Fala Produtor
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eduardo mendes campos Pará de Minas - MG 18/12/2008 23:00
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José Carlos F. Pinheiro Iacanga - SP 18/12/2008 23:00
Primeiro quero me solidarizar com os produtores lesados pelo governo e pelos monopolios ligados à venda de adubos e defensivos, e fazer de conta que esse tal de Carlos não sei das quantas escreveu aqui uma ofensa a todos nós produtores que enfrentamos as oscilações climaticas e os sanguessugas dos revendores ou fabricantes de insumo desse Pais. Aproveito para conclamar aos produtores de laranja de SP a se unirem para que possamos nos defender contra a inoperancia do governo e os trustes ou carteis promovido pelas industrias de suco. Mais um recadinho pro sr. Carlos: faça um contrato quando o dolar estiver a 3.50 e depois vá entregando e recebendo sua safra a um dolar medio de 1,80 e tente pagar suas contas... Um abraço a todos os produtores que estão devendo nos bancos.. Só a união nos tira desse sufoco!!!. J. carlos f. Pinheiro.
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João Maria Matos Neto Alto Taquari - MT 18/12/2008 23:00
João, a respeito da discussão de agricultores bons e maus pagadores, não devemos crucificar o sr. Carlos de SJB-SP, pois ele tem uma certa razao em seu depoimento, pois existem muitos maus pagadores aqui no MT tambem. A questao principal são as instituições que não diferenciam os bons pagadores dos maus, eles nivelam por baixo, justificando a revolta do Sr. Carlos, pois nos aqui tambem pagamos as contas, com credito federal ou não, o que revolta é o fato de grandes produtores com suas influencias politicas e "agrados" aos gerentes de bancos tirarem mais proveito das instituiçoes do que os bons pagadores que andam de carro velho.. quero aqui reforçar que o grande culpado disso não é o bom ou o mau pagador e sim as instituições, alias andamos descrentes aqui vendo nos noticiarios essas conversas de bilhoes para a agricultura, promessas, resoluçoes da CMN( que os gerentes nas agencias nunca viram ou fazem de conta que nunca viram) e um descaso total com os agricultores...em que país essas instiuiçoes, politicos, ministros e o Sr. Lula estão?? com certeza nao é o Brasil real.
atenciosamente,
Joao Maria Matos Neto
Alto Taquari MT
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Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 18/12/2008 23:00
João Batista, parece que o tal Viana conseguiu o que queria. Um pouco de atenção. Talvez seja outro petralha, que quer criar polêmica. Ou talvez seja um problema de disfunção erétil mesmo. Freud pode explicar. Não é novidade que muitos nos acham chorões e caloteiros. João, coloque no site, de forma permanente, aquela tabela com a variação da inflação, dos preços dos insumos e quanto foi o reajuste dos preços dos produtos agrícolas. Mostre para eles quem paga o almoço para eles.
NÃO EXISTE REFEIÇÃO GRATUÍTA. Mas o pessoal da cidade está correndo grande risco. O que acontece quando o produtor não tem lucro? logicamente ele tentará reduzir custos. Como? Bem, já vimos nos jornais o aumento de apreensão de agrotóxicos contrabandeados. Quem vai comer este produto?? O consumidor final e seus filhos. Não é muito inteligente empobrecer áquele que alimenta seu filho.
Pensem nisso.
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Carlos Andre Ruete Ayusso Luis Eduardo Magalhães - BA 18/12/2008 23:00
João Batista, estamos começando à separar o Joio do Trigo. Se os Asnos de plantão estão se pronunciando contra nós (Malandros), é sinal que estamos avançando, pois unidos com a seriedade de seu programa e dos agricultores, estamos nos mostrando ao Brasil quem de fato está pagando a conta desta espalhafatosa politica de governo. Quem subsidia o alimento em preço acessível ao povo é o agricultor, sem ganhar nada em troca. Vamos em frente e conte com nosso apoio.
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Jadeir Lermes Azevedo Três Lagoas - MS 18/12/2008 23:00
Ontem o senhor Carlos esqueceu de mencionar que o Fabio Meirelles sempre foi honesto apesar de tudo e a senadora vai entrar com todos os lobistas de Brasilia na CNA (façam uma pesquisa nas empresas que ajudaram na campanha dela). João, tome cuidado com ela, ela é mais corrupta que muita senador antigo. Espero mais participação desse senhor e por favor ataque outras coisas alem do governo (dividas, porque estou cansado de viver e escutar delas). Obrigado.
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Edson Marks Cascavel - PR 18/12/2008 23:00
Foram muito bons os esclarecimentos prestados no programa de ontem. O Sr. Carlos (parece que até mudou de nome) , "explicou", mas não convenceu. E a sua credibilidade? O gerente do BB deveria se conter nas suas obrigações, mas fico satisfeito em ver as mensagens enviadas, como a do Sr. Waldir Sversuti e a carta do Sr. Claudio Galvão, que diga-se de passagem, são verdadeiras aulas sobre a situação atual. Saudações e conte conosco.
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Silvio de Almeida Torres Cachoeirinha - RS 18/12/2008 23:00
É disso que a gente precisa uma molecada que não tenha medo de briga.Primeiro me deu raiva, depois orgulho de ter um rapaz assim na agricultura. Eu apoio o tal de Carlos até o fim.
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Marcos Antonio Toito Sertãozinho - SP 18/12/2008 23:00
Bem trabalhado, um rapaz desses (Carlos Novaes) faria em 3 meses o que não se fez em 100 anos na agricultura.
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Marcos Antonio Toito Sertãozinho - SP 18/12/2008 23:00
Ótimo o que o Carlos falou, deu para perceber que estava nervoso e falou algumas coisas erradas, tudo bem porque primeiro chamou o brio da classe e depois falou algumas verdades duras. Vocês teriam que fazer um programa polemico do jeito que foi ontem eu pagava muito dinheiro para ver esse rapaz entrevistando o Ramalho da SRB, ele ia comer o velho vivo.
Bem trabalhado um rapaz desse faria em 3 meses o que não se fez em 100 anos na agricultura.
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aparecido viera da silva guapiaçu - SP 18/12/2008 23:00
Caro João, o seu carlos de sjb foi perfeito,a katia abreu na cna é um perigo para toda agricultura e vai nos usar para seus interesses. Quanto a preconceito eu não me importo quero alguém que lute contra cartel de frigorificos,multinacionais de soja e etc.Espero que mais gente com culhão apareça e seu programa pare de parecer o muro das lamentações. OBS:ELE TE DEU UM BAILE.
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Claudio Luiz Galvão Cuiabá - MT 18/12/2008 23:00
CARO AMIGO JOÃO OLIVE, GOSTARIA QUE VC DIVULGASSE ESSA CARTA, QUE APESAR DE NÃO TER SIDO ESCRITA POR MIM, MAS RETRATA A NOSSA MAIS PURA REALIDADE.
Carta do Zé agricultor para Luis da cidade
Luis, Quanto tempo. Sou o Zé, seu colega de ginásio, que chegava sempre atrasado, pois a Kombi que pegava no ponto perto do sítio atrasava um pouco. Lembra, né, o do sapato sujo. A professora nunca entendeu que tinha de caminhar 4 km até o ponto da Kombi na ida e volta e o sapato sujava.
Lembra? Se não, sou o Zé com sono... hehe. A Kombi parava às onze da noite no ponto de volta, e com a caminhada ia dormi lá pela uma, e o pai precisava de ajuda para ordenhá as vaca às 5h30 toda manhã. Dava um sono. Agora lembra, né Luis?!
Pois é. Tô pensando em mudá ai com você.
Não que seja ruim o sítio, aqui é uma maravilha. Mato, passarinho, ar bom. Só que acho que tô estragando a vida de você Luis, e teus amigo ai na cidade. To vendo todo mundo fala que nóis da agricultura estamo destruindo o meio ambiente.
Veja só. O sitio do pai, que agora é meu (não te contei, ele morreu e tive que pará de estuda) fica só a meia hora ai da Capital, e depois dos 4 km a pé, só 10 minuto da sede do município. Mas continuo sem Luz porque os Poste não podem passar por uma tal de APPA que criaram aqui. A água vem do poço, uma maravilha, mas um homem veio e falo que tenho que faze uma outorga e paga uma taxa de uso, porque a água vai acabá. Se falo deve ser verdade.
Pra ajudá com as 12 vaca de leite (o pai foi, né ...) contratei o Juca, filho do vizinho, carteira assinada, salário mínimo, morava no fundo de casa, comia com a gente, tudo de bão. Mas também veio outro homem aqui, e falo que se o Juca fosse ordenha as 5:30 tinha que recebe mais, e não podia trabalha sábado e domingo (mas as vaca não param de faze leite no fim de semana). Também visito a casinha dele, e disse que o beliche tava 2 cm menor do que devia, e a lâmpada (tenho gerador, não te contei !) estava em cima do fogão era do tipo que se esquentasse podia explodi (não entendi ?). A comida que nóis fazia junto tinha que faze parte do salário dele. Bom, Luis tive que pedi pro Juca voltá pra casa, desempregado, mas protegido agora pelo tal homem. Só que acho que não deu certo, soube que foi preso na cidade roubando comida. Do tal homem que veio protege ele, não sei se tava junto.
Na Capital também é assim né, Luis? Tua empregada vai pra uma casa boa toda noite, de carro, tranquila. Você não deixa ela morá nas tal favela, ou beira de rio, porque senão te multam ou o homem vai aí mandar você dar casa boa, e um montão de outras coisa. É tudo igual aí né?
Mas agora, eu e a Maria (lembra dela, casei ) fazemo a ordenha as 5:30, levamo o leite de carroça até onde era o ponto da Kombi, e a cooperativa pega todo dia, se não chove. Se chove, perco o leite e dô pros porco.
Té que o Juca fez economia pra nóis, pois antes me sobrava só um salário por mês, e agora eu e Maria temos sobrado dois salário por mês. Melhoro. Os porco não, pois também veio outro homem e disse que a distancia do Rio não podia ser 20 metro e tinha que derruba tudo e fazer a 30 metro. Também colocá umas coisa pra protege o Rio. Achei que ele tava certo e disse que ia fazê, e sozinho ia demorá uns trinta dia, só que mesmo assim ele me multo, e pra pagá vendi os porco e a pocilga, e fiquei só com as vaca. O promotor disse que desta vez por este crime não vai me prendê, e fez eu dá cesta básica pro orfanato.
O Luis, ai quando vocês sujam o Rio também paga multa né?
Agora a água do poço posso pagá, mas to preocupado com a água do Rio. Todo ele aqui deve ser como na tua cidade Luis, protegido, tem mato dos dois lado, as vaca não chegam nele, não tem erosão, a pocilga acabo . Só que algo tá errado, pois ele fede e a água é preta e já subi o Rio até a divisa da Capital, e ele vem todo sujo e fedendo ai da tua terra.
Mas vocês não fazem isto né Luis. Pois aqui a multa é grande, e dá prisão.
Cortá árvore então, vige. Tinha uma árvore grande que murcho e ia morre, então pedi pra eu tira, aproveitá a madeira pois até podia cair em cima da casa. Como ninguém respondeu ai do escritório que fui, pedi na Capital (não tem aqui não), depois de uns 8 mes, quando a árvore morreu e tava apodrecendo, resolvi tirar, e veja Luis, no outro dia já tinha um fiscal aqui e levei uma multa. Acho que desta vez me prende.
Tô preocupado Luis, pois no radio deu que a nova Lei vai dá multa de 500,00 a 20.000,00 por hectare e por dia da propriedade que tenha algo errado por aqui. Calculei por 500,00 e vi que perco o sitio em uma semana. Então é melhor vende, e ir morá onde todo mundo cuida da ecologia, pois não tem multa ai. Tem luz, carro, comida, rio limpo. Olha, não quero fazê nada errado, só falei das coisa por ter certeza que a Lei é pra todos nois.
E vou morar com vc, Luis. Mais fique tranqüilo, vou usá o dinheiro primeiro pra compra aquela coisa branca, a geladeira, que aqui no sitio eu encho com tudo que produzo na roça, no pomar, com as vaquinha, e ai na cidade, diz que é fácil, é só abri e a comida tá lá, prontinha, fresquinha, sem precisá de nóis, os criminoso aqui da roça.
Até Luis.
Ah, desculpe Luis, não pude mandar a carta com papel reciclado pois não existe por aqui, mas não conte até eu vendê o sitio.
(Todos os fatos e situações de multas e exigências são baseados em dados verdadeiros. A sátira não visa atenuar responsabilidades, mas alertar o quanto o tratamento ambiental é desiqual e discricionário entre o meio rural e o meio urbano.)
* É engenheiro florestal, especialista em direito socioambiental e empresário, diretor de Parques Nacionais e Reservas do IBDF/IBAMA 88/89, deputado desde 1989, detentor do 1º Prêmio Nacional de Ecologia.
Por Ambiente Brasil - Luciano Pizzatto (*)
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Rogério Bustamante Rezende Pedralva - MG 17/12/2008 23:00
João, quero me solidarizar contigo pelo depoimento infeliz do Sr. de São Joaquim da Barra. Ele escutou latir mas não sabe onde está o cachorro. Temos problemas e diferenças que estamos tentando resolver, a agropecuária brasileira mudou, hoje sobrevivem os que são eficientes e o próprio mercado exclui os não eficientes. Você tem o nosso apoio em defesa dessa nova agropecuária e, vamos em frente. (Rogério Bustamante Rezende, Sindicato dos Produtores Rurais de Pedralva - MG).
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Wilson Costa Rodrigues Urubic - SC 17/12/2008 23:00
João Batista, concordo com o senhor Carlos porque parte dos produtores rurais que captam recursos controlados do governo federal acabam não pagando e logo à frente se beneficiam de programas de redução de dívidas, com acertos das mais variadas formas, descontos milagrosos, e assim vai..., Enquanto que os bons pagadores como eu não recebem beneficio algum. Isto tem sido muito comum no setor de fruticultura (maçã) aqui no Sul do país. E esta inadimplencia vem muitas vezes de má, ou melhor de péssimas administrações, amadorismo dos empresarios e, às vezes, puro calote. Conclusão: nós, bons pagadores, saimos perdendo... Atenciosamente, Wilson Costa Rodigues.
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Waldir Sversutti Maringá - PR 17/12/2008 23:00
Um certo asno escreveu neste espaço duas frases que indignaram os produtores, sobretudo os endividados, e injuriou aquele que é hoje, o porta-voz da maioria dos produtores brasileiros, que buscam contornar suas dívidas remanescentes originadas de varias injustiças que sofreram com as ultimas políticas econômicas.
Para enfrentar um vampiro ou o satanás, a melhor defesa sempre foi mostrar a cruz, com força e fé; os filmes sempre mostraram isso. Portanto quem deve ser processado pelos produtores, e de forma coletiva, é o autor do comentário infeliz .
Ao escrever não imaginou que estaria ofendendo a honra de todos os produtores e não só dos endividados. Foi além insultando o Sr João Batista, ao dizer:
” uma vergonha o quanto este programa defende malandros que não pagam suas contas “
Ao classificar os produtores de “malandros” habilitou-se a muitos processos. Sei que o sr. João Batista não se sentirá à vontade e satisfeito se dissermos aqui todos os palavrões que gostaríamos de dizer a ele, menos aquele mais popular e usado na baixaria, já que a senhora mãe dele não deve ter culpa por ele ter nascido sem cérebro.
Mas dá para ver que, o referido, e daqui para diante não darei mais a ele o prazer de ver seu nome escrito nesse espaço, não tem conhecimento da roubalheira que se implantou “ neste país “ e sempre em cima da agricultura, nos últimos governos Collor, FHC e Lula. Para refrescar a sua memória vou de novo repetir aqui:
1- Plano Collor ( o malfadado), que, de um dia para outro, mais que dobrou a dívida dos agricultores que financiaram os plantios da safra 1988/1989. Os contratos de financiamento previam o Índice de Remuneração da Poupança, que passou a ser calculado com o BTNF de 15-03-90 em diante, já então descendente, mas o BB calculava e debitava pelo IPC da inflação alta anterior, 72,28% de fevereiro para o mês de Março, e, 84% de Março para o mês de Abril/90, mais tarde julgados ilegais pelo STJ, mas que ainda persistem nas dívidas de quem carrega a securitização e o Pesa até hoje. Pelo jeito ela já estava abonado naquela época e não precisou financiar, por isso não deve ter sofrido essa roubalheira
2- Plano Real (1-7-1994), segurou a cotação do dólar o quanto pôde, entre R$ 1,00 e 1,23 até 02/1999, período em que a inflação sobre os insumos não foi contida. O estouro só ocorreu em fev/1999, quando Pedro Malan teve que ir pessoalmente tentar segurar o rojão na mesa de operações do BC e não conseguiu. Portanto 5 anos de confisco branco, (mais ou menos 45% sobre o faturamento)
Provavelmente ele tb não sofreu as conseqüências iniciais do Plano Real e não deve ter vendido soja a US$ 8,00 por saco, que foram convertidos na época pela cotação “forçada” de R$ 0,82, o que dava ao produtor naquela safra menos de R$ 7,00 por saco. Talvez tb não se lembra da política financeira de juros de Pedro Malan/FHC que usou a popança louca (aquela que pegava uma inflação 0,82% de um mês e acrescentavam uma TR elevavando- a 3,00% ao mês, para corrigir os débitos agrícolas. Um crime.Tanto se condenou e se criticou o uso daquela TR, inclusive em cima da casa própria, que foi modificada.
3- Também deve ter gostado muito quando Lula foi buscar um banqueiro, velha raposa do mercado financeiro e, por cima do PSDB, para cuidar do BC, pois ele continuou com a mão pesada do governo no pescoço do agricultor. Pelo jeito ele não sabe calcular o tamanho da garfada que este governo vem mantendo em cima da agricultura, ao fazê-la suportar os custos da inflação interna do Plano Real, em torno de 230% pelo IPCA, cuja reposição ,se fosse feita ao dólar, faria ele estar a R$ 3,30 e não a R$ 1,65, cotação segurada até 2 meses atrás, com o mais absurdo e intolerável aumento da DPF de toda a vida econômica do país. Em 170 anos, R$ 65 bilhões. Em 14 anos, R$ 1,356 bilhões em 31-10-08. Agora o BC faz grande esforço para baixar a atual cotação quando deveria deixar essa moeda flutuar para o nível que deveria estar, R$ 3,30, sem as manobras.
Para calar a boca desse asno (aquele que diz asneiras ) é necessário mover um processo contra ele. Penso que ele ofendeu também o Sr João Batista no segundo comentário. Vamos estudar se é possivel ? Não contente, ainda disse “ pessoal da CNA, que nunca ajudou a agricultura do Brasil “ Eu conheço o esforço e a boa atuação da CNA nas intensas e intermináveis negociações para se conseguir as diversas prorrogações que foram feitas até aqui. O fato de não vermos brigas da entidade-mor contra essas políticas que “garfam” a renda do campo, não tira dela os méritos de sua existência até aqui. Vamos em frente !
Waldir Sversutti
Senhores, vejam que absurdo: somente para regularizar Autorização Ambiental, Certidão de registro de uso da agua, tive de gastar algo em torno de dez mil reais para uma propriedade de 22 Hectares onde tenho uma granja de frangos com 60 mil aves. E o pior é que nós produtores somos tratados como criminosos, enquanto isso os politicos querem aumentar mais de 7 mil vereadores para não fazer nada.