Fala Produtor

  • Celso de Almeida Gaudencio Londrina - PR 21/04/2009 00:00

    Se as estradas e ruas continuarem assoreando os rios (por falta de contenção das enxurradas), se as chaminé continuarem a poluir o ar, se as habitações continuarem a ocupar os morros, se as cidades continuarem despejando esgotos direto nos rios e os produtores rurais não protegerem as fontes das meia- encostas, teremos que secar o mar para plantar árvores. Não só do mato vive o homem, precisamos também do campo para sobreviver.

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  • Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 21/04/2009 00:00

    Milho safrinha, trigo, riscos... Parabens, sr. João da Conceição, pelo debate que nos proporcionou. Concordo com vc ., e quero colaborar em defesa desta tese. Milho safrinha dá lucro? A conta tem que ser feita com os riscos, na media dos anos. Sendo assim, duvido... Dizem alguns, pra justificar a opção pela safrinha, que o custo é baixo..., é, pode ser, mas falta contabilizar certos custos que aparentemente não aparecem. Constatando-se que a safrinha custa caro, o que fazer??? Bem... já que não podemos deixar o solo em pousio, então por que não voltar ao trigo? Deixamos todos os anos de abocanhar um mercado que é nosso, do agricultor, para entrega-lo aos metalurgicos do presidente, sim... porque trocamos as preciosidades que eles produzem (fogão, geladeira, carros, etc.,) por trigo argentino. Além deles também se beneficiam os argentinos, e os moinhos como o do sr. Lawrence Pih, que estão nos portos. Isso não é pouco: São 2 bi de dólares!!!. Quem sabe nossas cooperativas acordem e percebam que, alem de obrigar os cooperados a entregar a safra, precisam organizar melhor a produção. Sim, porque se voltarmos a ocupar nossos campos com trigo, elas podem se apossar deste mercado e deixar os moinhos das multi literalmente à ver navios. Bem, então o milho viria ocupar o seu lugar na safra, competindo com a soja por espaço, e num cenário em que o mundo necessita que o BRASIL aumente a area plantada todos os anos, uma pequena trava fará diferença para os preços - tanto da soja como do milho. Isto parece UTOPIA, porém se a parte organizada da agricultura -- AS COOPERATIVAS -- soubessem a força que possuem, tomariam para si as redeas do agronegocio e deixariamos de ser mulas, para sermos os condutores desta carroça.

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  • Marcelo Lisa Belo Horizonte - MG 20/04/2009 00:00

    Sugiro aos gaúchos de Roraima que estão sendo expulsos da Raposa Serra do Sol, devido esta área ter se transformada em reserva indígena, que aproveitem esta oportunidade e se fixem no norte de Minas Gerais, seguindo o exemplo de " Chapada Gaúcha", um município onde a presença deles no agronegócio os levou a prosperar. O Governo de Minas podia ajudar a atrair estes gaúchos do norte que não sabem pra onde ir e que poderiam aproveitar esta nova fronteira agrícola.

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  • ivaneia f f pompeo Gurupi - TO 20/04/2009 00:00

    somos uma empresa prestadora de serviços que atua na area de montagem de moenda,inspeçao e recuperaçao,fabricaçao e calderaria em geral.gostariamos de fazer contato com as usinas que estao em obras em mato grosso do sul e demais estados,peço a gentileza de me fornecer contatos, desde já agradeço a atençao,nosso email:[email protected]

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  • Joaquim Ap. Carvalho Dourados - MS 20/04/2009 00:00

    ASSIDUO TELESPECTADOR E PARTICIPANTE DO SITE DE NOTICIAS AGRICOLAS, BEM COMO FÃ DO PROGRAMA, CONSIDERO DE ALTA IMPORTANCIA PARA A AGRICULTURA NACIONAL E AOS AGRICULTORES , POIS ABRANGE TODOS OS ASPECTOS. DIANTE DO EXPOSTO GOSTARIA DE SABER SE É POSSIVEL ME ATENDENDEREM EM UM QUESTÃO DE GRANDE IMPORTANCIA PARA NÓS AGRICULTORES DA REGIÃO DE PONTA PORÃ. COMO SERA O INVERNO? hAVERÁ GEADAS ? É POSSIVEL DIZER PROBABILIDADE. DENTRO DO POSSIVEL GOSTARIA DE SER ATENDIDO PELA MAGNIFICA DESIRÉE OBRIG

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  • Cristiano Zavaschi Cristalina - GO 20/04/2009 00:00

    Temos ouvido falar que o presidente quer "agilidade", que o "navio está afundando", que está irritado com as demoras no fornecimento de crédito para o agronegócio. Mas por se tratar de um governante extremamente marketeiro, que só é ágil em zelar de sua reputaçäo ou em pelo menos quando se trata de "tirar o seu da reta", só poderemos acreditar em tal esforço presidencial quando houver em suas medidas as palavras "eficácia" (fazer as coisas certas) e "eficiência" (fazer as coisas da maneira corrreta). Do contrário é apenas mais uma jogada de marketing para sair ileso de suas responsabilidades. Se o segundo, terceiro ou sei qual escaläo näo funcionam, que sejam substituídos por alguém que esteja comprometido com as suas funçöes de SERVIDOR PÚBLICO. Nós brasileiros que trabalhamos, näo queremos saber de bastidores de reuniöes..., queremos AÇÄO.

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  • ABRASGRÃOS - Assoc. Brasileira de Produtores de Grãos Formosa - GO 20/04/2009 00:00

    Abobalhamento Midiatico: Preste Atenção - Se você adquiriu um carro FLEX então entrou em uma "Flex enrolation"!!! Infelizmente desde novembro de 2005 não se fabricam mais motores à álcool. O ultimo está no Santana da VW. O carro FLEX agrada aos USINEIROS porque ele gasta mais álcool do que se fôsse um motor só a álcool e o povo, como sempre iludido pela propaganda da Rede Bôbo, não pensa e muito menos raciocina... gosta de ser enganado. É como a história da Amélia...

    Att Telmo Heinen

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  • Paulo Mano Júara - MT 20/04/2009 00:00

    Parabéns a todos os produtores de Vila Rica (MT), que conseguiram, graças a uma manifestação ordeira e democratica, um acordo com o frigorifico Quatro Marcos, que voltou a abater gado nessa região, mas assumiu compromisso de quitar dividas com seus produtores e fornecedores... Aqui na regiao de Juara, MT, estamos esperando manifestação da mesma empresa para eventual negociação com nosso sindicato rural e Acrivale, como forma de voltar a abater gado na cidade (se esse for o interesse da empresa)... Juara precisa de empresas frigorificas (possui 952.000 cabeças) mas, com certeza, queremos um acordo decente para nossa cidade. Nossa divida é pequena mas é nossa!! queremos receber... sem acordo, não tem boi. Obrigado, Paulo Mano, Juara-MT.

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  • Silvio Marcos Altrão Nisizaki Coromandel - MG 20/04/2009 00:00

    Amigos cafeiicultores de todo o Brasil. Gostaria que alguem explicasse esta bagunça nas decisões à serem tomadas na cafeicultura. Em primeiro lugar temos que definir as diferenças entre:

    A- Preço de Custo

    B- Preço Minimo

    C- Preço de opção

    D- Preço de converção da divida.

    Meu Deus, são tantos preços e anuncios que acredito serem feitoa apenas para confundir nossa organização!

    Lideranças estamos com vcs, vamos esclarecer muito bem isso.

    1) - dia 16/04/2009 - O deputado Carlos Melles pediu que o Ministério da Fazenda e o Ministério da Agricultura soltassem o preço minimo para o café em conjunto. O ministério da fazenda pediu para o ministério da agricultura fazer um levantamento do preço de custo, para ai sim discutir um preço minimo pelo ministério da fazenda.

    2) - No dia 15/04/2009 o grupo de trabalho criado pelo ministério da agricultura, soltou um valor aproximado de R$ 282,00, entretanto o ministério da Fazenda ja trabalhava com R$ 261,00. Ou seja, nem esperou a posição do ministério da agricultura, passando por cima do grupo de trabalho.

    3) - No dia 16/04/2009 o ministro sinaliza que o preço será de R$300,00, (minimo), hoje vem o ministério da fazenda e sinaliza um preço de R$ 270,00.

    Vejam bem , tenho certeza que não está ocorrendo sinergia entre o ministério da fazenda e ministério da agricultura.

    Vamos deixar as coisas bem claras Senhores ministros Mantega e Reinholds, vamos definir preço de custo (CONAB), Preço Minimo (ministério da fazenda). Ai sim poderemos definir os leilões e transformações de dividas em café.

    A morosidade esta na falta de sensibilidade do pessoal que entende do assunto e esta responsável em definir estes números para os ministérios.

    CHEGA DE ENROLAÇÃO, E NÃO ADIANTA NOS CONFUNDIR POIS NÃO SEREMOS VENCIDOS PELA CANSEIRA..., CHEGAMOS ATÉ AQUI E NÃO ACEITAREMOS MEIAS PROPOSTAS.

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  • Marcos da Rosa Cuiabá - MT 20/04/2009 00:00

    Prezados amigos produtores, precisamos com urgência manifestar nosso apoio ao povo, poderes executivo e legislativo de Santa Catarina que aprovaram o código ambiental de acordo com as necessidades e condições atuais de seu desenvolvimento. O Ministro Minc, com suas bravatas e atitudes do tempo da ditadura, regime ao qual lutou contra (com risco de morte inclusive), disse que irá prender quem não estiver enquadrado na atual lei Federal de Meio Ambiente Ou seja, seriam presos (??!!) quem seguir o código ambiental aprovada pela Assembléia Legislativa e sancionada pelo Governador daquele Estado, com apoio total de sua população. A Assembléia Nacional Constituinte, em seu artigo 24, inciso VI, permite competência concorrente entre União e Unidades Federativas Estaduais (de acordo com suas peculiaridades) para Legislar sobre meio Ambiente. Também a lei do código florestal 4771/1965 assegura ao Estado (unidade da Federação) determinar normas que atendem às peculiaridades locais. Portanto, temos até o dia 1.o de Maio, Dia do Trabalho, para organizarmos uma manifestação de apoio a inteligência do Estado de Santa Catarina em proteger o desenvolvimento de seu povo. Discutiremos a forma e maneira do manifesto neste espaço do produtor rural brasileiro. O convite está feito. Um abraço a todos os de boa vontade. Marcos da Rosa. Canarana-MT.

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  • Celso Itiro Saiki Piraju - SP 19/04/2009 00:00

    Sempre vejo a midia voltada para a população urbana fazendo reportagens sobre o desperdicio de alimentos no Brasil. Dias desses o Jornal da Band mostrou o desperdicio de frutas e legumes na Ceagesp em São Paulo. Só gostaria de explicar que na Ceagesp todas as mercadorias são enviadas pelos produtores em consignação e, portanto, todas aquelas mercadorias que estão espalhadas pelo chão, derramando das embalagens ou furtadas ou desviadas dos caminhões são descontado dos produtores - por isso ninguém se preocupa, pois o ¨bolso¨ deles não está nem um pouco sendo afetado. Fora isso é preciso alertar também sobre a completa falta de higiene nos pavilhões, principalmente na sessão de pescados, onde é o unico lugar do planeta que vejo urubu trabalhando às duas horas da madrugada, comendo os residuos da limpeza dos peixes que são todos jogados no chão - contaminando inclusive frutas e legumes pelo pouso das aves sobre as embalagens das mercadorias que são comercializadas logo ao lado. (Verifiquem pessoalmente durante a madrugada no muro que faz divisa com a Avenida Marginal do Rio Pinheiros). Celso Itiro Saiki-produtor de frutas e hortaliças-Piraju-SP.

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  • André Gustavo Garcia Piraju - SP 19/04/2009 00:00

    Muito tem se falado em preço de custo de uma saca de café. R$ 282,00 foi o ultimo valor estipulado. Mas, para qual produtividade média!!?? para se produzir 60 sacas/ha/ano, gasta -se hoje, em média, R$10mil/ha, ou R$ 166,00/saca. O que está acontecendo com a cafeicultura hoje, infelizmente, é semelhante ao ocorrido com a soja e o algodão há poucas décadas, onde o pequeno e tradicional produtor deixou de produzir para dar lugar a propriedades onde o emprego de alta tecnologia é realidade e, acima de tudo, uma necessidade! O PROFISSIONAL ESTÁ GANHANDO ESPAÇO FRENTE AO TRADICIONAL!

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  • Helio Rengel Manoel Ribas - PR 18/04/2009 00:00

    Os plantadores de milho-safrinha deram um tiro no pé... os próximos seremos nós, plantadores de trigo...

    Triste né !

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  • José Manfio Jr. Assis - SP 18/04/2009 00:00

    Participei de um "dia-de-campo" próximo de Maringá. Vindo de Cândido Mota-SP, o que eu pude analisar pela janela do onibus desta viagem é que falta muita terra para ser plantada..., umas viraram trigo, outras aveia, mas milho-safrinha para quem não plantou, o tempo já passou... pode devolver a semente porque ainda vai demorar para chover e fica muito arriscado com geada, fora custo, preço, etc...

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  • Edson Martins Jorden Assis Chateaubriand - PR 18/04/2009 00:00

    Amigos do Notícias Agrícolas, gostaria de comentar sobre a polêmica em torno do milho safrinha, na qual o sr. Angelo Miquelão Filho, de Apucarana (PR) e o sr. João da Conceição pedem o fim deste plantio, pois consideram a 2a. cultura uma praga pra os preços.

    Em minha opinião, a safrinha nao é uma praga, pois nós, aqui no Oeste do Paraná, temos esta opção e temos resultados muito bons com a cultura. Acho que em vez de acabarmos com a cultura temos que lutar por ferramentas que a tornem mais viáveis, tais como:

    - Preço minimo de garantia.

    - Financiamento com juros a taxas compativeis.

    - SEGURO AGRÍCOLA (que prometem e nunca temos).

    - Estimulo à exportação.

    Essas são, entre outras, medidas que poderiam ser adotadas, que, com certeza, nos dariam mais opções para tornarmos a cultura cada vez mais atraente. Caso contrário, teriamos de pararmos de plantarmos todas as culturas... pois é só olharmos as mensagens que chegam ao site do Noticias Agricolas: TODAS as demais categorias de produtores estão QUEBRADOS.

    Portanto, a safrinha não é uma praga, mais sim algo que podemos conciliar com outras culturas - como o trigo aqui na nossa regiao, que tambem não tem incentivo, pois os donos de Moinhos e grande parte do Governo acham que é mais facil importar. Caso isso aconteça, estariamos gerando renda pra outros paises, ajudando a outros paises sairem da crise. As culturas que temos não são pragas... basta apenas que o Governo não nos atrapalhe.

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