Fala Produtor
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Edson Stock Sta Juliana - MG 22/02/2008 00:00
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Gerhard Erich Boehme Curitiba - PR 22/02/2008 00:00
Qual a real intenção do atual (des)governo?
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Primeiramente fomos surpreendidos com a antecipação do pagamento das dívidas junto ao FMI, embora tal pagamento não fosse tão atrativo assim, uma vez que os juros eram menores que outros empréstimos ainda vigentes na ocasião, os quais, mesmo para os acadêmicos de economia, seriam mais atrativos se fossem pagos, e eram ainda mais que os empréstimos que estavam sendo negociados pelo Governo Federal. O que de fato ocorreu.
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Foi um ato político. Seguramente liberando este atual (des)govenro do controle imposto, já que o FMI impunha restrições de gastos e limitava a contratação de novos empréstimos. Restrições significam controle, controle significa que ocorria supervisão externa. Não como nos casos dos cartões corporativos e uma infinidade de empréstimos, sem garantias de controle e com finalidades escusas. Neste particular fico a imaginar se a oposição, imprensa e entidades que deveriam fazer o controle dos gastos não fossem também negligentes como mostrou ser no casos dos cartões, a m.... que poderia dar. Se o caso dos cartões, comparando com os desvios do ex-Presidente Collor assustam, imagine o potencial desvio no caso destes e tantos outros empréstimos. Segue a lógica de um inadimplente frente ao SERASA, quita a dívida para poder aplicar outros golpes.
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No meu entender, considerando a folha corrido dos atuais corruPTos, a começar por aquele Presi-mente que indevidamente ocupa a sua cadeira no Palácio do Planalto, tal manobra visava tão somente poder contratar empréstimos para alguma nova falcatrua. Infelizmente a imprensa não deu destaque para o assunto. No meu entender algo muito estranho... Estranho mesmo.
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Segundo foi o absurdo endividamente no mercado interno, sempre crescente, seja por parte do governo, seja por parte das entidades governamentais e as estatais e também pelo setor privado, com destaque para a dilatação cada vez mais crescente dos financiamentos, dos automóveis em particular. Os quais geram lucros aos bancos privados, mas geram possibilidade de maiores falcatruas nas instituições públicas, na infinidade de bancos que ainda não foram privatizados ou entidades que foram fortalecidas, como a Nossa Caixa, esta diretamente ligada ao govenro paulista.
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Agora vemos que o país possui pela primera vez, desde o Império, recurso suficientes para saldar a dívida externa.
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Considerando o momento político atual e o momento que está porvir, e os interesses que poderiam causar uma ampliação das repercuções no mercado internacional, podemos até mesmo entender que coisa boa não vem por aí, em especial se tivermos um revés anti-democrático ou uma mobilização de apoio por parte das entidades e movimentos que se dizem sociais, como o MST.
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Seria realmente uma notícia boa saber que as reservas brasileiras e a dívida externa - Segundo cálculo do Banco Central, pela primeira vez o Brasil tem dinheiro para pagar toda sua dívida externa?
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Seria este um bom sinal? Ou as preocupações são fundamententadas, uma vez que no cenário internacional existirá um número menor de interessados na normalização da condução da políca no Brasil em caso de uma grave crise institucional?
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Sabemos que o Banco Central é uma das poucas entidades que são bem administradas no momento, fato que reforça a tese do Prof. Kanitz, quando cita a importância de administradores e engenheiros em Brasília para a solução dos diversos problemas nacionais.
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Ainda que requeiram tempo, as soluções existem. Mas, dependem de pesquisa científica, projetos sérios e planejamento. Em resumo, de uma boa administração e de uma boa engenharia.
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Mas, e os administradores? E os engenheiros?
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Esta pergunta os eleitores do sr. Luiz Inácio Lula da Silva não souberam fazer. Mas isso não é novidade, pois o Professor Dr. Stephen Kanitz, nacionalmente conhecido como colunista em importantes jornais e revistas de circulação nacional, já nos vinha alertando para a causa da má gestão pública:
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http://www.kanitz.com.br/veja/pais.asp
http://www.kanitz.com.br/veja/faltam_engenheiros_governo.asp
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E já que citei o Prof. Kanitz, recomendo o artigo - neste ele foi brilhante:
http://www.kanitz.com.br/impublicaveis/defesa_da_classe.asp
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Aguardo opiniões... Ou estou viajando na maionese?
E antes que algum economista fique ofendido, a critica do Prof. Kanitz foi bem clara, foi dirigida aos economistas governamentais.
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Ricardo Bergamini Florianópolis - SC 22/02/2008 00:00
Desde o ano de 2000 o mundo está vivendo um clico virtuoso de crescimento, bem como de grande demanda mundial por produtos de commodities, principal base da exportação da economia brasileira.
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Considerando o ano de 2000 como base 100 a valorização das commodities de 2000 até 2007 foi como segue:
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1 - Alimentação - 97,50%.
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2 - Industrial Metais - 164,73%.
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3 - Industrial Total - 133,18%.
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4 - Petróleo – 222,20%
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5 - Geral - 113,05%.
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Qual seria a principal causa desse crescimento irracional? Sem dúvida o excesso de liquidez internacional provocada pela emissão de dólares para manter a guerra do Iraque.
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Como conseqüência desta irresponsabilidade americana o próximo passo da crise mundial será o retorno da inflação e recessão mundial. Em economia não há milagres.
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Adicionalmente ao acima colocado, também devemos lembrar que no ano de 2003 o governo Lula isentou o capital estrangeiro de imposto de renda para aplicações em títulos do governo federal, e sendo o Brasil o maior pagador de juro real do planeta; é óbvio e ululante que a soma desses fatores tornaram o Brasil um paraíso fiscal para o mercado financeiro internacional.
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Devemos lembrar também que o dólar é a moeda mais desvalorizada do planeta atualmente, assim sendo a aparência é de um valor maior do que realmente vale, como exemplo podemos fazer a demonstração abaixo:
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No governo Sarney de 1985 até 1989 o Brasil gerou um saldo na balança comercial de US$ 67,3 bilhões no período, correspondente a 4,57% do PIB, enquanto o governo Lula de 2003 até 2007 gerou um saldo na balança comercial de US$ 189,4 bilhões no período, correspondente a 4,27% do PIB, ou seja, U$ 67,3 bilhões do período de 5 anos do governo Sarney valia mais 6,56% do que os US$ 189,4 bilhões dos 5 anos do governo Lula.
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Para finalizar cabe lembrar que o Brasil é remunerado na suas reservas em dólares na base 3,50% ao ano, enquanto os reais correspondentes são remunerados pelo Brasil em 13,00% ao ano, na média do ano de 2007.
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Como acima demonstrado fica provado não haver nenhuma conspiração como colocado pelo amigo.
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Waldir Sversutti Maringá - PR 22/02/2008 00:00
Gostaria de postar matéria publicada hoje pelo odiariodemaringa.com.br, que peço aos amigos do site checarem. Se fosse verdade, seria bom demais, sô !
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Commodities vão ficar em alta nos próximos 15 anos
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No momento em que o Brasil inicia a colheita da safra de verão, uma boa notícia: o "super ciclo" de alta nos preços das commodities agrícolas pode durar até 15 anos. A estimativa foi feita pelo chefe de pesquisa em commodities globais da Merrill Lynch & Co, Francisco Blanch, durante uma conferência em Londres.
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Para ele, as cotações vão seguir impulsionadas pelo desequilíbrio entre demanda e oferta. "A demanda está crescendo rápido demais para os recursos atuais", explicou Blanch, para quem a expansão da produção "pode demorar 5, 10 ou 15 anos para alcançar o consumo". O analista disse ainda que a Merrill Lynch tem sugerido aos investidores a compra de soja e açúcar demerara (um dos tipos mais caros) no médio prazo.
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Altemar Kroling Diamantino - MT 20/02/2008 00:00
Olá amigos, Mato Grosso está de luto, pois acaba de perder o senador Jonas Pinheiro, um homem que sempre esteve a frente dos problemas que a agricultura passou, se cada estado da federação tivesse um representante com a força que o Jonas tinha, a realidade do agronegocio seria outra.<br />
A agricultura deste país vai muito bem, mas infelismente o agricultor cada vez mais individado e sem poder de reação.<br />
Essa é a nossa realidade, deixo aqui os pesames a família, e nós seguimos reinvindicando as nossas prorrogações, abraços.
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Sérgio Souza e Silva Cezarina - GO 20/02/2008 00:00
Olá Telmo. Sou Produtor rural e estou interessado a entender como realizar negociação através do mercado futuro. Não tenho nenhum conhecimento de como agir, por favor me de instrução como devo proceder.
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Gilvan Ferreira Gomes Pedro Afonso - TO 20/02/2008 00:00
Prezado Dr. Henrique. Sou admirador do trabalho da Lybor Landgraf, que hoje é indiscutivelmente o maior suporte jurídico para a classe agropecuária de nosso país, uma verdadeira ONG que faz filantropia no conceito amplo da expressão.
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Dário José Magnani Pranchita - PR 19/02/2008 00:00
Oi João Batista, nos não podemos fazer terrorismo com os agricultores. Quando vem um agricultor dizendo que não vai sobrar 2 ou 3 sacos de soja pra pagar as dividas é porque essa cara a mulher dele foi na relojoaria comprar cordão de ouro e deu pro marido (ou pro amante) de presente e ele tá dizendo que lavoura não dá lucro, daí fica negociando dívida mas fica andando de corrente de ouro e camioneta nova se gabando na cidade, mas na verdade ele não tava na m. como está e vai ficar. diz para ele ou ele é agricultor ou vai ficar na m.
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Arnaldo Thadeu Pereira Querência - MT 19/02/2008 00:00
Gostaria de deixar o meu manifesto contrario a decisão do Tribunal de Justiça do Mato Grosso, que através do corregedor Orlando Perri, quer suspender as comarcas recém criadas no Mato Grosso, dentre as quais esta a minha (Querência), agradeço a equipe que leu o meu email de protesto no programa do João Batista.
Gostaria que dessem mais ênfase a essa decisão do TJ MT, mostrando os prejuízos que ela ira causar para toda a população matogrossense. Já me colocando a inteira disposição para quaisquer esclarecimentos, obrigado.
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Waldir Sversutti Maringá - PR 19/02/2008 00:00
Como conter o desmatamento da Amazônia ??? Resposta fácil:
Condenando e sentenciando toda aquela região ao ostracismo e ao subdesenvolvimento econômico !!! Pergunto: Para a eternidade ??? Lógico que não !. É preciso coragem para enfrentar a sanha dos ambientalistas, fazê-los cairem na real e entenderem que isso não é possível.
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Tudo é uma questão de balança, a do vale quanto pesa; nem o agricultor, nem o pecuarista, vão desmatar terras arenosas, onduladas e imprestáveis para a agropecuária na Amazônia Legal. Não são tolos ! Para essas terras o Plano de Manejo Florestal, já existente, elaborado pelo próprio Governo Federal é suficiente. Também é necessário redefinir a área da verdadeira Amazônia Legal, excluindo as regiões de matas de transição, seja no MT, Pará ou outra região qualquer, da REGIÃO NORTE, passando-as para o Centro Oeste, inclusive o Tocantins.
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Então, é preciso separar as terras de matas altas com solos arenosos, para que se transformem em reservas florestais nacionais DEMARCADAS, INTOCÁVEIS E DEFINITIVAS, fiscalizando implacavelmente as terras públicas que vem sendo griladas há muito tempo, separando e pagando pelas particulares o quanto valem, mesmo que pelo sistema de Crédito de Carbono, se quiserem preservá-las e para que não se transformem em desertos no futuro, permanecendo como estão: como o pulmão do mundo, embora esse mesmo mundo nada pague pelo seu oxigênio !
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Com relação às terras com matas de transição, também chamadas de mata paliteira, constituída de árvores finas, em regiões de solo argiloso, com relevo plano, extremamente favorecidas para a agricultura, localizadas em sua maioria no leste e norte do Mato Grosso, por isso, com valores por hectare mais altos, essas devem ter o limite para desmate elevado de 20 para 50%, inclusive anistiando sim, as existentes nesse percentual, cujo limite já era antes de FHC, e destinadas para fins agropecuários, como tem que ser, preparando o Brasil para suprir de alimentos mais 2,5 bilhões de pessoas em 2.040, quando a população atingirá os 9.000.000.000 de habitantes, isso mesmo, 9 bilhões de bocas, já que no resto do Mundo essa possibilidade não é tão exuberante como aqui, isso tudo, mesmo diante de uma alcatéia de pretensos e folgados ambientalistas que fazem extravasar seus latidos ensurdecedores a todo momento sem conhecer a realidade da região. Minha esposa diz que, eles sempre tem um pouco de razão ... ressalve-se.
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Mas, não haverá força que resista ao inexorável, lento e gradual desmatamento, necessário ao desenvolvimento, e de direito reclamado pelos habitantes dessas regiões, para melhorarem de vida e consolidando o Brasil, como o maior produtor e fornecedor mundial de alimentos, cuja marcha já vem sendo empreendida pela agropecuária brasileira, à moda mineira do come-quieto, lenta mas segura, algumas vezes cambaleante, mas com noção, direção e sentido, silenciosa e inexorável, apesar de tudo e de todos, e, já há bom tempo também, diante dos latidos constantes da alcatéia de lobos do asfalto em suas ONGs refrigeradas e mantidas pela bonança governamental, ou seja, o dinheirinho suado dos impostos pagos pelo sistema produtivo, do qual não largam o pé. É preciso separar o joio do trigo.
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Waldir Sversutti
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José Walter de Oliveira Sacramento - MG 19/02/2008 00:00
João Batista, faço-lhe uma sugestão no sentido de trabalhar o assunto fertilizantes. É sabido que os adubos subiram e vão subir muito mais e ninguém, literalmente, ninguém (nem o governo,com as duas fabricas que quer construir) terá forças de impedir. Isto porque simplesmente a renda está voltando ao campo e as multinacionais querem abocanhar uma fatia maior desta mercado e continuar fazendo do produtor um verdadeiro burro de carga.
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Pelo que vejo na maioria das propriedades os cálculos para adubação segue um chavão tradicional que é de 300 a 400 Kgs de adubo na soja e 400 a 500 no milho , sendo de 200 a 250 de cobertura, sem buscar a fertilidade do solo, para saber o que realmente precisa.
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Algumas fazendas da região, mais profissionalizadas, trabalham com a analise de solo completa, anualmente, de 00 a 20 e de 20 a 40 e ainda fazem analise foliar para ver a deficiência de micronutriente no solo. Com isto temos visto pequenas adubações como 150 a 200 kg em soja, alguns caso de 80 kg e mesmo assim direcionando a formulação do adubo para atender o que falta na terra.
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Bom, a sugestão é no sentido de você desenvolver um trabalho em uma quantidade maior de propriedades, em diversas regiões do País, mostrando o quanto o produtor usa de adubo na forma tradicional e fazer uma analise do solo detalhada e verificar que ele está jogando dinheiro fora, contribuindo para o alto consumo de adubo no país. Exemplo: se pegarmos 100 propriedades, colhermos analises, mandar fazer em laboratórios credenciados e eficientes, poderemos constatar que xx% das mesmas estão trabalhando errado, jogando adubo desnecessariamente. Eu acredito em números tipo 40%. Imagina se jogarmos isto no mercado, o mercado vira de perna por ar, sem processo no CADE, sem fabricas novas, sem brigas, apenas na tecnologia. Ainda poderá aguçar o homem do campo a buscar alternativas de adubação em oleaginosas, transferindo para a terra fósforo, potássio, e nitrogênio orgânico, barato e eficiente.
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Espero que faça esta sugestão andar, andar, andar...
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Mario Afonso Klein Passo Fundo - RS 18/02/2008 00:00
BRASIL, A BOLA DA VEZ ?
Para horror dos profetas do caos, o editor da Money Week, Merryn Somerset, publicou no Sunday Times artigo defendendo que os pequenos investidores britânicos coloquem o seu suado dinheirinho no Brasil. “Por que Brasil? Porque o país tem duas coisas que faltam ao resto do mundo - reservas de terras férteis e uma abundância de água. Esses dois fatores combinados transformaram o Brasil no maior forncedor mundial de açucar, café, carnes bovina e de frango (embora não nos moldes de produção natural defendidos pelo chef Jamie Oliver). (…) Ao mesmo tempo, ao contrário de nós, o Brasil está na febre dos biocombustíveis, é um dos maiores produtores de ferro e tem grandes depósitos de urânio, niquel, ouro, plantina e, descobriu-se recentemente, petróleo. Vai demorar para o país retirar esse óleo do fundo do mar, mas se a reservas forem tão grandes quanto se imagina, o Brasil poderá entrar na liga de exportadores, junto com o Oriente Médio e a Venezuela. (…). Finalmente há a estabilidade política: (o vetereno investidor) Jim Slate me descreveu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como sendo ao mesmo tempo ‘pragmático’ e ‘popular’”. Meryn Somerset não está sozinho nessa aposta que tanto contraria muitos analistas brasileiros.
O Valor informa que o Brasil virou prioridade para os fundos de private equity (carteiras especializadas em comprar participação de empresas). Uma pesquisa da KPMG feita este mês com gestores e investidores destes fundos mostra que o país é a primeira opção de investimento quando se pensa em América Latina para 42% dos entrevistados, bem à frente do México, com 34%.
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Telmo Heinen Formosa - GO 18/02/2008 00:00
Foi a vez do Globo Rural deste domingo (17 FEV 2008), "desinformar...". Seguindo o corolário geral dos ultimos 15 dias, chegou a vez do Globo Rural cometer a sua gafe também sobre o assunto "rastreabilidade" e exportação de carne para a UE.
Neste domingo, 17 de FEV 2008 foi apresentada uma Reportagem sobre uma Fazenda "rastreada" em Goiás, (Aurora) com 800 hectares e 1.200 reses, média de abate de 900 cabeças por ano.
Ao término da Reportagem foi dito pela HELLEN Martins de que seriam necessárias 1.200 Fazendas deste tamanho para atender as exportações para a União Européia.
Errado!
São quase 300 milhões de kg de carne exportados por ano (2007) para lá. Considerando-se que eles adquirem basicamente o Filé Mignon, Picanha etc... (Cortes Nobres do Traseiro) de mais ou menos 15 kg de cada boi... Vocês tem que refazer a conta. Seria necessários então 20 milhões de bois...
A conta não é exatamente esta porquanto nas 300 mil t citadas, está incluida também a carne industrializada, que não é só de cortes nobres.
Mesmo assim a informação terá que ser retificada. Vá na ABIEC ou na ABRAFRIGO para pegar os números corretos.
O certo é que esta discussão sobre 300, 600 ou 523 ou mesmo 2.681 Fazendas habilitadas, é ridícula.
A Fazenda habilitada não pode estar no Pará e o Frigorífico exportador em Goiás ou Minas...
Os repórteres ainda não se flagraram deste aspecto ridídulo... e considerando que apenas uns 15 kg por boi, quantos bois precisa abater para encher um Container de 20 ou de 27 toneladas ?
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Climaco Cézar de Souza Taguatinga - DF 14/02/2008 23:00
EMBARGO DA CARNE BOVINA PARA A U.E.- no debate de ontem na importante audiência pública do Senado, venceu de longe a Senadora Katia Abreu e outros senadores e alguns deputados ao IMPLORAREM, quase chorando, ao Ministro (que também venceu pela sinceridade e muita coragem ao peitar este e outros oligopólios, inflitrados há anos no MAPA) a não apresentar lista alguma a estes malucos da U.E., que acham que o Brasil ainda é um quintal deles, ao tempo que acobertam certificados falsos de sanidade na Irlanda e doenças muito piores como a vaca louca (que mata humanos). <br />
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Perderam feio a ABIEC (muito mal representada), os frigoríficos (que podem e deveriam pagar pelo animal rastreado até mais R$ 15,00/@ - como já dissemos aki e ficou devidamente demonstrado pela senadora Kátia, invés de expandirem avidamente no exterior - e concentrarem internamente - e usando o nosso suado e altamente tributado dinheirinho (Cadê o CADE ?) e as muitas certificadoras não-sérias (que foram crucificadas como a maior causa do imbróglio e o maior erro de certo ministro anterior, vez que receberam, não rastrearam e sequer foram acompanhadas/fiscalizadas pelo Governo, como prevê a Lei e os Acordos Internacionais do tal ministro - aliás, péssimos para o Brasil). <br />
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Parabéns Senado/Câmara, por tão importante debate e no momento certo e parabéns pecuaristas sérios que estão peitando os frigoríficos e arregimentando seus representantes na casa. Se fosse possível, seria a hora da guerra da não entrega de bois. <br />
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Penso que com tal episódio que vai ganhar mais, PROXIMAMENTE, será o setor, sobretudo os pecuaristas, ao banirem grande parte das ambições e interesses pessoais, que ainda dominam tão importante atividade (altamente geradora de divisas, empregos, tributos, desenvolvimento e fonte alimentar).<br />
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Há 5 anos, o Canadá tentou fazer o mesmo no episódio comercial entre a Bombardier e a Embraer e que eles, loucamente, travestiram de barreira sanitária e acusaram o Brasil de ter a vaca louca. <br />
<br />
Provamos, unidos, que não havia e o mundo se quedou à nossa verdade, o que foi o melhor e o mais barato plano de marketing do mundo. <br />
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Agora, se fizermos o mesmo com a U.E. teremos mais uma grande chance de mostrar a verdade aos consumidores europeus e mundiais, de acordar o Itamaraty e a OMC e de expandir as vendas futuras, pelas alta qualidade e sanidade. <br />
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Se, ao contrário, lerdarmos e mostrarmos quaisquer lista (de 300 a 10 mil nomes), logo eles virão com exigências piores e ainda outras mais descabidas da Rússia, dos países vizinhos, dos novos compradores etc... <br />
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PARABÉNS PECUARISTAS. PARÁBENS POLITICOS SÉRIOS.<br />
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Prof. Clímaco Cézar<br />
www.agrovision-df.com
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Reginaldo da Silva Alta Floresta - MT 14/02/2008 23:00
boa tarde, <br />
alguen pode me ajudar aonde posso conseguir sementes de cana de açucar, pois estou precisando plantar 5 alqueires, para produção de raçao para gado leiteiro.<br />
por favor, se algun tecnico tambem souber qual a melhor variedade, para ajudar gado produção de leite.<br />
Bom dia João Batista. Sou telespectador dos seus programas e gostaria de saber se com essa redução da taxa de importação de matérias-primas do glifosato da China, quanto irá refletir nos preços dos mesmos aqui para nós, produtores.