a tal perspectiva, os principais obstáculos à sua concretização, em menos de duas gerações, são mentais e políticos, e não físicos e ambientais.
Para tanto, o alarmismo ambientalista, em geral, e climático, em particular, terá que ser apeado do seu atual pedestal de privilégios imerecidos e substituído por uma estratégia que privilegie os princípios científicos, o bem comum e o bom senso.
A conferência Rio+20 poderá ser uma oportuna plataforma para essa necessária reorientação.
Kenitiro Suguio
Geólogo, Doutor em Geologia Professor Emérito do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP)
Membro titular da Academia Brasileira de Ciências
Luiz Carlos Baldicero Molion
Físico, Doutor em Meteorologia e Pós-doutor em Hidrologia de Florestas Pesquisador Sênior (aposentado) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Professor Associado da Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Fernando de Mello Gomide
Físico, Professor Titular (aposentado) do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA)
Co-autor do livro Philosophy of Science: Brief History (Amazon Books, 2010, com Marcelo Samuel Berman)
José Bueno Conti
Geógrafo, Doutor em Geografia Física e Livre-docente em Climatologia
Professor Titular do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)
Autor do livro Clima e Meio Ambiente (Atual, 2011)
José Carlos Parente de Oliveira
Físico, Doutor em Física e Pós-doutor em Física da Atmosfera Professor Associado (aposentado) da Universidade Federal do Ceará (UFC)
Professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE)
Francisco Arthur Silva Vecchia
Engenheiro de Produção, Mestre em Arquitetura e Doutor em Geografia Professor Associado do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia de São Carlos (USP)
Diretor do Centro de Recursos Hídricos e Ecologia Aplicada (CRHEA)
Ricardo Augusto Felicio
Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia
Professor do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP)
Antonio Jaschke Machado
Meteorologista, Mestre e Doutor em Climatologia
Professor do Departamento de Geografia da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP)
João Wagner Alencar Castro
Geólogo, Mestre em Sedimentologia e Doutor em Geomorfologia Professor Adjunto do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Chefe do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional / UFRJ
Helena Polivanov
Geóloga, Mestra em Geologia de Engenharia e Doutora em Geologia de Engenharia e Ambiental
Professora Associada do Departamento de Geologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Gustavo Macedo de Mello Baptista
Geógrafo, Mestre em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos e Doutor em Geologia
Professor Adjunto do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília (UnB)
Autor do livro Aquecimento Global: ciência ou religião? (Hinterlândia, 2009)
Paulo Cesar Soares Geólogo,
Doutor em Ciências e Livre-docente em Estratigrafia Professor Titular da Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Gildo Magalhães dos Santos Filho
Engenheiro Eletrônico, Doutor em História Social e Livre-docente em História da Ciência e Tecnologia
Professor Associado do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP)
Paulo Cesar Martins Pereira de Azevedo Branco
Geólogo, Pesquisador em Geociências (B-Sênior) do Serviço Geológico do Brasil - CPRM
Especialista em Geoprocessamento e Modelagem Espacial de Dados em Geociências
Daniela de Souza Onça
Geógrafa, Mestra e Doutora em Climatologia
Professora da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
Marcos José de Oliveira
Engenheiro Ambiental, Mestre em Engenharia Ambiental e Climatologia Aplicada
Doutorando em Geociências Aplicadas na Universidade de Brasília (UnB)
Geraldo Luís Saraiva Lino
Geólogo, coeditor do sítio Alerta em Rede
Autor do livro A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial (Capax Dei, 2009)
Maria Angélica Barreto Ramos
Geóloga, Pesquisadora em Geociências (Senior) do Serviço Geológico do Brasil - CPRM
Mestre em Geociências - Opção Geoquímica Ambiental e Especialista em Geoprocessamento e Modelagem Espacial de Dados em Geociências aqui e clique em enviar
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victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG 24/05/2012 00:00
Em tempo: 50% do território já pertence aos laranjo-ambientalistas...
Comentário referente a notícia: [b]Cientistas negam aquecimento global em carta à Presidente Dilma[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=106163
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victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG 24/05/2012 00:00
Este informe vem um pouco tarde, pois o objetivo já foi alcançado: 20%, 50% e 80% de nosso pais já está indisponivel pelo novo Código Florestal... O Iraque foi tomado sob alegação de "armas de destruição em massa", mas ada foi achado, depois pediram desculpas, mas o objetivo também foi alcançado naquela estúpida invasão... Fazendo a média, 75 % de nosso território já pertence aos laranjo-ambientalistas...
Comentário referente a notícia: [b]Cientistas negam aquecimento global em carta à Presidente Dilma[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=106163
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Sirley Cunha (PEDAGOGA) Curitibanos - SC 24/05/2012 00:00
Gostaria de saber por que na miha região o soja não tem o preço de acordo com o do mercado, oscilando sempre muito mais abaixo... minha região é o planalto catarinense....
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Roberto Carlos Maurer Almirante Tamandaré do Sul - RS 24/05/2012 00:00
Eu apoio o sem-teto, tem que ficar e lutar... estes bunda-moles que mamam nas tetas do poder publico e tem a vida mansa não sabem o que é não ter um só lugar onde podem ficar... se eu morasse mais perto, emprestaria o machado e a motosserra para colocar tudo a baixo. Dias atrás vi numa reportage em uma tv de São Paulo que em determinada cidade existia uma casa para acolher cachorros abandonados (nada contra os cachorros) porém na mesma cidade não existia lugar para acolher crianças, idosos, mendigos, abandonados, etc... É nesta sociedade que estamos valorizando mais um animal do que um ser humano. O povo vai se revoltar e vai começar pela parte mais humilde... Afinal somos todos brasileiros.
Comentário referente a notícia: [b]Juíza determina expulsão de 8 mil sem teto de APP e é ameaçada de morte[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=106161
Como ficou, vai poder contar com as areas de APP para atingir os porcentuais de RL?