Fala Produtor

  • Amauri Moraes Cabo Frio - RJ 29/11/2007 23:00

    O presidente Lula fala que, se a CPMF não for aprovada, o Brasil perderá 40 bilhões de Reais. Mas, na verdade, quem perderá será o governo. Se o imposto não for arrecadado este dinheiro ficará para a população, para as empresas ou seja, entre todos nós. Portanto ficaremos com 40 bilhões para gastar no que for necessário. E desde quando o governo gasta bem? Por favor, dê uma força sobre este assunto.

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  • Verginio Luiz Stangherlin Cascavel - PR 29/11/2007 23:00

    João Batista, sou estudante de Agronomia em Cascavel - Paraná. Eu e meu pai, Luiz Antonio, somos um dos telespectadores mais acirrados do Mercado&Cia, pois debatemos as argumentações levantadas no programa. No mês de julho estive em Brasília estagiando na Secretária de Política Agrícola do Ministério da Agricultura. Nessa ocasião, conheci o trabalho dessa secretaria, e acompanhei a divulgação do Plano Agrícola 2007/2008. Os valores que instigaram a mudança só aconteceram depois que suas gavetas estavam cheias de correspondências, ou quando viram o poder do Antigo Tratorraço. Um grande exemplo foi a compra de Feijão pelo PEP e PEPRO, só liberado para a compra pela CONAB após suas gavetas estarem cheias de correspondências. Amigos, é essa a política agrícola que o governo utiliza: só libera grana depois de milhares de agricultores pedirem de joelhos ao governo. Eu pergunto a quem habilitar-se a responder: Devemos trocar os produtores, para que não se endividem mais, ou trocar os responsáveis para essas liberações do Plano Agrícola? Um grande abraço!

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  • Giovani Giotti Luis Eduardo Magalhães - BA 29/11/2007 23:00

    João Batista, quero lembrar a todos que a votação da CPMF se aproxima, e é hora de manifestarmos. Vamos dedicar um minuto do nosso tempo para protestar: liguem para o "alô Senado" 0800-612-211 - é de graça, e deixem um recado para todos os Senadores, lembrando-os de que ano que vem teremos eleições municipais, e o partido que não colaborar com a redução de impostos não merece o nosso apoio.

    O Governo precisa aprender a adequar sua administração ao recurso disponível, e reduzir suas despesas. É um absurdo vermos a primeira dama Dona Marisa Letícia gastar R$ 741 mil reais no ano passado só com o cartão corporativo da Presidência da Republica, conforme denunciado recentemente pelo Senador Mário Couto na tribuna do Senado.

    Nada contra o presidente Lula, mas é hora dele acordar. Pois já é presidente há quase 5 anos e ainda não desceu do palanque eleitoral. Para mudar o País é preciso mudarmos a atitude de nossa classe política.

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  • Oswaldo Belo Couto Barbacena - MG 29/11/2007 23:00

    Sou telespectador assíduo do Canal Rural. Ao assistir o Rural Notícias, me surpreendi ao ver e ouvir o senhor João Batista comentar e, ao mesmo tempo, mostrar-se preocupado com os altos preços do milho e do boi gordo, que poderão atingir o bolso do consumidor. Por quê, pergunto, a preocupação e surpresa com tal fato?? Afinal, todos nós sabíamos que estes fatos iriam acontecer, como também já estamos sentindo há muitos anos a situação difícil, principalmente dos pequenos produtores. Portando está na hora do CONSUMIDOR exigir do nosso Ministro a tão falada POLÍTICA AGRÍCOLA para o setor produtivo.

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  • Ozires Eduardo Vilela Padua Uberlândia - MG 26/11/2007 23:00

    Boa Tarde, João Batista, gostaria que você divulgasse o conteúdo deste email: Estou indignado com a conduta da CNA, que foi criada para “proteger” o trabalhador rural. A CNA é a maior EXECUTORA de Produtores Rurais, onde existem no Brasil mais ações ajuizadas recentemente pela CNA contra produtores do que dos próprios Bancos. Até os bancos estão tendo paciência com o produtor. A resistência do produtor em pagar tal contribuição é muito grande, pois seu valor e muito maior que o próprio ITR E INCRA juntos, além do que não vemos noticias de benefícios gerados através da CNA. Aliás, no site da CNA o destaque do noticiário é sobre a obrigatoriedade sobre a contribuição. Precisamos de algum deputado de CORAGEM para mudar a legislação para que a contribuição passe a ser facultativa (ESPONTÂNEA). Do lado dos empregados já apareceu um Deputado Corajoso, onde já foi aprovado na câmara projeto que desobriga os empregados a darem um dia de seu trabalho por ano aos sindicatos. Eu particularmente tive minha conta corrente no BANCO bloqueada, onde o meu saldo foi transferido judicialmente para a CNA, resumindo, estou sem dinheiro para pagar os funcionários, pois a CNA bloqueou a minha conta. Essa situação, esta sendo vivida por milhares de produtores em todo Brasil. Se você João Batista, pretender conferir o número de ações basta acessar o site dos tribunais, e digitar o nome da CNA - CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA AGRICULTURA E PECUARIA DO BRASIL. você vai se espantar com tantas ações. Assim, precisamos de DEPUTADOS(AS) com fibra e coragem, para modificar a legislação vigente. A bancada que se diz RURALISTA mais tá parecendo SINDICALISTA, esta protegendo somente os sindicatos. O Produtor Rural, nas próximas eleições deve ficar de olhos bem abertos, e veja quem realmente esta defendendo seus interesses, cuidado com esses que se dizem ruralista e provam ser. NÃO SOU POLITICO! E NEM CANDIDATO.

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  • Celso R. Ferrari Campo Mourão - PR 26/11/2007 23:00

    João Olivi. Comprei um gado num leilão. Contratei um caminhão para fazer o frete. Tudo documentado. Ao pagar o frete para o dono do caminhão, recebi do mesmo uma oferta de gado que viria de Rondônia. Questionei sobre preço, frete e imposto. A resposta - o imposto seria diluído da seguinte maneira - traria 40 cabeças e tiraria nota de 20. Fiscalização? Nem conferem número de cabeças, imagine o resto. Ninguém está nem aí. E somos obrigados a assistir a um monte de (!!???) - tipo - secretários de agricultura, presidentes de associações de produtores, CNA, sindicatos, ministro de agricultura (inclusive), afirmando que o sistema está funcionando, que precisam de mais verbas, etc. etc. etc. Isto é um desabafo. Se te servir prá alguma coisa, use-o. De milhares de mudanças que precisamos no País, a mais importante é a reforma política. Com voto distrital, o meu deputado federal estaria perto de mim. Teria como cobrá-lo. No atual sistema, , o candidato que recebeu meu voto não se elegeu. No voto de legenda, um (??!!!) de Maringá, outra região, foi eleito - Odilio Balbinoti. Como cobrá-lo? O voto distrital traz o eleito mais próximo ao eleitor. È obrigado a prestar contas. É melhor avaliado. Por favor, pegue mais esta bandeira. Abraços. Celso Ferrari.

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  • Octavio Junqueira Leite de Moraes orlandia - SP 26/11/2007 23:00

    Bom dia, depois que me associei por um mês para ver os beneficios não estou acessando mais o boletim diario sobre os mercados, mandei uma pergunta sobre renegociação das dividas e não obtive resposta, será que estou sendo falho em algum detalhe<br />

    grato<br />

    octavio

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  • José Francisco Piloto Junior Uberaba - MG 25/11/2007 23:00

    Alguém tem alguma informação concreta de como está as negociações das dívidas rurais ??<br />

    Pela última informação que obtive é de que o governo solicitou um prazo até dezembro.<br />

    Alguém possui estas informações, pois não consigo obter notícias, está tudo muito quieto e isso preocupa e muito a classe produtora.<br />

    ÓTIMA SAFRA A TODOS NÓS !!!

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  • Pedro Vidotto Cruzeiro do Sul - PR 25/11/2007 23:00

    João Batista, por quê o Governo está preocupado com a prorrogação da CPMF?? Ela é uma medida provisória e portanto já deveria estar extinta. Por que o Governo não se preocupa com o setor produtivo, que é a base do País???... Ora, se estamos inadimplentes é por culpa do Governo -- que estabelece os juros mais altos do mundo - e dos Bancos, que negam-se a fazer o ProAgro. Por que os Bancos aceitaram em fazer os contratos por equivalência de produtos, e hoje estamos sendo executados com juros da taxa Selic??? João Batista, cadê o Edilson Guimarães, do MAPA, que disse que todas as dividas seriam prorrogadas??? Ao mer ver, tudo está muito "parado"... Dá prá desconfiar...

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  • Luciano Mokfa porto nacional - TO 25/11/2007 23:00

    João Batista, mais uma vez estamos nos encaminhando para um cenário onde nós agricultores plantaramos com dólar de R$ 2,10 e iremos colher com dólar sabe-se lá de quanto... talvez abaixo de R$ 1,70..., e só lembrando: o dia 28 de dezembro está se aproximando; este é o prazo estipulado pelo governo, quee procura uma maneira para renegociar nossas dividas. Esperamos que venha algo de concreto desta vez e não empurrem com a barriga, como tem feito nestes ultimos 5 anos. QUEM VIVER VERÁ.

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  • Fernando Vechio São Paulo - SP 22/11/2007 23:00

    João Batista, tenho assistido seu programa regularmente, pois, como todo produtor rural neste pais, estamos profundamente andando na contra-mão e amargurando perdas sucessivas no agronegócio brasileiro. Neste contexto e dentro do ramo que tenho atuado (mandiocultura) quero despertar seu interesse no projeto de lei da adição da farinha de mandioca no trigo, pois tenho enviado vários e-mails aos nossos “senadores” (onde se encontra atualmente este projeto), para tentar alguma informação sobre o assunto. No entanto devem estar muito ocupados com escândalo como o de Renan Calheiros, votação da CPMF (tomá-la dá cá) e outras atividades de “interesse da população” - mas nenhum deles, inclusive ao que dei meu voto na última eleição, estão respondendo. Sendo assim estou apelando para, se for possível, realizar uma nova matéria a respeito, ou ainda alguma informação relevante sobre o andar desta votação e o caso especifico.

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  • Nivea Maria de Moraes Kriukas Sinop - MT 22/11/2007 23:00

    Boa tarde, como não entendo nada do assunto e hoje tenho que apresentar uma trabalho sobre formação do preço da soja gostaria se possível obter essa informação até 17:30 h.<br />

    Grata.<br />

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    Como é a formação do preço de venda da soja?<br />

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  • Marcio Bernartt Toledo - PR 22/11/2007 23:00

    Avicultores se organizam e fundam associação <br />

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    Em Toledo, a avicultura representa R$ 230 milhões por ano, o que equivale a 38,77% do Produto Interno Bruto (PIB) do município <br />

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    DA REDAÇÃO – TOLEDO <br />

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    Na noite de quarta-feira (21), em assembléia realizada nas dependências do Sindicato Rural Patronal de Toledo foi constituída oficialmente a Associação dos Avicultores do Oeste do Paraná (Aaviopar). A entidade inicia com um quadro social de aproximadamente 100 produtores de toda a região. <br />

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    A criação de uma associação começou a ser pensada a partir da necessidade de representatividade que tinha o setor. O primeiro passo foi a criação de uma comissão técnica que funcionava como um braço do Sindicato Rural. A idéia deu certo, mas ao longo do tempo o grupo percebeu que desta forma a busca de recursos governamentais enfrentaria alguns impedimentos. <br />

    <br />

    Para conquistar um acesso mais facilitado aos benefícios, o grupo optou conjuntamente pela criação de uma associação. “Ainda assim continuamos ligados ao Sindicato Rural. Estaremos, assim como antes ocupando uma de suas salas, e ainda para o início do ano prevemos a assinatura de um convênio entre as duas entidades para que os associados da Aaviopar também possam desfrutar dos benefícios que o sindicato oferece aos seus filiados”, disse Márcio Bernartt, secretário executivo da Associação de Avicultores. <br />

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    Acredita-se que a Aaviopar possa conquistar em pouco tempo a marca de mil associados, tendo em vista a sua atuação estendida aos municípios da região. <br />

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    Durante a assembléia foi também eleita a primeira diretoria da entidade.l Como presidente foi aprovado o nome de Luiz Ari Bernartt, que antes era o presidente da comissão técnica de avicultura. <br />

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    O cargo de vice coube a Guido Steffers. Enio Tremea é o primeiro tesoureiro e Laudir Kliemann, o segundo. O cargo de primeiro secretário foi ocupado por Ciro Gozzi e o de segundo secretário por Francisco Strider. Leonildo Bagio é o assessor jurídico. A estrutura é composta ainda pelo Conselho Fiscal e Conselho de Representantes, que será ocupado por duas pessoas de cada localidade. <br />

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    O estatuto segue para o registro em cartório e a partir de então as atividades terão início de fato. Mesmo informal a associação já conta com alguns avanços. Até o final do ano uma patrulha rural para uso dos associados deverá ser entregue pelo deputado Dilceu Sperafico, através de uma emenda parlamentar. <br />

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    Os produtores que se filiarem a Aaviopar contam ainda com o benefício da compra conjunto e assim pagar menos por alguns produtos e serviços. Assim já está sendo feito com a maravalha. Para participar da associação a contribuição anual deverá ser de 0,05% do valor do lote entregue, o que equivale a aproximadamente R$ 150 por ano. <br />

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    Em Toledo a avicultura representa R$ 230 milhões por ano, o que equivale a 38,77% do Produto Interno Bruto (PIB) do município. <br />

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    Uma das lutas já encampadas pela Aaviopar é conseguir que as empresas integradoras se responsabilizem pelo carregamento de frangos, que hoje é executado pelos próprios avicultores. O serviço chega a consumir 7% do faturamento de um lote. <br />

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    A bandeira tem sido defendida em conjunto com a Associação de Avicultores de Dois Vizinhos, considerada a mais forte do Paraná.<br />

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  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 21/11/2007 23:00

    Fábula da cigarra e formiga. Meu caro amigo João Batista, a fábula é verdadeira e serve perfeitamente de exemplo, porém, as contas vão vencendo e no caso do milho, o produtor leva de 30 a 40 dias para receber após a venda. Então isso prejudica também a busca por melhores preços. Nos pagamos caríssimo por diesel, maquinas graças a carga tributaria que só serve para sustentar politiqueiros e suas massas de manobra.

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  • Ricardo Bergamini Florianópolis - SC 21/11/2007 23:00

    Perfil das Receitas da União 014

    O manicômio tributário brasileiro é altamente concentrador de renda, senão vejamos: apenas 33,70% da carga tributária da União são oriundas das Receitas Tributárias (qualitativas – incidem somente sobre a renda e o lucro), os 66,30% restantes são oriundas das Receitas de Contribuições (quantitativas – incidem, direta ou indiretamente, sobre todos os brasileiros de forma eqüitativa – sejam milionários ou miseráveis).

    Reflexão Sobre o Perfil das Receitas da União – Fonte MF

    Base: Janeiro de 2003 até Setembro de 2007

    Tipos - R$ Bilhões - % PIB

    1 - Total de Receita Tributária - 711,4 - 6,68

    IR Fonte - 264,1 - 2,48

    IR sobre Pessoa Jurídica - 212,0 - 2,00

    IPI - 112,2 - 1,05

    Imposto sobre Importação/Exportação - 45,1 - 0,42

    IR sobre Pessoa Física - 34,6 - 0,32

    IOF - 28,1 - 0,26

    Outras 30 Taxas Diversas - 15,3 - 0,15

    2 - Total de Receita de Contribuição - 1.398,7 - 13,14

    Previdência (INSS) - 509,2 - 4,78

    Cofins - 383,8 - 3,60

    CPMF - 136,8 - 1,28

    Contribuição Social Sobre o Lucro - 110,3 - 1,04

    Pis/Pasep - 99,3 - 0,93

    Previdência dos Servidores da União (Civis e Militares) - 36,8 - 0,35

    Salário-Educação - 26,7 - 0,26

    Outras 34 contribuições - 95,8 - 0,90

    3 – Total de Receita de Serviço - 111,7 - 1,05

    4 – Total de Receita Patrimonial - 105,6 - 0,99

    5 – Total de Outras Receitas Correntes - 100,6 - 0,94

    6 - Total de Receita Corrente (1+2+3+4+5) - 2.428,0 - 22,80

    7 - Total de Receita de Capital - 245,4 - 2,30

    8 – Receita Total (*) - 2.673,4 - 25,10

    (*) Não considerando R$ 1.978,0 bilhões de renegociações de dívidas.

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