Fala Produtor

  • Roberth Fagundes Santana - BA 20/11/2007 23:00

    Como pequeno produtor rural do interior nordestino, região oeste da Bahia, gostaria de mostrar nossa indignação com os políticos. Olha só, João, aqui nesta nossa região, onde as cidades dependem 90% da zona rural, estamos passando uma das mais criticas estiagens que sem tem noticia, com gado morrendo em quantidade jamais vista por aqui, e até agora na grande maioria das cidades nem o estado de emergência foi decretado pelo governo do Estado. Enquanto isso os pequenos produtores com dividas nos Banco do Brasil e Banco do Nordeste, que estão em situação de inadimplência, estão sendo executados... No entanto o nosso presidente viaja pelo mundo gabando-se de ser o pai da pobreza, mas esquece da sua própria gente. É o velho ditado: em casa de ferreiro o espeto é de pau..., e que espeto!!!

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  • Guilherme Almeida Gazzola Rio de Janeiro - RJ 20/11/2007 23:00

    PESSOAL DA REDAÇÃO;<br />

    há meses quando se clica em milho não aparece o gráfico,<br />

    por favor corrijam, este é meu segundo pedido!<br />

    abraço,<br />

    Guilherme

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  • José Walter de Oliveira Sacramento - MG 20/11/2007 23:00

    Caro amigo João Batista.<br />

    <br />

    Neste cenario positivo que se apresenta o Agronegócio, em termos de preços futuros e um site muito bom como o seu, faço lhe uma sugestão para incluir um item sobre o estoque mundial de soja diariamente, bem como a movimentação da agricultura nos EUA, como: acabaram a safra, colheram xxx , com variação de % para mais ou para menos, consumo mundial.Se houver informações que o faça também sobre o milho. Com isto nos dá uma visão melhor do mercado e como se comportará os preços futuros.<br />

    João voce nao imagina o quanto de produtores erraram novamente em fechar soja verde, ou prefixar a preços que hoje nao cobrem os custos.<br />

    Saudações e parabéns pelo novo lay out do site.

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  • Octavio Junqueira Leite de Moraes orlandia - SP 19/11/2007 23:00

    consegui acessar os informativos em audio e video, grato

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  • Octavio Junqueira Leite de Moraes orlandia - SP 19/11/2007 23:00

    porque não estou conseguindo acessar os informativos agricolas em audio e video ? será algum problema em meu computador

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  • Alcides Heerdt Chapecó - SC 18/11/2007 23:00

    João Batista, Um parente próximo ingressou na Justiça visando revisar contratos rurais hipotecários. Depois de dez anos (meu parente tem 70 anos) obteve em sentença de segundo grau os parâmetros para o recálculo. Certamente o Banco do Brasil (suposto credor) irá recorrer às últimas instâncias. Pretendemos promover a execução provisória da sentença, especialmente para afastar a maldição das hipotecas (são três) que, a despeito da dívida reclamada pelo BB ser em torno de R$1.500.000,00, gravam uma propriedade no valor de R$20.000.000,00 aproximadamente, por quase 20 anos. Meu parente está paralisado desde então. O nosso problema é que levamos cópia do processo a um contador (perito) e esse nos apresentou várias versões de cálculo, todas divergentes entre si. Num o banco deve restituir em torno de R$650.000,00 e noutro por volta de R$150.000,00. Agora, numa nova tentativa de cálculo, o perito nos diz que possivelmente haverá uma grande dívida para com o BB, talvez maior do que o próprio BB vinha exigindo. Isso seria trágico pois toda luta judicial teria sido inútil. Recentemente vocês noticiaram a condenação final do BB de restituir indébitos a agricultores de Minas Gerais. Estamos completamente perdidos.

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  • Ismael Zanatta Sorriso - MT 18/11/2007 23:00

    Eu tenho uma divida com o Banco do Brasil de Nova Mutum (MT). Na safra de 1994 peguei um custeio para plantar soja, o banco me liberou R$ 11,400,00. O problema foi na hora de colher, pois chovia muito e as ervas daninhas tomaram conta; Perdi muito soja com os inços e também com a chuva, e por este motivo não consegui pagar o banco; Fui ao BB para conversar com o gerente, explicar o motivo pelo qual não tinha quitado a divida. Mas ele não queria nem me ver... começou a me tratar mal dizendo que eu tinha que pagar de qualquer jeito... Desde quando cheguei aqui em (1985) sempre levei tudo controlado, mas por causa de um ano a gente se estrepa. Depois deste problema fiquei dois anos sem plantar, pois na época o banco dizia que pra mim, que estava devendo, não tinha credito. Depois deste problema, procurei as traders para me financiar a lavoura... mas nunca sobrava para pagar o banco, uma vez que na época estava um ano de preços ruins e fiquei devendo também nas firmas... ou seja, foi um "Deus nos acuda" de cobradores e oficiais de justiça: resumindo perdi a terra (182) hectares, e desde época estou num assentamento aqui no distrito de Boa Esperança do Norte. Enquanto isso a divida subiu de um jeito que não tem explicação - de um ano para o outro foi para cerca de 30 a 40.000 reais.. hoje sei lá em quanto possa estar esta divida. Ela acabou securitizada, mas na situação em que eu me encontrava, não consegui pagar também. Quando vendi a terra, fui atrás de saldar esta divida, mas antes precisava saber o valor dela, mas não achei em lugar nenhum. O gerente do banco dizia que a divida tinha ido para a União. Então contratei um advogado mas ele não conseguiu encontrar nada. Quando fui dar baixa da escritura no cartório apareceu a divida no banco de Nova Mutum; fui tentar fazer um acerto, mas eles queriam receber todo o valor, o que é um absurdo; Na época o banco quis me cobrar assessórios da securitização com valor fora do comum; no custeio de R$11.400,00 me cobraram um valor de R$3,800,00. Comecei a conversar com outros fazendeiros que acharam tudo um absurdo. Eles estavam com dividas em torno de R$250.000 e pagaram cerca de R$450,00 de acessórios. Não lembro o ano em que foi securitizada, mas em 1999 no fórum de Nova Mutum estava em torno de R$10.000,00. Enfim, eu preciso que me ajudem por favor a esclarecer a tudo isto. Na época eu era um pequeno produtor que plantava 140 hectares...

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  • Maria Goreti Braga dos Santos Brasília - DF 18/11/2007 23:00

    Bom dia, a assessoria de imprensa da Embrapa Cenargen do Distrito Federal precisa divulgar um video do site notícias agrícolas mas o vídeo está com problemas, não mostra nd. Bom, eu gostaria de saber o que eu devo fazer quanto a essa questão, e se o site pode fornecer a solução. A Embrapa agradece.

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  • Fernando Montes Lopes São Paulo - SP 17/11/2007 23:00

    O "cala a boca" do Rei!

    Todo menino passou por isso ao menos uma vez: Ter de encarar um valentão na escola. Todo mundo já foi para o recreio passando por uma odisséia mental, e a nada metafórica górgona que o aguardava era um moleque mais velho e mais forte, espancador de menores e ladrão de merenda. Todos conhecem o tipo. E todos evitavam cruzar com ele, claro. Quanto maior a distância, menor o problema. Mas alguns usavam uma tática oposta; viviam puxando o saco do sádico mirim. Eram os baba-ovos de plantão, que compravam a simpatia dele com as adulações. Quando o valentão escolhia um deles pra extravasar sua violência natural, a saída do puxa-saco agredido era fingir que tudo não passava de uma brincadeirinha do amigão. Diminuía o tempo de surra e salvava as aparências. Assim o puxa-saco continuava amiguinho do covardão e tentava fazer com que os outros acreditassem que era apenas uma travessura. E afinal, quase nem tinha doído, gente.

    Semana passada Lulla riu de Hugo Chávez quando foi chamado de sheick da Amazônia e de magnata do petróleo, entre outras graves ofensas. Tudo televisionado. O riso nervoso, forçado, demonstrava claramente que Lulla tinha medo. Lulla morre de medo de Chávez, o valentão boquirroto. Lulla fez o papel de amiguinho para apanhar menos.

    Lulla foi ironizado, espezinhado, humilhado pelo psicopata Hugo Chávez , na Cúpula Ibero-Americana, ocorrida no Chile. Riu, nervoso, quase histérico, para disfarçar a humilhação mundial que passava. Não só ele, mas, aos olhos do mundo, todo o Brasil foi, de novo, agredido verbalmente pelo venezuelano. O mesmo que chamou nosso Congresso de papagaio dos americanos.

    O rei da Espanha não comunga com esses pensamentos. Não agiu como Lulla, fingindo que era tudo brincadeirinha do amigão do peito. Não foi fraco, não foi pusilânime. Quando o psicopata falou mal da Espanha e do ex-primeiro-ministro José Maria Aznar, chamando-o de fascista, ouviu o merecido cala-boca; rei Juan Carlos, um homem educado, piloto aposentando da Força Aérea espanhola, fidalgo que bem representa seu país, deu seu recado ao ditador. E ao mundo: chega desse imbecil. Algo que não ouviu do presidente brasileiro; Lulla perdeu uma excelente chance de mostrar que não somos idiotas, ou ao menos, que não é covarde. Estamos mal. Lulla riu (riu!) ao ouvir as ofensas ironicamente dirigidas ao Brasil e à sua triste figura, meu nobre cavaleiro Dom Quixote; digo, Sancho Pança. Moinhos que o digam. Cervantes foi honrado pelo seu rei. Fomos humilhados pelo nosso presidente, mais ainda que pelo falastrão venezuelano. É de chorar; justamente quem deveria, até pela força de seu cargo, defender o Brasil de Chávez, preferiu fingir que a pancada não doeu. Achou melhor assim. Lulla só mostra as garras com os menores, como o jornalista americano Larry Rother, que relatou as paixões etílicas do presidente e quase foi deportado pelo "crime". Com os mais parrudos, age diferente; Chegou até a ficar amicíssimo de Fernando Collor, José Sarney e Orestes Quércia, a quem antigamente chamava de ladrões.

    Com Evo Morales não foi diferente. O boliviano espoliou e humilhou o Brasil invadindo militarmente a Petrobrás, com transmissão ao vivo pela TV mundial. Lulla fez que não era com ele. Como se a pedrada não tivesse atingido suas costas.

    O rei espanhol provou que tudo tem limite. Fez com Chávez o que Churchill fez a Hitler em 1938: Avisou ao mundo o perigo que representa um tirano demente e armado até os dentes. Parece que Juan Carlos teve mais sucesso que o inglês em sua empreitada. O alerta foi ouvido.

    A Europa cansou de Chávez. O rei disse o que muitos pensam, mas não falam. O venezuelano odeia a Espanha, um país que enriqueceu à custa de muito trabalho duro. Muito diferente da Venezuela, que empobrece a olhos vistos, não obstante as fortunas arrecadadas com a exportação de petróleo, cujos lucros vão diretamente para o ralo do populismo e da corrida armamentista.

    Na escola em que o rei Juan Carlos ministra aulas, Lulla ainda está no primário. E Chávez o espera no recreio, para roubar nossa merenda.

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  • Maria Alice Montes Claros - MG 17/11/2007 23:00

    Olá!!!<br />

    Estou fazendo um trabalho para a faculdade e gostaria de saber se vocês fizeram reportagens sobre a crise do leite. Obrigada pela atenção e aguardo a resposta.

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  • Solange Maria Vargas Barcellos Porto Alegre - RS 15/11/2007 23:00

    Temos lavoura em Ribeiro Gonçalves, no Piauí. Nossos vizinhos (agricultores vindo de grande parte do Brasil rural) estão animados com a procura de terras em nossa região. Parece que empresas grandes estão chegando. Faz quase 20 anos que compramos estas terras. Já tivemos muito trabalho, mas parece que a previsão dos desbravadores agora está se realizando. Gostaria de ouvir comentários sobre este assunto. Obrigado.

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  • Renato Hudson Castro Juruaia - MG 15/11/2007 23:00

    João Batista, sou um pequeno cafeicultor. Porém com muita divida. Em 1994 ocorreu uma geada e perdi 100% de minha colheita, mas como todo agricultor com muita fé, fui à luta e renovei toda a lavoura. Mas se não bastassem os problemas já citados, em 1996 - com minha lavoura pronta para produzir - ocorreu uma grande chuva de pedra e perdi novamente 100% da lavoura. Então João Batista, consegui, por um milagre, renovar a lavoura novamente e então adivinha o que aconteceu em 1998: uma grande seca... e assim perdi 100% novamente!!! Isto, João Batista, com laudo de agrônomo e tudo... Agora estou produzindo café de novo, e graças a Deus não ocorreu mais nenhum contratempo. Mas nesses anos o Governo do Brasil colocou meu CPF e o de minha esposa nos piores lugares possíveis, e só consegui o parcelamento depois de dar um tanto de dinheiro emprestado do meu sogro. João Batista, nestes dois anos passados consegui colher café, safras estas boas mas não o suficiente para pagar ao banco. Me disseram que minha casa vai a leilão até 2010... João Batista, SOCORRO!!! Não sei como devo resolver minha dividas com o banco e nem como pedir um novo parcelamento. Que Deus proteja a todos nós...

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  • Gustavo Slomp Vieira Santa Adélia - SP 13/11/2007 23:00

    Até quando vai haver manipulação no mercado cafeeiro? Caro amigo João Batista, assisto ao seu programa todos os dias ao exato as 13h07min e às 18h48min. Adoro muito o seu programa, mas ao meu modo de ver você poderia usar seu horário de grande audiência para convidar mais pessoas tão interessantes como a Sra. Elizabeth Helena, do Sindicato Rural de Boa Esperança - MG, pois possuo propriedade cafeeira e pela primeira vez vi uma pessoa falar realmente sobre a produção de café nas safras de 2006/2007 e 2007/2008. Só para fechar meu comentário, quero dizer que assisti a entrevista que a Sra. Elizabeth deu ao site www.noticiasagricolas.com.br no dia 14/11/2007 por volta das 14h00min.

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 13/11/2007 23:00

    Prezado João Batista, diariamente você relata centenas de informações a cerca de preços disso e daquilo. Aproveite a ocasião e dê um "puxão de orelhas" nos criadores de suínos e aves, e nas suas Cooperativas também... Está na cara! Seu site é apoiado pela BM&F. Portanto, é imprescindível que haja mais estímulo para este pessoal se conscientize em usar os mecanismo da "hedge" da BM&F para sua proteção.

    Para mim, criadores COMPETENTES não deixariam para adquirir a matéria-prima para as rações no momento em que o resto da mercadoria (milho) está na mão de agricultores capitalizados ou de intermediários especuladores.

    De quem é a culpa?

    Solução para o futuro: Criações no RS e SC deverão adequar-se ao tamanho da produção de milho nestes Estados. O resto dos porquinhos e franguinhos vão ter que ser levados para comerem milho no norte do MT, abandonando, portanto, esta idéia de construir uma ferrovia bilionária para transportar grãos daquela lonjura (Centro-Oeste) para o Paraná... Este tipo de obras só serve para roubar verbas.

    Depois, transporta-se a carne... (que pode ser de caminhão mesmo). Veja a notícia abaixo:

    Estoques oficiais de milho estão no limite

    Depois que a Conab anunciou que conta com apenas 1,1 milhão de toneladas do insumo para o comércio - suficiente para um mês -, a Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina (Faesc) saiu em defesa dos pequenos criadores que dependem do produto para garantir a renda familiar.

    Segundo o vice-presidente da entidade, Enori Barbieri, se a oferta de milho dos estoques públicos acabar, cerca de mil famílias terão de encerrar as atividades por falta de condições de arcar com o preço do produto, que está sob controle da iniciativa privada. "Será como a seca no Nordeste. Sem milho, as famílias terão de sair do campo. Ou o governo vai socorrer os produtores ou haverá um êxodo rural muito grande", diz Barbieri.

    O diretor de gestão de estoques da Conab, Rogério Colombini, elimina essa possibilidade. Ele explica que além dos estoques oficiais, há mais 10 milhões de toneladas de milho com o setor privado, ampliando o fôlego do mercado para os próximos quatro meses.

    "Descartamos a possibilidade de falta de milho, especialmente para o pequeno e médio produtor. O que pode ocorrer é um aumento de preços, já que o setor privado tem hoje quase 90% do milho estocado", alerta o diretor.

    Para o criador cadastrado na Conab, a saca de 60 quilos custa R$ 22,00. Hoje, 4,4 mil criadores dependem das reservas da Conab para viabilizar a produção. Na busca de uma solução para o impasse, a Faesc irá a Brasília na terça-feira da próxima semana.

    A agroindústria responde por 35% da economia de SC. Só até outubro, a produção catarinense de carnes consumiu 5 milhões de toneladas de milho. O Estado produz apenas 3,5 milhões de toneladas.

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  • José Luiz Lazaron Tapurá - MT 13/11/2007 23:00

    Comenta-se muito sobre a produção de biocombustíveis pela agricultura familiar do Nordeste e de outras regiões. Penso que este programa seria de mais fácil implantação se fosse usando um produto mais simples e prático de produção -- uma vez que os atuais projetos destinados a beneficiar mamona, girassol, pinhão manso, etc., tem um custo elevadíssimo e são poucos acessíveis à agricultura familiar. Minha sugestão visa a implantação do biocombustível a partir do uso do sebo animal, muito utilizado aqui no Mato Grosso. Esse, ao meu ver, seria a forma de elevar a renda do pequeno produtor, que criaria em sua propriedade o velho e conhecido suíno tipo "banha", aquele porquinho que tem 60% de gordura animal. Aí sim cada produtor teria a sua própria produção de carne, e também, de uma forma prática, teria disponível para venda a referida fonte de biocombustível -- a gordura animal -- a qual dispensaria a instalação de uma esmagadora de vegetais, um tanto complexa e cara. Bastaria apenas a instalação de uma usina de transformação da gordura animal em biocombustível. Obrigado pela oportunidade.

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