Fala Produtor

  • Tomaz Fernando de Bastos Formosa - GO 29/02/2008 00:00

    ACORDA BRASIL ,,, CAMBIO FIXO !!

    Vamos deixar os gringos comprarem o Brasil ??. Precisamos defender nossa moeda e nosso setor produtivo do deficit americano. A China faz outros já fizeram, o Brasil precisa fazer URGENTE ,,,, vamos esperar o ano que veem , quando o dolar estiver valendo menos de R$1,40 e o Brasil estiver com mais de U$250 bi de reservas( pra que?? pagar a vida boa dos gringos ??).

    Somos o celeiro do mundo (hoje o mundo começou a ver isto) portanto vamos defender nosso Brasil,,,,,,onde esta a bandeira do PT e tudo o mais que pregavam ???

    Antes o cambio fixo não deu certo porque era outra historia ,,,, o Brasil cresceu se fortaleceu hoje precisamos de um cambio justo para quem produz neste Brasil(agricultura e industrias).

    Seja cambio fixo ou controlado ou banda fixa ou o que for mas por favor acordem,,,,,,,,

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  • Waldir Sversutti Maringá - PR 29/02/2008 00:00

    Acabando o atual efeito pororóca, virá o efeito caranguejo. Após 2.010, mantida éssa politica cambial, voltará o efeito choradeira ! Lembrem-se de José e o Faraó ! Previnam-se, desde já.

    Apesar do primeiro déficit comercial desde maio de 2.003 anunciado esta semana, finalmente indicando que o superávite comercial começa a cair, ainda assim, a cotação do dólar se mantém em quéda. Estou atônito. A farra com os juros altos foi tanta que, o acúmulo de reservas ... ( seriam reservas ??? ) em níveis tão altos, fará que uma possivel recuperação das cotações da moéda americana em nosso cambio flutuante, demore muito tempo, mais tempo do que eu previa, infelizmente.

    Se demorar mais que 14 meses para se recuperar, que é o tempo de sustentação das atuais cotações das commodities na Bolsa de Chicago, aí sim, os produtores perderão novamente oportunidade histórica de se capitalizarem, pois terá inicio mais um período de três anos de baixas nas commodities, mais um período de intensas choradeiras e nova onda de inadimplências a partir de 2.010.

    E as dívidas vão ficando, ficando .. para as tão ansiadas prorrogações.

    Se forem novamente aprovadas, será preciso alternar o valor das prestações a serem pagas, dimensionando pagamentos maiores para aqueles anos de repetição do El Ninõ e por isso, época de altas (safra de 2008 e 2009), (2013 e 2014) e, prestações bem mais baixas nos anos de intervalos, que são 3, pois nesses anos haverá a necessidade de rotações de culturas, o que certamente provocará uma renda insuficiente, ainda mais se mantido esse dólar manipulado nesses níveis ridículos.

    É só imaginar a soja voltando aos US$ 10 a 12,oo dólares nas regiões produtores a partir da colheita de 2.010 e ver se o produtor de soja se mantém em pé com a soja a R$ 18,oo ou 20,00 a saca. Se o barril de petróleo se mantiver nesses níveis de US$ 100,00 dólares, talvez o bio-diesel sustente o preço da soja em niveis um pouco acima dessa previsão.

    De nada valerá previnir os produtores para éssas épocas ou ciclos de altas se não lhes forem garantidos financiamentos dos plantios, com vencimentos adequados nos contratos para setembro, pois se continuarem com os vencimentos atuais forçando as vendas das colheitas no segundo trimestre do ano, os produtores continuarão vendendo a baixos preços, ficando novamente sem renda.

    Se isso não for feito, os prejuizos se repetirão novamente nas safras de 2013/14 e 2018/19, porque além de não acreditarem nos diversos comentários meus neste site a partir de janeiro de 2007, também não acredito que se lembrarão disso naqueles anos.

    E ainda, terão que serem expurgados das dívidas securitizadas e alongadas através do Plano Pesa, todos os índices ilegais aplicados nas suas correções na segunda quinzena de março e todo o mês de abril de 1.990. Até mesmo o excesso da poupança louca dos tempos iniciais de FHC quando, para fazer política monetária asfixiante, adotou uma TR descasada da inflação real, e onerou, não só a casa própria fazendo a infelicidade dos mutuáriaos, como também as dívidas rurais.

    Quem aderiu ao Plano Pesa foi obrigado a aceitar a correção pela poupança, a partir de 1.994, mas a Lei 8.880 do Plano Real previa a correção dos débitos rurais pré existentes, pela mesma variação que corrigisse os preços mínimos, dispositivo vetado pelo então presidente Itamar num verdadeiro ato de passa-moleque com a bancada ruralista. O , Congresso Nacional deu o trôco, derrubando o veto e fazendo aquela Lei valer desde a data de sua promulgação.

    Aí portanto, tem mais uma montanha de dinheiro ilegal jogado nas dívidas dos produtores. Produtores bonzinhos que aceitam serem roubados nas contas, no dólar, nos contratos antecipados através da ausência de financiamento bancário e da desinformação das épocas de oscilações de preços ocorridas sistemáticamente, de 5 em 5 anos, nos últimos 35 anos.

    Waldir Sversutti

    [email protected]

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  • Leonildo Luiz Cenedese santa helena - PR 29/02/2008 00:00

    Bom dia caro Joao Olivio, a respeito da campanhia do governo do Estado do Parana contra os trangenicos, alegando que nao produz como os convencionais, queremos q ele explique aos produtores as producoes de sojas RR no extremo oeste do Parana (Santa Helena) que estao atigindo patamares de 72 sc/ha nesta safra... Um abraco e muito obrigado.

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  • Pedro Jorge Bottene Schineider São José do Rio Claro - MT 29/02/2008 00:00

    Warren Buffet, cujo os passos de seus investimentos são seguidos bem de perto, está investindo em uma moeda considerada não muito comum no mundo dos negócios. Não é o Euro, nem o Yen , nem o Yuan. Mas, você sabe qual?? O nosso Brasileiro Real. Artigo publicado pelo analista de mercado Ryan Mclean no site de noticias econômicas news.morningstar.com em 25/02/2008.

    No mesmo artigo, o analista cita que a valorização do Real dobrou no último 5 anos, e cita dentre outras coisa a queda da inflação, fatores de sucesso de Empresas Brasileiras como Aracruz, Embraer, Ambev, CPFL e outras.

    P.S. : Warren Buffet é o Segundo Homem mais rico dos EUA.

    O Primeiro é Bill Gates.

    Pelo jeito nosso câmbio vai cair mais ainda!!!!

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  • Pedro Luis da Silveira Bérgamo Ribeirão Preto - SP 29/02/2008 00:00

    Aleksander,

    Sou um pequeno produtor mas digo que não precisamos da UE, se eles querem pagar a carne + cara, comprando de outros fornecedores, que pagem. Para exportar apenas o que foi imposto é ridiculo.

    Temos que valorizar o nosso produto que tem qualidade superior, carne de gado a pasto sem vaca louca e outros problemas. A Estratégia é vamos mostrar a eles o produto que estão perdendo e a que preço temos para ofereçer, exportar para o resto do mundo e ponto final.

    Abraço

    Pedro Bérgamo.

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 29/02/2008 00:00

    Finalmente uma auspiciosa notícia em relação ao cambio. Déficit!

    Para ficar BOM basta que o superávirt da Balança Comercial em 2008 não ultrapasse os US$ 30 bilhões.

    Aí eu quero ver estrangeiro ter coragem para aplicar seus dólares no mercado financeiro brasileiro, sem fazer HEDGE.

    Quando todos fizerem "hedge" a tendência de queda na cotação se inverterá... correndo!

    Não é à toa que o Mantega já avisou que de R$ 2,20 o dólar não passará...

    Senhores façam as suas apostas.

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  • Marcio de Oliveira e Silva Carmo do Paranaíba - MG 28/02/2008 00:00

    Opiniao generalizada aqui na regiao é que os produtores de café estao esperando café a 220 dolares para fixar preços e vender bmf apartir de 210 dolares parece que este preço agrada muito ao produtor e maioria vai começar a vender .

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 27/02/2008 00:00

    De onde surgiu esta conta de 8 milhões de barris de biodiesel por dia em 7 milhões de ha de dendê ?

    Prezados Ray Cunha e Coronel Fregapani,

    eu gostaria de entender a conta que fizeram para estimar a cifra acima porquanto a produção "ótima" do dendê (Palma Africana) é considerada como sendo umas 8,0 t/ano ou seja, também umas 8,0 t de biodiesel.

    Sem levar em conta a densidade de 920 kg por metro cúbico e, considerando que um barril contém 159 litros, para se atingir os oito (8) milhões de barris de biodiesel por dia, algo como 1,272 milhão de t/dia, então em um ano de 365 dias seriam necessários cerca de 464,280 milhões de toneladas e portanto, produzindo-se aproximadamente uma 8,0 t de biodiesel por hectare, seriam ncessários 58,035 milhões de ha de dendê para empatar...

    A grande pergunta no entanto não é esta. O que todo mundo quer saber é quantos hectares seria necessário plantar para substituir todo óleo diesel, gasolina e querosene de aviação que o mundo consome?

    O parâmetro que temos é o consumo de cerca de 85 milhões de barris de petróleo por dia, entretanto os combustíveis refino-resultantes não atingem oito (8,0) milhões de toneladas por dia (diesel, gasolina, querosene) e em 365 dias precisa-se de 2,920 bilhões de toneladas/ano e aí sim produzindo-se 8,0 t de biodiesel por hectare, seriam necessários 365 milhões de hectares...

    Evidentemente que a conta não é tão simples assim, temos oálcool para descontar,temos também que um (1,0) litro de óleo rende muito mais quilômetros do que um (1,0) litro de gasolina, etc... etc...

    Em outras palavras, o mundo precisaria processar o dendê de 1,0 milhão de hectares por dia... para fazer rodar todos os veículos e naturalmente abandonar a geração de energia elétrica a partir do petróleo bem como utilizar outras fonte de aquecimento residencial como lenha (madeira) briquetada, solar etc...

    Além disto não necessitamos ficar exclusivamente no dendê. Temos a Macauba e além disto Leucena, Moringa, Tungue, Pinhão Manso, até Pequizeiro serve e tantas outras para cultivo em outras partes do mundo.

    Tamanho da região Amazônica: Mais de 500 milhões de hectares

    Bioplásticos viriam de outras fontes e o óleo de mamona substituiria os óleos lubrificantes.

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  • José Joaquim Francisco de Sousa Guaraí - TO 27/02/2008 00:00

    Amigo João Batista,Nao sou a favor de quebra de contrato,mas estive lendo um artigo de LYBOR LANDGRAF (advocacia) e fiquei a pensar, BUNGE, E CARGIL controla 80% do sistema de comercializaçao da soja e fertilizantes no Brasil,não seria hora delas serem realmente parceiras dos agricultores reajustando amigavelmente os contratos que estao muito defasados em relaçao ao preço atual.

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  • Adriana Aparecida Suguimoto Coroados - SP 26/02/2008 00:00

    João Batista somos seus fãs, nosso almoço é sempre assistindo você.

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 26/02/2008 00:00

    É ridícula esta discussão em torno de Número de Fazendas.

    Consta que em 2007 foram exportadas para lá mais de 300 mil t de carnes, sendo 167 mil de Cortes Nobres e o restante, maioria industrializada - que não tem restrições.

    Pois bem, estes cortes nobres, picanha, filé mignon etc... cada boi tem na média uns 15kg...

    Portanto, para se juntar 167 mil t precisa-se de mais de 11 milhões de bois... e tem PALERMAS discutindo em torno de 300 Fazendas...

    Isto é conversa para boi dormir e não para Governo perder tempo com isto.

    É ridículo submeter-se a um comunicado lido em uma Tribuna, de respeito é verdade, mas lido pelo "sub" do Sub-Chefe de não sei o quê ....

    Em 2008 seguramnte o Brasil produziráuns 10% de Carne de boi a menos, por isto, comercialmente poderia ter se aproveitado da situação e "blefado" algo da seguinte maneira:

    - Agora quem suspendeu as exportações foi o Brasil...

    Mas como político nunca faz nada lógico tecnicamente, o rabo está abanando o cachorro... he he he

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    http://www.abiec.com.br

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    Telmo.

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  • Marcio de Oliveira e Silva Carmo do Paranaíba - MG 26/02/2008 00:00

    O será que está acontecendo agora no Brasil, antes era só começar a colher e as notícias de safras astronomicas enormes filas de caminhoes para descarregar estavam na mídia e os preços baixavam , mais agora a safra de soja está em pleno vapor, acolheita está do mesmo jeito mais nao tem notícia baxista,será porque? possivelmente nao tem interesse de baixa deve ter alguém ganhando muito.

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  • Ana Echevenguá Florianópolis - SC 25/02/2008 00:00

    Incinerador de Laguna: a catástrofe está anunciada!

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    Desde o início de 2007, a ong Ambiental Acqua Bios busca o socorro judicial (Processo 040.07.004706-5, 2ª. Vara Cível de Laguna) para os pulmões da população do sul de Santa Catarina que recebem, diariamente, substâncias cancerígenas (dioxinas e furanos) jogadas no ar pela chaminé de um incinerador que queima 800 quilos de lixo hospitalar em Laguna. O ar fica impregnado de “agente laranja", aquela mesma droga que os americanos usaram na guerra do Vietnã.

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    Sabem como funciona um incinerador? Ele queima o lixo a mais de 1.000oC. Na chaminé, deve ter um lavador dos gases que se formam com a queima. Esta lavagem gera uma lama (porque o gás vem acompanhado de resíduos sólidos) que deve ser encaminhada a um aterro Classe I.

    Devido à grande quantidade de PVC na composição dos resíduos hospitalares, sua queima libera gases cancerígenos que impregnam a atmosfera.

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    A manutenção do incinerador é cara: os testes de filtragem e de queima são tão caros que as empresas, especialmente em São Paulo, estão usando auto-claves, micro-ondas para esta atividade... Cada bateria de análise de um incinerador, por exemplo, custa mais de 50 mil reais.

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    Mas, em Santa Catarina, a coisa é diferente; eu falo constantemente que, aqui, as ilegalidades acontecem com a conivência dos órgãos públicos. Licenciamento facilitado, fiscalização zero... então, este incinerador – sem as exigências legais - é uma mina de ouro (para o empresário). Pouco importa os riscos e a lesividade provocados ao meio ambiente e à saúde do contribuinte.

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    Peraí, gente! Como me ensinou o professor Christian Guy Caubet, em seu artigo “Risco, informação e precaução: o Direito dá conta do futuro?”, no caso deste incinerador, eu não posso falar em “atividade de alto risco”, porque esta “pressupõe que a conseqüência nefasta está incerta”. E o que temos aqui é a “certeza da ocorrência permanente de prejuízos”.

    Extraí outro trecho do mencionado artigo: “A natureza das atividades e as condições de sua realização evidenciam que o observador só poderá constatar os desastres. Não há dúvida sobre a superveniência das conseqüências danosas: a catástrofe está anunciada, pois embutida nas premissas disponíveis”.

    Finalmente, em 21/02/2008, o juiz de Laguna decidiu lacrar o incinerador da Louber. Determinou a suspensão da Licença de Operação e “a interdição dos equipamentos de tratamento e incineração de resíduos de serviços de saúde instalados na sede da ré LOUBER, fixando-se a pena de multa de R$ 1.000,00 por dia em que tais atividades sejam desenvolvidas em desacordo com a presente decisão. Resta fixado o prazo de 15 dias para que as atividades sejam interrompidas, conforme acima declinado, sendo que, vencido o prazo referido, os equipamentos devem ser lacrados pelo Sr. Oficial de Justiça”. Além disso, exigiu que a LOUBER promova, “às suas expensas, o teste de queima de seu incinerador, com observância da IT 09 e NT 01/99, ambas das FATMA, no prazo de 60 dias”.

    O órgão ambiental estadual – FATMA – que também é réu no processo, está proibido de conceder novas licenças ambientais à LOUBER “que envolvam o tratamento e incineração de resíduos de serviços de saúde, sob pena de multa de R$ 50.000,00 por licença concedida”.

    Sei que os réus vão espernear; talvez o Tribunal de Justiça reforme esta decisão... vocês já sabem como isso tudo funciona!!!

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    Mas, neste momento, os pulmões do contribuinte da região sul de Santa Catarina estão nas mãos de um oficial de justiça da comarca de Laguna que, para dar continuidade ao processo, deve entregar a ordem judicial aos réus e lacrar os equipamentos de incineração, caso a suspensão não seja cumprida.

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    Ana Echevenguá, advogada ambientalista, coordenadora do programa Eco&Ação, email: [email protected]

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 25/02/2008 00:00

    Caro Edson... o reflexo desta redução por enquanto será muito pequeno. O problema do custo final do Glifosato não é o sal da sua formulação. São os custos e encargos industriais do Brasil.

    Na prática deve favorecer a NORTOX do Paraná, a AGRIPEC do Ceará e uma outra do RS.

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  • Alberto Eduardo Rings Maringá - PR 23/02/2008 00:00

    Se o governo brasileiro aceitar a lista de somente 300 fazendas impostas pela UE, como aptas a exportar, então, realmente, voltamos a ser COLONIA. Pior, estaremos adimitindo que o nosso sistema de rastreamento é uma farsa pois aceitamos condenar as demais propriedades rastreadas, à servidão do capricho, do pouco caso, e do desrespeito dos europeus para com o Brasil. Ministro Stephanes, por favor, deixe de nhê-nhê-nhê, e assuma o papel importante que o senhor tem como Ministro da Agricultura do país que é o maior produtor de alimentos do mundo.

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