Fala Produtor
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Stéfano Passinato Mineiros - GO 26/02/2010 00:00
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Hilário Casonatto Lucas do Rio Verde - MT 26/02/2010 00:00
ACHO ILUSORIO PENSAR QUE O FRETE VAI BARATEAR, ACHO QUE VAI É CONTINUAR TUDO IGUAL, O QUE VAI ACONTECER É FICAR MAIS RAPIDO O ESCOAMENTO... CONCORDO COM O TELMO, O QUE PRECISAMOS É ESMAGAR TODA A SOJA COLHIDA NO MT, NO PROPRIO ESTADO E EXPORTAR O FARELO E OLEO, (PRINCIPALMENTE O OLEO -- TIRANDO O DE COZINHA, DO RESTANTE FAZER BIODISEL NAS REGIÕES PRODUTORAS) E NÃO LEVAR O PRODUTO PARA PASSEAR...
Comentário referente a notícia: [b]MT: Construção de ferrovia vai melhorar a renda agrícola[/b]
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Telmo Heinen Formosa - GO 26/02/2010 00:00
Uma ferrovia não será a panacéia que estão pensando. Estes projetos megalomaniacos são inventados no estilo "roubolation" porque quanto maior a obra, maior a verba e daí uma porcentagenzinha pequena que é desviada, foge aos olhos dos jornalistas ignóbeis em aritmética e até de auditores menos sagazes. Me mostra uma única obra "tecnicamente lógica" concebida pelos politicos! Se TIRAR o pedágio que estão cobrando dos caminhões, o frete deles fica menor do que o da Ferrovia ( ) acesso à ferrovia... Gente, não tem FUTURO transportar grãos baratos do centro do país para exportar por portos fora do fluxo. De que adianta levar a produção para um Porto de onde o frete é mais barato se para ter Navio lá ele precisa ir vazio de Santos ou de Paranaguá para lá? No frigir dos ovos vai ser mais caro... Tem que industrializar os grãos nesta região, transforma-los em carne e derivados.
Comentário referente a notícia: [b]MT: Construção de ferrovia vai melhorar a renda agrícola[/b]
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Roberto Castro Oliveira uberlandia - MG 26/02/2010 00:00
Parabéns aos organizadores do evento .
Gostaria de um contacto direto com o sr: Murilo Garcia, para que eu possa colher informacões e posterior divulgacão dessa prática em minha região .
Comentário referente a notícia: [b]Análise de mercado do feijão[/b]
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Angelo Miquelão Filho Apucarana - PR 26/02/2010 00:00
Já que o governo é incompetente em desonerar o produtor rural, nada mais justo que seja feito na Justiça.
Não é possivel que continuemos a pagar quase 40% em impostos de tudo que fazemos, e ver neguinho enfiar na cueca, meia e sabe-se lá onde mais!
E depois ter que ouvir o presidente falar que as imagens não provam nada! O que é prova então?
E agora o Arruda vai trocar a cadeia pelo afastamento do governo, assim como fizeram outros bandidos do PT.
São como pardais, tem em todo lugar, não valem nada e ainda defecam no país inteiro!
Estamos mal de governo, mas ainda pode piorar!
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Rui Ottoni Prado[/b]
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Hilário Casonatto Lucas do Rio Verde - MT 26/02/2010 00:00
Quanto aos chineses eles estão comprando mais..., mas também exportando mais farelo e oleo. Quanto ao MT o nosso Estado terá uma receita de R$ 2.7 bilhões a menos se continuarem os atuais preços da soja colhida nessa safra. -
Comentário referente a notícia: [b]Abiove diz que preços menores da soja podem afetar Mato Grosso[/b]
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Augusto Mumbach Goiânia - GO 26/02/2010 00:00
Caro Sr. Becker, a esquerda brasileira não se tornou o bicho-papão porque a primeira coisa que fez quando tomou o poder foi abandonar sua ideologia e se mancomunar com o PMDB. O golpe do PT ainda não saiu porque o PT não conseguiu, ainda. Os objetivos de Lula: 1) Desarmar a população. 2) Acabar com a agricultura mais viável do mundo através de pseudoecologia e pseudo-direitos humanos, destruindo o cerne de nossa economia. 3) Promover e aumentar o monopólio da Petrobrás e ficar de governante-dono-ditador a exemplo de seu coleguinha tiranete Chaves. Tudo com o apoio de nossos supersábios eleitores que nunca leram um livro e são educados pelas novelas da globo. Bela democracia.
Comentário referente a notícia: [b]Grandes perigos nos aguardam[/b]
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Virgilio Andrade Moreira La Paloma 26/02/2010 00:00
Prezado João Batista, Ana Amélia e amigos,,, agricultura familiar é uma coisa pejorativa que tende a desaparecer..., dizem os ideólogos que seria o ideal,, mas na verdade não existe,,, as pessoas querem ir para a cidade, ver filme no shopping e não querem saber de plantar mandioca, tirar leite de madrugada e etc..... O que vai prevalecer é o agricultor eficiente,, o agricultor que usa técnica,,, lutador idealista,,, e quem sabe vai ainda conseguir tirar lucro,,, e criar ((gerar)empregos.. Na poesia é muito facil falar,,, mas dos assentamentos da reforma agrária sobram de 100 uns quatro ou cinco,,, que têm aptidão e garra,,, da reforma agrária pouca coisa de útil resta ou sobra,,, é a mesma coisa que queimar dinheiro,, visto depois da terra,, onde está o capital?? O conhecimento ?? o financiamento?? ou seja,,, é melhor arrumar uma casa na cidade para o pessoal dito desamparado e sem terra. O governo ainda vai descobrir isto,, depois de queimar bilhões muito necessários. em outras áreas como saude educação e saneamento básico,, ferrovias hidrovias. . Na verdade não existe diferença entre agricultura familiar e empresarial,,, isto é apenas lorota e nhe nhe nhe.... O agricultor eficiente tb tem família,,, e cria muito mais empregos. Na verdade ninguem segura o progresso,,, e viva a biotecnologia,, a lavoura empresarial e tb os arrendatários,, que apesar de não terem terras,,, vão à luta e conseguem ainda vencer e ter,, pasmem lucros.. Não existe ...capital selvagem,,, e sim uma selvagem falta de capital.. Eng Agr Virgilio Obrigado.
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miguel nunes neto Guajará-Mirim - RO 26/02/2010 00:00
A relação dos Estados liberados para exportação de carne para a China indica Roraima, o que deve estar errado porque o Estado não é livre de aftosa com vacinação, o certo com certeza é Rondonia.
Miguel Nunes Neto - Presidente do Sindicato Rural de Guajará Mirim-RO
Comentário referente a notícia: [b]EXCLUSIVO: Abiec confirma interesse da China na importação de carne bovina brasileira ainda este ano[/b]
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Paulo Renato Coelho Sinop - MT 26/02/2010 00:00
Aqui no Brasil um ministro de estado classifica aquele que sustenta o país de VIGARISTA, e ainda continua lá como se nada tivesse acontecido.
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Reinhold Stephanes[/b]
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Luiz S. Finoto navirai - MS 25/02/2010 00:00
No Brasil não tem camionete V-12, nos "united states" tem! Ai os caras de lá poluem, derrubam tudo, matam todos os indios, e ai vem querer preservar aqui? No caso da Serra Raposa do Sol, pergunto: que justiça é éssa??!!, me desculpem, mas não concordo! Quero ver esses ambientalistas ai sustentando 100 pessoas com 150 ha de mata fechada por 1 ano? O certo seria cada um no seu quadrado, meio ambiente na mão de ambientalista e fazenda na mão dos agronomos!
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Reinhold Stephanes[/b]
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VALMOR ILMAR BECKER Farroupilha - RS 25/02/2010 00:00
É interessante, e deprimente constatar que o radicalismo continua a cegar as pessoas. Admitamos, senhores, que o PT e a esquerda brasileira não são os bichos-papões que grande parte de nossa elite pregou, ao longo dos anos, para defender sua perpetuação no poder e legitimar um golpe militar que nos envergonha e que tanto mal nos causou.
O grande perigo atual, a meu ver, é a possibilidade de pessoas como o articulista, que não admitem - por não querer ver - que o Brasil mudou para melhor, buscarem alguma forma de, novamente, golpear nossa democracia, desrespeitando a vontade sábia e soberana dos eleitores.
Comentário referente a notícia: [b]Grandes perigos nos aguardam[/b]
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Odimar Dall igna Curitibanos - SC 25/02/2010 00:00
João Batista, gostaria de saber qual a diferença da agricultura empresarial da familiar..., eu acho que a chamada agricultura empresarial é a que movimenta este Pais..., mas infelizmente é tratada como poluidora, desmatadora, caloteira, pois na maioria das vezes nao consegue cobrir custos de produçao, nao tem apoio governamental nenhum, fica sempre na torcida que, em algum lugar, alguem nao produza para poder ter preço em seu produto..., vejam o caso de milho, soja, feijao, etc. Enquanto isso a agricultura familiar tem previlegios, ate mesmo na quantia de produtos em AGF..., tudo é feito para beneficiar a outra agricultura..., será que quando a chamada empresarial cansar ou nao tiver mais credito, ainda continuaremos batendo recordes de produtividade neste pais??? quem sabe não esteja mais do que na hora de pararmos de comprar maquinas, pois se nao enquadrarmo-nos no "mais alimentos" vamos deixar para a outra agricultura (a que vota no lula) produzir riquezas para este Brasil..., se continuarmos com este modelo de governo provavelmente vamosi ser uma futura Venezuela.
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Fabiano Ferrari Rondonópolis - MT 24/02/2010 00:00
Por erro de informação o Pres. da Aprosoja informou que os produtores devem voltar a recolher o imposto sobre a folha de pagamento, ficando assim desobrigados do recolhimento do Funrural. O que não é verdade..., a lei que determinada esse recolhimento em folha foi revogada pela nova lei que determinou a cobrança sobre a produção. Com a liminar deferida suspendendo a retenção do funrural não se pode falar em retornar ao pagamento de imposto de lei já revogada, ou seja, enquanto perdurar a liminar ou o governo não estabelecer nova forma de tributação, o produtor associado da Aprosoja esta totalmente desobrigado do recolhimento do FUNRURAL.
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Glauber Silveira[/b]
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Paulo Renato Coelho Sinop - MT 24/02/2010 00:00
O Telmo tirou da minha boca as palavras que postou. Muita lorota, muita ideologia barata, muita politicagem tentando agradar uma maioria de desocupados (travestidos de ambientalistas) que atravancam o avanço de um país como o Brasil. Porem, apesar "desses", o campo tem avançado. Por que não tirar mais nenhuma arvore? Com que base científica realmente comprovada, se aqui na nossa região temos clima, temos topografia e tudo o mais. Se nunca tivemos uma seca sequer. etc, etc, etc.... Gostaria de dizer muito mais, porem fica para uma outra oportunidade, se Deus assim o permitir. obrigado
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Reinhold Stephanes[/b]
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CARTA AO POVO BRASILEIRO
Imagine-se um hipotético indivíduo que doravante chamaremos de Sr. Oliveira.
O Sr. Oliveira é um homem comum. É um pai de família. Habita uma região metropolitana que poderia ser São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte ou Recife ou alguma outra grande cidade. Tem um emprego em uma instituição financeira, ou em uma revendedora de peças por exemplo. Pertence àquela classe média ligeira, que além de trabalhar 4 meses por ano de graça para o governo esforça-se para pagar as contas de aluguel, escola, natação e inglês dos filhos, plano de saúde, o guarda da rua e outros pormenores no fim do mês.
O Sr. Oliveira levanta-se de manhã e veste-se com roupas de algodão, algodão esse crescido nos campos de Chapadão do Sul, MS e processado em Blumenau, SC. Talvez esteja um pouco frio, e ele use um pulôver de lã de carneiros criados em Pelotas, RS e fabricado em Americana, SP. Calça seus sapatos de couro vindo de bois do Mato Grosso, e fabricados em Novo Hamburgo, RS.
Ele toma café da manhã, com ovos vindos de Bastos, SP, leite de uma cooperativa do Rio de Janeiro, broa de milho colhido em Londrina, PR, um mamão vindo do Espírito Santo, suco de laranja de Araraquara, SP e um cafezinho vindo direto de São Lourenço, MG.
Ele lê um jornal, impresso em papel feito de eucalipto crescido em Três Lagoas, MS.
O Sr. Oliveira entra em seu carro, abastecido com álcool de cana de açúcar produzida em Piracicaba, SP, com pneus de borracha saída dos seringais de São José do Rio Preto, SP.
Enquanto ele vai ao trabalho, a Sra. Oliveira vai às compras nos supermercados do bairro, sempre pesquisando os melhores preços das frutas, das verduras e da carne para não apertar o orçamento familiar.
No almoço, o Sr. Oliveira come um filé de frango criado no Paraná, alimentado com soja de Goiás e milho do Mato Grosso, com molho de tomate de Goiás. Tem arroz do Rio Grande do Sul, feijão dos pivôs do oeste baiano. Tem salada das hortas de Mogi das Cruzes, SP. Suco de uvas do Vale do São Francisco e de sobremesa goiabada feita com goiabas de Valinhos, SP e açúcar de Ribeirão Preto, SP, e queijo de Uberlândia, MG. Outro cafezinho dessa vez da Bahia.
Hoje a noite é de comemoração. Sua empresa fez um corte de pessoal mas felizmente o Sr. Oliveira manteve o emprego. Ele leva a esposa para jantar fora. Vinho do Vale dos Vinhedos gaúcho. Presuntos e frios de porco criado em Santa Catarina, alimentado com soja paranaense, filet mignon de bois criados no Sul do Pará. Chocolate produzido com cacau do sul da Bahia. E outro café de Minas, adoçado com açúcar pernambucano.
O Sr. Oliveira é um homem razoavelmente informado e inteligente. No dia seguinte ele lerá os jornais novamente.
Pelos jornais ele ficará sabendo que há conflitos em terras indígenas recentemente demarcadas e fazendeiros cujas famílias foram incentivadas a ocupar aquelas terras há décadas atrás. Pelos jornais ele ficará sabendo que a pecuária é a maior poluidora do país (embora ele mesmo tenha o sonho de um dia abandonar a cidade poluída e viver no campo por uma qualidade de vida melhor). Pelos jornais ele tem notícias de invasões de terras, de conflitos agrários, de saques e estradas bloqueadas (o Sr. Oliveira é a favor da reforma agrária, embora repudie a violência). Pelos jornais ele toma conhecimento de ações do Ministério Público contra empresas do agronegócio (ele não entende que mal há em empresas que ganham dinheiro). Pelos jornais ele acha que a Amazônia está sendo desmatada por plantadores de soja e criadores de boi.
Mas o Sr. Oliveira pensa que isso não tem nada a ver com ele.
Pois eu gostaria de agarrá-lo pela orelha, e gritar bem alto, de megafone talvez, não um, nem dez, mas mil megafones que TUDO ISSO É PROBLEMA DELE SIM!
-Gostaria de lhe dizer que a agropecuária está presente em todos os dias da vida dele.
-Gostaria de lhe dizer que o agronegócio gera um terço do PIB e dos empregos do país. Gostaria de lhe dizer que quem diz que a pecuária polui mente descaradamente.
-Gostaria de lhe dizer que o maior desmatador da Amazônia é o INCRA, que com o dinheiro dos impostos dele sustenta assentamentos que não produzem absolutamente nada, condenando uma multidão de miseráveis manipulados por canalhas balizados por uma ideologia assassina à eterna assistência do Estado.
-Gostaria de lhe dizer que estes mesmos canalhas estão tentando, sob a palatável desculpa dos direitos humanos, acabar com o direito de propriedade, arruinando qualquer futuro para o agronegócio brasileiro.
-Gostaria de lhe dizer, que os mesmos canalhas querem fechar índios que há 5 séculos estão em contato com brancos em gigantescos zoológicos onde eles estarão condenados à miséria e ao suicídio.
-Gostaria de lhe dizer que índios são 0,5% da população brasileira e não obstante são donos de 13% do país.
-Gostaria de lhe dizer que querem transformar 2/3 do país em reservas e parque que estão sendo demarcados sobre importantes reservas minerais e aqüíferos subterrâneos essenciais para o futuro do país.
-Gostaria de lhe dizer que a agricultura ocupa apenas 7,5% da superfície do país, e que mesmo assim somos os maiores exportadores do mundo de carne, soja, café, açúcar, suco de laranja e inúmeros outros produtos.
-Gostaria de lhe dizer que podemos dobrar ou triplicar a produção pecuária do país sem derrubar uma árvore sequer.
-Gostaria de lhe dizer que produtores rurais não são a espécie arrogante e retrógrada que os canalhas dizem que são.
-São gente que está vivendo em lugares onde você não se animaria a viver, transitando por estradas intransitáveis e mortais, acordando nas madrugadas para ver nascer um animal, rezando para chover na hora de plantar e para parar de chover na hora de colher, com um contato e um conhecimento da natureza muito maior do que o seu. São gente cujos antepassados foram enviados às fronteiras desse país para garantir que esse território fosse nosso, foi gente incentivada a abrir a mata, abrir estradas, plantar e colher, às vezes por causa do governo, às vezes apesar dele.
-Gostaria enfim de gritar a plenos pulmões, que qualquer problema que afete um produtor rural, uma empresa rural, uma agroindústria É UM PROBLEMA DELE, DO PAÍS E DO MUNDO.
-Sim, porque no mesmo jornal que o Sr. Oliveira leu, há uma nota de rodapé que diz que há 1 bilhão de pessoas no mundo passando fome.
-E grito finalmente para o Sr. Oliveira e tantos outros iguais a ele: ABRA OS OLHOS! e desconfie daqueles que querem transformar o agronegócio em uma atividade criminosa.
Auto desconhecido