Fala Produtor

  • Hélio José Alves de Figueiredo S. S. do Paraíso - MG 18/04/2009 00:00

    Nesta questão ambiental, em alguns estados como Santa Catarina, Espirito Santo, Rio Grande do Sul e principalmente Minas Gerais, nós devemos ter muito cuidado em relação as áreas de preservação permanente. Se continuar como está, este código ambiental inviabiliza grande parte das pequenas e médias propriedades destes Estados. 30 metros é muito, e além disto tem os carreadores que nós, produtores, temos que deixar. Vamos ter bom senso, Ministro Minc!!!

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  • Giovani Giotti Luis Eduardo Magalhães - BA 17/04/2009 00:00

    João Batista, gostaria de aproveitar o conhecimento do agrônomo-ambientalista Gert Roland Fischer para perguntar-lhe: se prevalecer o fim do uso do veneno de formiga, como ele, na categoria de "defensor do Meio Ambiente", combaterá esta praga que é prejudicial a qualquer cultura?

    Não aceito como resposta a colocação que "eu não aceito que devemos encontrar a solução deste problema" como ONGs patrocinadas pela rainha da inglatera (por sinal a maior acionista da Syngenta) já devem estar se preparando para usar. É uma vergonha que comunistas que nunca trabalharam na vida (pois o mesmo confessou nunca ter assinado uma receita agronomica) fiquem dando opiniao furada por ai... que vá morar lá na Venezuela. Sem mais, Giovani Giotti.

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  • Paulo Mano Júara - MT 17/04/2009 00:00

    João Batista, o frigorifico que tiver acesso a essa ajuda do governo, mesmo estando em "recuperaçao judicial", pode legalmente adiantar e quitar pagamento a seus fornecedores??? mesmo estes estando em uma lista de credores habilitados, com prazos pré-fixados para pagamento???

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  • Sind. dos Produtores Rurais de Boa Esperança e Campo do Meio Boa Esperança - MG 17/04/2009 00:00

    Notícia do dia 20/01/2008 - Garcafé tem maquiagem contábil e rombo de R$ 62 milhões, diz estudo

    A Garcafé (Cooperativa dos Cafeicultores de Garça) tem um rombo de R$ 62 milhões em dívidas acumuladas e escondidas por maquiagem contábil. A principal causa: compra e venda com prejuízo para a...

    A Garcafé (Cooperativa dos Cafeicultores de Garça) tem um rombo de R$ 62 milhões em dívidas acumuladas e escondidas por maquiagem contábil. A principal causa: compra e venda com prejuízo para a instituição.

    O rombo, quase mesmo volume da dívida na Prefeitura de Marília - foi revelado por perícia contratada por uma comissão liquidante da Cooperativa.

    O resultado surpreendeu os cooperados. A maquiagem contábil de 15 anos foi agravada por erros graves na comercialização.

    Segundo o presidente da comissão liquidante da Garcafé, José Wilson Lopes, o que a perícia demonstrou foi que a entidade foi administrada de forma irresponsável com prejuízos continuados.

    "A situação financeira não era mostrada de forma real. Balanços foram maquiados e chegou uma hora que ficou demonstrado que a administração era despreparada", disse Lopes.

    Só nos últimos cinco anos a Garcafé atingiu dívida de R$ 19 milhões. Segundo documentos da perícia a forma como o café era comercializado foi a principal responsável.

    Lopes diz que as exportações foram deixadas de lado, focando as vendas no mercado interno, com o agravante de que o produto era adquirido e vendido abaixo do preço de mercado.

    "Não temos condições de dizer se houve desvio. A comercialização é uma história esquisita porque houve operações que se vendeu muito abaixo do que a Garcafé havia comprado. A comercialização foi o principal ponto do prejuízo. Foi uma administração irresponsável", declarou Lopes.

    Desde junho de 2005, quando o então presidente Manoel Bertone foi afastado e quando a dívida girava em torno de R$ 47 milhões, a Garcafé se encontra em processo de liquidação.

    Bertone acompanhou a apresentação da perícia e disse ser inocente. Afirmou que não houve maquiagem ou qualquer manobra contábil para disfarçar crise.

    Quando foi afastado da direção, ele pretendia ratear rombo de R$ 20 milhões entre os 865 cooperados. Proposta foi rejeitada, Bertone afastado e a Garcafé entrou em liquidação.

    Bertone ocupou cargos de destaque na cooperativa ao longo de mais de 15 anos. Começou como assessor especial, passou para diretor e em 1995 foi eleito presidente, cargo em que ficou até 2004.

    Após assumir a comissão liquidante, além de cortar gastos e demitir funcionários, José Wilson Lopes solicitou auditoria nas contas da entidade.

    Agora, diz ele, a intenção é entrar na justiça para tentar punir os responsáveis pela dilapidação do patrimônio, além de reverter a situação dos cooperados.

    "Em vez de réus, queremos que os cooperados sejam reconhecidos como vítimas de uma estrutura montada. São pessoas de muito pouca informação e que não tinham como ter conhecimento do que ocorria", declarou Lopes.

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  • Milton da Silva Terra Roxa - PR 17/04/2009 00:00

    AO PROGRAMA NOTICIASAGRICOLAS - Quero relatar a preocupaçao que estamos vivendo..., somos agricultores desde criança, junto com meus pais... e nunca tivemos uma situação tão difícil assim, perdemos metade da safra de soja, e agora estamos vendo as lavouras de milho safrinha indo para o mesmo caminho, safrinha esta plantada com muita dificuldade, por falta de credito oficial, mas graças a DEUS, com ajuda de amigos que ainda temos aqui, conseguimos plantar, mas as poucas chuvas do mes de março a abril vem tirando meu sono.

    João Batista, se nao chover bem (estas chuvas que estão previstas para a ultima semana do mes), só DEUS sabe se ainda vamos conseguir plantar mais, mesmo sendo proprietario de 45 alqueires de terras ferteis onde moro com minha familia. O desespero é grande, pois vejo o governo anunciar dinheiro para tanta coisa, mas ainda nao ouvi falar nada sobre os agricultores que perderam partes da safra de soja ou milho-verão, e que agora estao perdendo a safrinha de milho com a estiagem.

    Toda semana recebo cartinha do banco cobrando parcelas de investimentos ja renegociada para pagar no mes de março passado, mas como pagar se colhi apenas 60% do que era previsto colher???

    Gostaria de fazer um apelo a você que tem sido um elo forte dos agricultores junto aos deputados da bancada da agriculturas: cobre deles para que façam alguma coisas em favor dos agricultores que perderam partes de suas colheitas por estiagem e nao conseguem pagar as parcelas de investimentos.

    Caso contrario vamos ver nossas maquinas ser arrestadas pelos bancos e ficaremos apenas com outras dividas e sem condiçoes nenhuma de plantar de novo.

    João Batista, o que eu sei fazer é plantar, colher alimentos para o mundo e preservar o meio ambiente... gostaria de continuar na atividade, mas para isso precisamos de medidas de apoio, espero que vc consiga nos ajudar cobrando dos deputados que façam alguma coisa em favor dos agricultores que foram prejudicados pela estiagem.

    Minha preocupaçao hoje é muito grande, e como sou um telespectador do seu programa de todos os dias, resolvi faser este desabafo, porque só eu sei a angustia que estou passando com tantas cobranças, e sem condiçoes de resolve-las.

    Mas ainda tenho muita esperança e muita fe em DEUS que as chuvas virão logo e ainda vamos continuar plantando, ajudando a alimentar o mundo e quem sabe, um dia, poder andar na cidade de cabeça erguida... Apesar dos meus 55 anos aindo luto de cedo a noite pensando em vencer, e com certeza com a sua ajuda vamos vencer, se DEUS quiser..

    João Batista, um abraço a você e a toda sua equipe. TERRA ROXA (PR) - 17 DE ABRIL.

    MILTON DA SILVA, AGRICULTOR.

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  • Angelo Miquelão Filho Apucarana - PR 17/04/2009 00:00

    Concordo plenamente com o sr. João da Conceição, e defendo o fim da safrinha sim! Plantar safrinha é atirar contra o próprio pé. Enquanto estamos com o milho de verão encalhado e sem preço viavel, produtores plantam mais e mais milho! Que planejamento é esse? A lei é da oferta e da procura, quando se tem oferta demasiada os preços caem a niveis insuportaveis e geram prejuisos. Deve-se fazer com o milho safrinha o mesmo que se fez com o soja, proibir o cultivo dessa praga que arrebenta o bolso de quem tem na agricultura a sua principal fonte de renda. Não é possivel que sejamos tão tapados assim! Ou agimos com gerenciamento e mentalidade empresarial ou quebraremos inevitavelmente. Tudo o que é demais, sobra! E muitas das vezes o que sobra é prejuizo.

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  • Gert Roland Fischer Joinville - SC 17/04/2009 00:00

    Lei ambiental de SC - Perfil do Governador LHS - O PMDB em SC, tem-se apresentado no personagem imperial de um só politico carreirista Luiz Henrique da Silveira. Manda no Estado e todos baixam a cabeça. Até a oposição se rende docilmente. Advogado de empresa papeleira estrangeira na decada de 70, quando mocinho em Joinville, entrou na politica se elegendo prefeito por 3 gestões, foi deputado federal, 2º secretario do PMDB nacional, afilhado de Ulisses Guimarães, passou aos poucos de um politico discursando ecologia nos idos de 1977 e aos poucos passou a defender empreendedores nacionais e internacionais que desejavam usufruir de santuarios ecologicos para estabelecerem seus projetos de turismo internacional, tentando ocupar manguezais, restingas e espaços na Baia de São Francisco do Sul em SC, o maior bioma manguezal de SC.

    O Imperador conseguiu até agora a implantação de dois portos: um madeireiro e outro para containers colocando em risco o santuario.

    Entre os projetos que o tem caracterizado nos ultimos anos constam: "resorts" e marinas ofertadas para parceiros europeus onde tem oferecido as areas de APPs e ecossistemas protegidos. Essa sua persistencia fez com que tivesse pela frente aguerridos ambientalistas. Uma oposição dos ambientalistas autenticos de SC que bloquearam os sonhos fantasiosos do politico.

    Notabilizou-se nacionalmente em propor a dissolução do CONSELHO NACIONAL DE MEIO AMBIENTE - CONAMA. Fez esta proposta indecorosa e desrespeitosa para Marina Silva quando presente a um congresso nacional da Mata Atlantica em Joinville. Vociferou sobre os ambientalistas presentes vindos de todos os quadrantes do país.

    Notabilizou-se tambem pelo arrastão que promoveu em parceria com as associações comerciais, industriais e comunidades de pesca do entorno da Baia de São francisco do Sul, contra a proposta de MARINA SILVA Ministra de Meio Ambientes, quje propunha criar uma Reserva de Fauna nesse precioso e ultimo ecossistema ainda bem preservado do estado de SC.

    Usando cenarios ficticios, mentirosos, declarou a falencia de empresas do entorno da baia. Declarou que com a Reserva de Fauna criada pelo IBAMA, tudo seria proibido e todos seriam vigorosamente atingidos com desemprego e redução na arrecadação de impostos. Ardilosamente mobilizou desde o setor imobiliario - tradicional invasor de áreas de mangues e restingas, até colonias de pesca e micro-empresarios. Nas inumeras audiencias publicas realizadas pelo IBAMA a sua "troupe" ridicularizou os funcionarios federais do MMA e do IBAMA, os funcionarios da FATMA que apoiavam o projeto, debochou dos ambientalistas, conseguiu a adesão do judiciario estadual e jogou o povo contra as ONGS ecologicas.

    Sentindo-se politicamente fortalecido - pois almeja a candidatura ao senado na proxima eleição, lançou-se em outra empreitada. Desta vez o projeto seria peitar o Codigo florestal. Enfiou goela-baixo sua proposta de um novo codigo ambiental estadual, peça elaborada com o auxilio da EPAGRI - respeitada entidade oficial de pesquisa e desenvolvimento rural sustentado. Nasce a proposta. Foi discutida de forma ditatorial com todos os segmentos da sociedade. As milhares de contribuições vindas da sociedade não foram levadas em consideração. O governo do PMDB empurra com a barriga a sua proposta original, O povo de Santa Catarina chocado e estarrecido com os desastres ambientais de novembro de 2008, com 134 mortes por deslizamentos, enchentes e liquefação de encostas fica furioso com o agravamento de cenario caso esse codigo ambiental seja aprovado.

    O cenario criado desde 1966 com a criação do CODIGO FLORESTAL BRASILEIRO, pelo desrespeito ao artigo 2º propiciou e continuará a propiciar futuras mortes e desastres, criando uma crescente legião de FLAGELADOS AMBIENTAIS.

    A seca que acontece na outra metade do Estado em direção ao Oeste, vem mostrando nos ultimos 7 anos que o desmatamento, a extinção de matas ciliares e a extirpação das reservas naturais obrigatorias de 20% em cada propriedade rural e a destruição da Mata Atlantica nas ultimas decadas, que a má gestão das florestas caracteriza o estado desertico em formação.

    Com todos esses fortes sinais, o PMDB e seu candidato ao senado, faz novas montagens demagogicas e consegue iludir agricultores que transgrediram o codigo florestal, destruiram rios, destruiram matas ciliares, implantaram lavouras de arroz em várzeas de preservação e posteriormente drenadas, envenenaram bacias de captação de água das maiores cidades do estado, com cultivos irrigados dwe arroz, que ano apos ano, foi sendo impactada com milhares de toneladas de agrotoxicos ao ponto do ministerio publico estadual, num ajustamento de conduta, ter considerado oficialmente o setor rizicula irrigado, como o maior passivos ambientais perigosos do Estado.

    O vale do Itajai sem matas ciliares, com agricultura permitida nas encostas e em areas de preservação permanente pela EPAGRI, com os vales todos urbanizados em areas de risco para atender clientelisticamente o povo que pedia um terreno para construir suas casas, armou uma gigantesca armadilha estadual. O povo se o soubesse desse barril de póvora em que se encontra alojados com suas familias, daria as costas ao malfadado e mentiros codigo ambiental aprovado e assinado pelo LHS. Infelizemte mais uma vez o povo foi usado levianamente como massa de manobra.

    Os milhares de lavradores e pecuaristas, tanto os pequenos, os familiares e medios proprietarios rurais, estão enquadrados como criminosos ambientais de acordo com a LEI 9.605 por terem desrespeitado o CODIGO FLORESTAL de 1965.

    Agora se aliam a um candidato ao senado pelo PMDB que promete tirá-los do purgatorio e coloca-los no limbo.

    São esses que transgrediram criminosamente criando o cenario de catastrofes, que seguem o imperador.

    Conseguiu o Imperador tambem sensibilizar os consumidores de alimentos ameaçando-os a ficar comida caso a sua inconstitucional lei estadual não fosse aprovada.

    Não ouve um só deputado estadual de oposição que tivesse a lucidez suficiente para contestar uma lei que vai agravar a situação ambiental do estado, tornando-a de alto risco. Para alguns politicos, bom mesmo, é quando um municipio, um estado e uma região, são flageladas por catastrofes ambientais. Nesses cenarios de desgraça para o povo, prosperam esses politicos. Saem das tocas e se alvoroçam como mocinhos.

    Os estados de calamidade publica, o estado de emergencia decretados facilmente, criam oportunidades generosas com verbas jamais sonhadas. Dinheiros de emergencia para socorrer o povo, que todavia nas mãos dos oportunistas politicos, terão caminhos que ninguem podera rastrear, pois não necessitarão de concorrencias publicas, e menos ainda serão controladas pelos tribunais de contas dos estados. Uma farra com o dinheiro dos contribuintes sem controle e sem redeas.

    Essa é a situação desta nova Lei. E o Imperador quer mais. Quer que outros governadores tambem transgrida a lei federal e se lancem contra o Ministro Carlos Minc. Corajoso que enfrenta com ousadia as tradicionais raposas que sempre tiraram partido da desgraça do povo. Com mudanças do clima se aproximando cada vez mais, e os efeitos todos ja estão sentindo na soma de flagelados que não para de crescer, o Governo Lula, tem a certeza que os que mais cedo sofrerão e em numeros fantasticos de vitimas, serão exatamente os mais pobres os mais abandonados pela democracia fajuta que permitimos.

    O povo que julgue esse imperador, que se olha mais para si no espelho, que para os catarinenses que estão nascendo e para os quais restará muito, mas muito sofrimento e desgraça para os proximos anos, talvez ainda este.

    Atenciosamente

    Eng Agr. Gert Roland Fischer

    CREA NACIONAL N. 2501275890

    Premio Global 500 da ONU em 1989

    Premio Von Martius em 2001 outorgado pela camara de comercio e industria alemã.

    Presidente e fundador da APREMA-SC.

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  • Climaco Cézar de Souza Taguatinga - DF 17/04/2009 00:00

    Amigos do Noticias Agricolas. Gostaria aqui de cumprimentar publicamente o Ministro Stephanes, que convidou, e ao Dr. Gerardo Fontelles pela sua nomeação para o cargo de Secretário Executivo do MAPA (no lugar do Sr. Silas Brasileiro). O Dr Gerardo - além de altamente competente - sempre foi um aliado do agronegócio brasileiro e muito sensível à "causa" dos verdadeiros agricultores, desde quando era Secretário do Ministério da Fazenda.

    Fica aqui um apelo aos leitores no sentido de lutarmos pela permanência do atual Ministro e que tem enfrentado muitas dificuldades politicas em Brasilia, boa parte por ser um grande aliado - já provado - dos produtores rurais, inclusive com posições claras a nosso favor, como no caso ambiental com o ministro televisivo e dos fertilizantes com as trading e agroindustrias.

    Tudo, na verdade, trata-se de muito ciume de "homem", de muita competência do atual Ministro e até medo politico futuro. Mas nós produtores rurais, unidos, poderemos ser muito mais fortes, sobretudo através de nossos Sindicatos, Federações, Cooperativas. Entidades representativas e CNA. Precisa

    ríamos publicar mais o nosso sentimento e o nosso apoio a ambos.

    Prof. Clímaco Cézar de Souza

    AGROVISION - Brasilia

    www.agrovisions.com.br

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  • Antonio de Pádua Coutinho Ferreira Monte Carmelo - MG 17/04/2009 00:00

    Esperamos que haja sensibilidade da área economica do governo e fixe o preço mínimo da saca de café em R$282,00 que, com a definição de um prêmio de até 10% sobre o preço mínimo que vigir na ocasião da entrega do produto, o cafeicultor que participar do(s) Leilão(ões) de Opções Públicas de Venda de Café poderá receber até R$ 310,20 pela saca. Ao se considerar que, pelo menos nos últimos 10 anos, segundo informações das entidades e representantes do setor, o cafeicultor vendeu sua safra abaixo dos custos de produção e que esses custos (foram na safra 2008 e, na atual,) são superiores a R$ 300,00 em grande parte do cinturão produtor, seria extremamente relevante a definição do preço mínimo de garantia em R$ 282,00, uma vez que o setor, atualmente, padece de políticas de renda. O setor cafeeiro tem muito a agradecer a João Batista pelo importante apoio que dá ao agronegócio e em especial ao setor cafeeiro que muito tem sofrido nesses úlltimos anos mas, com a união de todos vamos continuar lutando e vamos em frente.

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  • Eliane Avelar sertorio Octaviani Espírito Santo do Pinhal - SP 17/04/2009 00:00

    Bom dia. Não querendo ser chata, mas já sendo,. exceção não se escreve com dois ss, como foi na notícia referente a prorrogação da dívida do Funcafé.

    Obrigada

    Eliane

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  • Danilo Alves Ribeiro Paes Leme Caçu - GO 17/04/2009 00:00

    João, estou muito preocupado com o descaso que nossos governantes estão tratando o assunto da crise que ataca a pecuária no momento. Só se fala em liberar dinheiro para as industrias frigorificas, enquanto o que deveria estar sendo discutido seria, isso sim, saber quando essas industrias irão sanar suas dividas com seus fornecedores que no caso nosso, somos nós pecuaristas. Estamos ficando só de ouvintes e os "que tem dinheiro" para a sociedade urbana.

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  • Giovani Paulo Comelli Aral Moreira - MS 17/04/2009 00:00

    Sr. João Ademir da Conceição, gostaria de pedir que lesse com mais atenção o relato dos companheiros plantadores de milho safrinha antes de fazer sua critica neste espaço. O que tem sido dito a respeito do milho safrinha é que o centro-sul está vivendo uma estiagem muito séria, comprometendo a rentabilidade. Portanto, não é o preço que está sendo posto em questão. Tanto que vamos plantar mais milho de verão - para colher 40 sc por hectare como foi a media da minha região nesta safra de verão de milho..., então se o sr., com sua sapiencia, acha que não compensa a safrinha, então NÃO PLANTE !

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  • Mauricio Santos Junqueira Juiz de Fora - MG 16/04/2009 00:00

    Caro João Batista, assisto sempre seu programa e é de fato um excelente prestador de serviços ao setor agropecuário de nosso país. Uma voz importantíssima para o nosso meio. Mas não posso deixar de registrar a sua falta de coerência em algumas situações e vou citar apenas duas mais recentes. Uma delas com relação a possível queda do preço do diesel, que foi noticiada por voce com uma ênfase no cunho eleitoreiro, como se essa possibilidade de redução não tivesse nenhuma sentido racional e não fosse benéfica para a sociedade, mesmo sabendo que toda a cadeia produtiva ainda é muito dependente do diesel. A outra agora com relação a possibilidade de liberação de recursos para os frigoríficos e para não ser repetitivo, com a mesma conotação da anterior.

    Naturalmente todas nossas ações sempre são seguidas, além da sua necessidade real, também de intenção política, até mesmo as suas que quando esconde a racionalidade, deixa transparecer sua intenção de auto-promoção dentro do segmento, utilizando-se para isto desta poderosa arma que vc. tem à sua disposição.

    Mas também, para ser coerente, tenho que dizer que esse seu trabalho e esse canal de comunicação da Band é muito importante e de grande valia para o setor agropecuário do Brasil, ou seja, entendo que tem mais pontos positivos que negativos.

    Respeitosamente, Mauricio.

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  • Ney Adalberto da Silva Tibes Campos Novos - SC 16/04/2009 00:00

    Gostaria de parabenizar pelo programa de vcs. que prima por uma seriedade e competencia em defesa dos agricultores e pecuaristas. Um abraço a todos e a você JOÃO BATISTA OLIVI.

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  • Ney Adalberto da Silva Tibes Campos Novos - SC 16/04/2009 00:00

    Eu sou engenheiro agimensor e trabalho na área rural e sobre o novo código ambiental de sc ele chegou numa hora ideal, para discutir sobre as reservas legais e principalmente as APPs, maS deve ter cuidado para não extrapolar em alguns tópicos do novo código ambiental de sc, pois eu trabalho desde os 13 anos nesta área e já vi varias nascentes terminar (secar), mas com este código tem-se uma nova porta para o dialogo entre o poder federal e os agricultores.

    Um tópico que eu não concordo é as APPs de 5 metros para área de até 50 hectares. Isso quer disser q entre o rio e o fim da APP pode ter uma arvore, pois na nossa região as arvores tem cópa de 5 metros de largura ou mais. Estou falando de um modo simplista, mas serve para exemplificar.

    Um tópico que deveria ser discutido é que as APPs tinha que ser incluida na sua totalidade para compor a reserva legal para área de - 50 hectares e também para as de mais de 50 hectares. E tem outros tópicos q severia ser aprofundado no debate.

    Outra coisa que deveria ser discutido é que todos os outros estados deveriam formular os seus códigos ambientais, para ter argumentos para debater com o governo federal e o ministério do meio ambiente.

    só um lembrete "Nós vivemos numa democracia e não numa ditadura", todas as partes (governo federal, CNA, agricultores, ongs SÈRIAS, mas tem que ser sérias mesmo e não as que visam interesses um tanto obscuro)devem ser ouvidas e ai entrar em um consenso.

    O governo federal não vai conseguir ditar como o povo deve usar a terra em que ele vive.

    BASTA O SETOR AGRICOLA E PECUARIO SE ORGANIZAR, QUE AI TERÃO FORÇA PARA TODOS JUNTOS FORMULAREM UM CÓDIGO AMBIENTAL SÉRIO EM QUE GARANTA A PRODUÇÃO AGRICOLA, PECUARIA E O MEIO AMBIENTE.

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