Fala Produtor
-
Renato Ferreira Dourados - MS 15/06/2007 00:00
-
Elsio Renato de Souza Perisin Nuporanga - SP 15/06/2007 00:00
Caramba rapaz!!!Sou produtor de soja e milho em GO e cana em SP cujo este ano será realizado o primeiro corte igual a muitas outras areas da região fui forçado a plantar levado pela onda otimista da cana e desfavoravel dos grãos, embora minha area seja de pequeno tamanho nesta semana estive conversando com fornecedores de longa data e membros de usinas chegando a conclusão que nossos heróis de quatro meses atras podem estar numa situação pior do que a nossa sojicultores .Isso é um verdadeiro CARAMBA!!! não acham?
-
ABRASGRÃOS - Assoc. Brasileira de Produtores de Grãos Formosa - GO 14/06/2007 00:00
Não temos apenas a dívida, temos os juros, J U R O S <br /><br />DISCURSO DE UM EMBAIXADOR MEXICANO – Dívida e “juros”...<br /><br />Uma história de 2002 pode estar indicando a maleza que será para o Brasil honrar suas contas com esta enorme incorporação anual de juros!<br /><br />Um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de descendência indígena, defendendo o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Européia. A conferência dos chefes de Estado da União Européia, Mercosul e Caribe, em maio do ano de 2002 em Madri, viveu um momento revelador e surpreendente: os chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico, cáustico e de exatidão histórica que lhes fez GuaicaípuroCuatemoc.<br /><br />Eis o discurso:<br />"Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a "descobriram" só há 500 anos. O irmão europeu da aduana me pediu um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financista europeu me pede o pagamento - ao meu país- ,com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu me explica que toda dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros sem pedir-lhes<br />consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros.<br /><br />Consta no "Arquivo da Cia. das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos 1503 e 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.<br /><br />Teria sido isso um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento! Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.<br /><br />Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a atual civilização européia se devem à inundação de metais preciosos tirados das Américas.<br /><br />Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas indenização por perdas e danos.<br /><br />Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.<br /><br />Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra, da poligamia, e de outras conquistas da civilização.<br /><br />Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?<br /><br />Não. No aspecto estratégico, dilapidaram nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em “terceiros-reichs” e várias formas de extermínio mútuo. No aspecto financeiro, foram incapazes, depois de uma moratória de 500 anos, tanto de amortizar o capital e seus juros quanto independerem das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.<br /><br />Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar e nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos em cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.<br /><br />Nos limitaremos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, com 200 anos de graça. Sobre esta base e aplicando a fórmula européia de juros compostos, informamos aos descobridores que eles nos devem 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, ambas as cifras elevadas à potência de 300, isso quer dizer um número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.<br /><br />Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?<br /><br />Admitir que a Europa, em meio milênio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para esses módicos juros, seria como admitir seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.<br /><br />Tais questões metafísicas, desde já, não inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente e que os obriguem a cumpri-la, sob pena de uma privatização ou conversão da Europa, de forma que lhes permitam entregar suas terras, como primeira prestação de dívida histórica..."<br /><br />Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Européia, o Cacique Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a<br />Verdadeira Dívida Externa.<br /><br />Agora resta que algum Governo Latino-Americano tenha a dignidade e coragem suficiente para impor seus direitos perante os Tribunais Internacionais.<br /><br />Os europeus teriam que pagar por toda a espoliação que aplicaram aos povos que aqui habitavam, com juros civilizados. <br /><br />(Publicado no Jornal do Comércio - Recife/PE.)
-
Romelio Riediger Diamantino - MT 14/06/2007 00:00
João Batista, Como sou agricultor queria usar seu espaço para que o governo me respondesse só uma pergunta: se o PIB dos produtos da cadeia agropecuária está batendo todos os recordes por que o governo não usa isto ao nosso favor. Pegaria uma parte deste PIB e reinvestiria na própria cadeia, porque a agricultura esta cansando de levar os gastos bombásticos nas contas. Um dia a cadeia dos produtores não vai aguentar mais e dai??!! Eu trabalho na agricultura há mais de 15 anos e vejo que é sempre a agricultura que acaba cobrindo os rombos do poder publico. Até quando, e onde vamos parar, se hoje 95 por cento dos agricultores está nas mãos dos bancos e das Trades. O mais justo seria reverter uma parte do PIB para nos ajudar... Isto não seria justo João Batista???
-
Clair Fischer Lucas do Rio Verde - MT 14/06/2007 00:00
Gostaria de obter através do senador Renan Calheiros a receita de como ganhar dinheiro com pecuária, pois aqui no MT só tem dado prejuízo em cima de prejuízo. Se no nordeste se ganha tanto dinheiro, nós, do mato grosso, com a nova receita do senador ficaremos ricos. Talvez possamos criar gado no deserto do Atacama... O que vocês acham??? Depois querem ter moral.
-
Cláudio Sérgio Pretto Água Boa - MT 14/06/2007 00:00
Na LITERATURA de CORDEL - Repentistas já estão cantando em verso e prosa...<br /><br />Os eleitores do PT <br />Já estão todos contentes <br />Encontrão em quem votar<br />Para próximo presidente <br /><br />Outro filho de Garanhuns <br />Com muito mais experiência <br />Sem nunca ter sido político <br />Já mostra ter competência <br /><br />É cheio de grandes amigos <br />E à todos quer ajudar <br />Sem pedir nada em troca<br />Seu apelido é Vavá <br /><br />Com medo da sua força<br />Já querem lhe derrubar <br />Dizendo que lhe escutaram <br />Com um amigo conversar <br /><br />Falavam de maquinas mil<br />Falavam de pouco dinheiro<br />Cinco mil pra começar <br />Dinheiro de brasileiro <br /><br />Do outro lado respondendo <br />Um amigo tão bondoso <br />Que concordou com a quantia <br />Num ato maravilhoso <br /><br />Olha juro não acredito <br />Aquilo pode ser montagem<br />Coisa da modernidade <br />Uma pura sacanagem <br /><br />Esqueçam estas mentiras <br />E acreditem igual os petistas<br />Pois o Vavá é dos nossos <br />Sem cultura mas lobista
-
Telmo Heinen Formosa - GO 14/06/2007 00:00
Um alemão, um francês, um inglês e um brasileiro apreciam um quadro de Adão e Eva no Paraíso.<br /><br />O alemão comenta:<br />- Olhem que perfeição de corpos: ela, esbelta e espigada; Ele, com este corpo atlético, os músculos perfilados... Devem ser alemães.<br /> <br />Imediatamente, o francês contesta:<br />- Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende de ambas as figuras... ela, tão feminina, ele, tão masculino! Sabem que em breve chegará a tentação. Devem ser franceses.<br /> <br />Movendo negativamente a cabeça, o inglês comenta:<br />- Que nada! Notem a serenidade dos seus rostos, a delicadeza da pose, a sobriedade do gesto, só podem ser ingleses.<br /> <br />Depois de alguns segundos mais de contemplação silenciosa, o brasileiro declara: <br />- Não concordo. Olhem bem: Não têm roupa, não têm sapatos, não têm casa e só têm uma única maçã para comer. Mas não protestam! Estão pensando em sacanagem e ainda acreditam que estão no Paraíso...<br /> <br />- Só podem ser brasileiros!!!!!
-
José Francisco Piloto Junior Uberaba - MG 14/06/2007 00:00
Brasília, 13 de junho de 2007 – O governo cedeu à pressão do setor e deve anunciar na próxima sexta-feira, 15, uma resolução do Conselho Monetário Nacional – CMN – autorizando a prorrogação das parcelas de investimentos e custeios das safras 2003/04, 2004/05 e 2006/06, por 75 dias. “Esse prazo é necessário para fecharmos uma proposta de refinanciamento e redução de juros de todos os débitos o setor”, explica o deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), relator da subcomissão do endividamento agrícola. <br />
<br />
O encaminhamento foi dado depois que o grupo de trabalho, composto por parlamentares da Comissão de Agricultura e técnicos dos ministérios da Fazenda e da Agricultura, CNA e OCB apresentaram ao governo números que revelam o grau de endividamento do setor rural. “A atual safra até pode ter sido boa, porém, é impossível pagar dívidas de mais três anos”, argumenta. Outra medida que deverá ser anunciada é a suspensão provisória das execuções dos processos de Dívida Ativa da União dos contratos da securitização e do Pesa. O deputado lembra que a prorrogação não será para todo o setor. Apenas para os produtos que enfrentam maior dificuldade de renda - arroz, soja, trigo, milho, feijão, algodão, café e cacau. <br />
<br />
O Grupo de Trabalho (GT) volta a se reunir na próxima terça-feira, 19, com representantes do governo e dos produtores para dar encaminhamento às negociações de refinanciamento dos débitos. “Vamos finalizar a proposta do setor e aguardar a posição do governo para chegarmos a um consenso”, explica Heinze.<br />
<br />
-
Paulo de Tarso Brilhante Alencar Goiânia - GO 13/06/2007 00:00
boa noite, nos estamos a 45,50 dias de colheta da safra de cana, com a noticia da elevacao do percentual de alcool na gasiolina para 25% aparti de 1º de julho, qual a tendencia dos precos de alcool e acucar e quando vai refletir no mercado?<br />
<br />
-
Luiz Eduardo dos Santos Ribeirão Preto - SP 13/06/2007 00:00
boa noite sou de ribeirao preto queria saber se a safra passada de 2006 tambem podera participar do leilao pepro obrigado
-
Otmar Janke Chiapeta - RS 13/06/2007 00:00
Senhores governantes, a agricultura alimenta o Brasil e o mundo, portanto não se esqueçam de nós! Antes éramos agricultores; agora somos “tristicultores”. Gostaria, também, de algumas mudanças na agricultura, tais como: diminuir o preço dos insumos e defensivos agrícolas, aumentar o preço dos produtos agrícolas e entre outros pontos. desde já, agradeço pela compreensão! OBS: gostaria de uma resposta de alguém...
-
Anderson de Souza dos Santos Presidente Prudente - SP 13/06/2007 00:00
Ola João Batista. Sou gaúcho e pecuarista no estado de São Paulo e estive pensando e cheguei a uma conclusão desesperadora: porque o pecuarista tem que trabalhar com pressão dos dois lados, por um lado o INCRA colocando níveis absurdos de produtividade por ha na pecuária que exigem um altíssimo investimento, mas por outro lado, o mercado que sempre pressiona os preços do nosso produto para baixo e eleva o preço dos insumos aumentando o custo de produção tornando inviável um grande investimento, a nossa situação é a seguinte ou nós temos níveis de produtividade conforme o INCRA exige ou perdemos a terra pro MST, ou pegamos dinheiro para investir e alcançar esses índices e nos endividamos e perdemos a terra pro banco. O que fazer João Batista? Rezar? Chorar? Ou desistir e arrendar tudo pros HERÓIS da cana de açúcar? Um abraço João Batista.
-
Fabio Giocondo Arapongas - PR 13/06/2007 00:00
Os escândalos políticos tomaram conta da mídia. Não há como esperar mudanças quando todo o contexto político está em xeque, aos que aguardam medidas urgentes, esqueçam, aos que rogam por medidas estruturantes, deixem pra depois porque o PAC do governo está avariado. Quais as empreiteiras estarão habilitadas a operar sem restrições? O problema é que vão sendo adiados os trabalhos de investimentos em infra-estrutura que são necessários ao andamento do país. Já vai entrar na pauta logo logo a eleição de 2010. Ou seja, breve e precocemente vai sendo decretado o fim do segundo mandato Lula!
-
Edison Ben Hur Zappe São Borja - RS 12/06/2007 00:00
Daqui há 3 meses a colheita do trigo irá começar no RS já estou escutando via imprensa que não têm lugar para estocar o produto já que aumentará 70% da produção. É só verificar os estoques nos silos das cooperativas e de particulares e empresas privadas existe muito produto em estocagem. Quando fala-se em pressão política, abro aqui a partir de agora um GRANDE MOVIMENTO A SER FOMENTADO COM REPERCUÇÃO NACIONAL, DIVULGAR: MOVIMENTO, PRODUTOR NÃO PLANTE. O mercado irá enlouquecer, e tenho certeza que o governo irá se desestabilizar, fechando as portas das importações, direcionar verbas com menos juros ao invés de sustentar a economia a base dos impostos do povo. Só assim o bicho vai pegar, não adianta ir para Brasília, fazer filas e filas nas estradas, o negócio é ficar quietinho em casa, de guarda costa, aqui ninguém faz nada, sem falar das demissões que irá ocorrer. Nesta altura do ano, está na hora AH para fazer acontecer isso. VAMOS JÁ COMEÇAR DIVULGAR ESTE GRANDE MOVIMENTO VIA IMPRESA, O PRODUTOR DO AGRONEGÓCIO, É A BOLA DA VEZ, NÃO PLANTE.
-
Jante Deitos Salto do Lontra - PR 12/06/2007 00:00
O que nós, agricultores, podemos fazer para pressionar os governante? Se ficar como está não vamos poder continuar a produzir, pois não temos lucro algum! Perdemos toda a safrinha do milho com a geada. Os lucros das lavouras são muito poucos, não sabemos o que plantar e o que fazer para continuar na agricultura. Socorro!
Em relação à entrevista cedida pelo prof. da USP Guilherme Dias, discordo, porque na hora do PIB, exportações, industrias de máquinas, empregos, arrecadação, etc, somos heróis.<br />
Quando sofremos queda de preços, efeitos climáticos, impostos abusivos, risco Brasil por causa da corrupção, etc, somos caloteiros e precisamos de nos dispor de ATIVOS (bens imóveis), só que mal sabe ele que esses ATIVOS, foram comquistados não nesses ultimos 4 (período de endividamento) anos de crise e sim nos ultimos 50 anos de trabalho árduo, de sol a sol, colocando em risco o nosso futuro.<br />
Então na hora do mel temos parceiro; e na hora da abelha estamos só....<br />
Obs: Vendermos o patrimônio, é concentrar mais volume de terras nas mãos de poucos, e estes não estão preocupados em produzir, gerar renda, empregos, pois não vivem diretamente da terra igual a nós.