Fala Produtor
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Elton Szweryda Santos Paulinia - SP 18/01/2018 08:05
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Luiz Antonio Lorenzoni Campo Novo do Parecis - MT 18/01/2018 07:56
O Maggi, assim como os usineiros, cresceram e foram acostumados a mamarem na teta do governo, no compadrio, nas "verbas especiais". Pelo fim de qualquer subsidio, pelo fim de qualquer taxas de importação. Se os usineiros não conseguirem competir com o álcool de milho americano, danem-se. Se o agricultor não conseguir produzir sem o "juro subsidiado do governo", dane-se também, ou mude de atividade. Nós é que não podemos continuar bancando os incompetentes.
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João Carlos remedio São José dos Campos - SP 17/01/2018 23:17
Sr Ministro BLAIRO MAGGI, o Agronegócio Café nunca precisou tanto do Governo Federal; somos o setor que mais emprega no campo e estamos atravessando uma fase difícil e sem perspectiva de melhora. Há tempo, produzir Café não está gerando renda ao Produtor, a grande maioria segue na atividade, endividada, muitos Municípios brasileiros estão empobrecendo ano após ano e o PIB do setor poderia ser muito maior, ou seja, todos estamos perdendo muito dinheiro.
Como os estoques públicos de Café estão praticamente zerados e o que mais se especula no Mercado é a nossa próxima safra, com previsões exorbitantes e fora da realidade, eu penso que seria o momento do Governo criar um PLANO EMERGENCIAL e adquirir alguns milhões de sacas de Café, voltando a refazer um necessário e estratégico estoque público e ainda, retirar uma quantidade que estaria disponível para exportação e a preços baixos como os praticados no momento. É claro que outras medidas também se fazem necessárias. Acredito que esta seria a que mais traria um benefício imediato ao Setor. Somos o maior produtor e o segundo maior consumidor de Café do Planeta e estamos perdendo uma grande chance de gerar mais e mais divisas para o Brasil. É o que penso Sr Ministro, pois, estamos caminhando para um verdadeiro caos no Agronegócio Café!
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carlo meloni
sao paulo - SP
Nao entendo de cafe', mas eu tenho a percepçao que os grandes plantadores que utilizam maquinas e mao de obra reduzida, estao surfando sobre o resto... Lembrem as palavras do dr Ulisses, UM DIA SO" VAI SOBRAR A IDEOLOGIA DA EFICIENCIA.
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carlo meloni
sao paulo - SP
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joão Lunardi SÃO JOSÉ DOS QUATRO MARCOS - MT 17/01/2018 16:48
Essa prosa de travar o preço do boi gordo através de opções seria interessante se houvesse liquidez . Muito difícil de negociar os contratos de opções de boi no mercado brasileiro.
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LUIZ CARLOS RODRIGUEZ Atibaia - SP 17/01/2018 16:38
ja pensou em um etanol mais barato
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Luiz Ferreira Ituverava - SP 17/01/2018 16:27
Os agrobobos, que pediram "fora,Dilma", agora percebem que são mesmo moeda barata de troca com os americanos. Julgavam ser o PT, Lula e Dilma as maiores pragas da agricultura.Essa aí de tirar 20% do imposto s/importação do etanol vai arrebentar a porteira e botar fogo no canavial.TOMA,COXINHA !
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Edu Gaviao Santos - SP 17/01/2018 16:12
E eu aqui louco para bater uma panela mas não consigo parceiro..............
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 17/01/2018 15:28
Senhores...Vale a regra ...EM TERRA DE CEGOS QUEM TEM UM OLHO É REI !!!...
Pois é, o site ANTAGONISTA colocou essa notícia:
Urgente: Mesmo sem lucro, Smartmatic quer fornecer impressoras de voto
Depois de quatro dias de discussões e mesmo sem nenhuma proposta concorrente, a Smartmatic apresentou novo lance no pregão eletrônico do TSE para garantir o contrato de fornecimento das 30 mil impressoras de voto.
O primeiro lance, superior a R$ 65,4 milhões, foi rejeitado pela pregoeira. A empresa, então, baixou a proposta para o valor de referência do edital: R$ 62,6 milhões.
Em mensagem à pregoeira, a Smartmatic afirmou que a decisão de reduzir o preço "está baseada principalmente no sentido colaborativo" para "prestar relevantes serviços à Justiça Eleitoral do Brasil, uma vez que a Smartmatic tem como objetivo principal o uso de tecnologia no processo eleitoral".
QUAL É O REAL INTERESSE ???
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DALMO HENRIQUE FRANCO SILVA Dourados - MS 17/01/2018 14:57
Espero que as nossas instituições sejam fortes o suficiente para aguentar tanta pressão e seguir com seus propósitos de garantirem a ordem o progresso e a justiça.
" LULA NA CADEIA"
" ACORDA BRASIL"
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maria cecilia erechim rs - RS 17/01/2018 13:55
as denúncias são absolutamente infundadas. "Lembrando que o juiz Sérgio Moro acusa o ex-presidente com base em publicação de reportagem do próprio O Globo. E por isso, tentam mascarar essa realidade, conchavos da qual tambem pertence a bancada Ruralista....... Deus nos livre destas víboras poderosas
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Dalzir Vitoria Uberlândia - MG 17/01/2018 13:35
Assim como a reposição o boi gordo tem tendencia de alta..salvo o boi gordo um e outro período no mês é menos consumo...fiquem espertos...a oferta de boi e bezerro e aquém da necessidade...
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Luciene Fróes Camarano Goiânia - GO 17/01/2018 09:11
O feijão não é um cereal e sim uma leguminosa. Só para fazer justiça! Vcs costumam chamar o feijão junto com os "pulses", que são as leguminosas comestíveis.
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Marcelo E Luders
Curitiba - PR
Sim Feijão é uma leguminosa seca, portanto um Pulse.
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Marcelo E Luders
Curitiba - PR
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Liones Severo Porto Alegre - RS 17/01/2018 08:43
A afirmação dos us$ 9,80/10,00 por bushel como preço para 2018 é acadêmica e impírica, distantes da realidade. O preço do produto é o valor que esta sendo negociado (business level) e a soja brasileira tem eu seu preço final embutido 80 cents de dólar por bushel como prêmio, o que resulta na equivalência de us$ 10,47 por bushel ou o preço real do produto que é o valor em que o ofertante aceita transferir um produto ou ativo para o demandante e que este aceita pagar/adquirir. Por obviedade o preço da CBOT está defasado e indica que, em algum tempo, irá se aproximar do preço de negociação.
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Sr. Liones, você tocou num ponto, que nunca foi discutido: O PRÊMIO...
Segundo consta esse prêmio é pago para aqueles que têm a soja disponível (em seu próprio silo).
Como os produtores devem se comportar frente as suas cooperativas, para receber esse prêmio na comercialização, haja vista, que a soja que se encontra no silo da cooperativa é de sua propriedade, pois ele (produtor rural) entregou o produto e é sócio do silo, onde seu produto está depositado.
Porque esse assunto nunca veio à tona nas inúmeras palestras de comercialização? Que tabu é esse?
Essa é mais uma "parte que me toca" dos burgueses que administram o capital cooperativo?
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dejair minotti
jaboticabal - SP
O preço de mercado é o determinante,o premio é uma situação no momento,pode haver como não,quando um analista prevê o valor do bushel penso que ele não acrescenta o prêmio,os fundos que operam CBOT mantém um preço que mantém a galinha de ovos de ouro(produtor americano) animado para produzir e vender para China.Como diz sempre o Liones "excelente sua pergunta Paulo Roberto",funciona assim:cooperativa não tem lucro,tem sobras,as raras cooperativas no fim do exercício distribui as sobras e o premio esta embutido na sobra, outras já previamente combinado um da turma que manda,quando perguntam na assembléia de fim de exercício:'Que faremos com a sobra?,o encarregado do teatro levanta e fala:Proponho que a sobra seja investida nos nossos negócios(dos burgueses ou os que mandam), os produtores menores se calam e segue o enterro. Sería de boa monta se um desses burgueses pudesse me esclarecer esse negócio de um homem um voto.
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Sr. Liones, quero reforçar que sou um analfabeto nessa área, daí as perguntas que faço. As vezes podem achar que estou discordando, mas sou um aprendiz em todos os seus comentários e, não estou tentando colocá-lo numa situação incomoda com tantas perguntas, às vezes, algumas descabidas, mas pode "puxar a orelha" do velho matuto que não foi prudente em escrever o seu comentário. ESSE É O TRABALHO DOS MESTRES... mostrar-nos o caminho correto. Aqui neste espaço do FALA PRODUTOR ... Mais aprendo do que ensino... Que digam os integrantes da equipe do site (nas correções)... MAIS UMA VEZ OBRIGADO ... POR ME SUPORTAREM !!!
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dejair minotti
jaboticabal - SP
Endosso seus dizeres Paulo Roberto, estou na mesma situação.
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Liones Severo
Porto Alegre - RS
Senhores, a comercialização da soja é um dos negócios mais sérios e justos que existe no mundo, tanto o é que praticamente todos os negócios são feitos por telefones e cumpridos tale-quale. Todos os preços existentes tem o prêmio embutido no somatório do preço da CBOT mais o prêmio, tanto faz se é no interior, no porto ou mesmo FOB (livre a bordo) no navio. Portanto, onde você ouvir um preço o prêmio estará embutido. O padrão de qualidade é min 18,5% de óleo, base 35% de proteína, max 14% de umidade e base 1% de impurezas. O produtor colhe a soja e entrega para a cooperativa e/ou cerealista, estes beneficiam a soja porque precisam colocar no padrão comercial/industrial. Acontece que se você entrega a soja com 15% de umidade ou mais, tem que ligar o secador e já se atribui um desconto de 3% de custos e mais o desconto de 1% que é água e assim sucessivamente. Na impureza a mesma coisa tudo que passar de 1% tem desconto de 1:1 pro-rata. O excesso de umidade ainda é mais grave porque se for armazenada com umidade irá danificar a soja que esta no armazém, irá comprometer a qualidade produto. A soja ardida por excesso de umidade aumenta a acidez do óleo de soja (max 1%) para 6 a 7% e também tem esse percentual descontado. Ademais o farelo dessa soja perde a solubilidade e não é aceito pelos formuladores ou consumidores de ração porque existe elevada tecnologia na criação e apronte dos rebanhos. Há de se considerar que se o produtor deixa a soja no recebedor por muito tempo, existe a quebra técnica que também pode ser descontada de acordo com o padrão do armazenador, também atribui-se quebra técnica no transporte da soja interior até o porto. Cada vez mais aumenta as exigências sobre a qualidade por programas de segurança alimentar que precisam estar de acordo com a legislação internacional, do contrário não conseguem a certificação para exportar. A melhor definição do prêmio no Brasil é ágio/deságio e racionalizando é o complemento do preço da CBOT, onde existe o encontro dos interesses de ofertantes e demandantes, pode-se se dizer que o preço cotado na Bolsa de Chicago está abaixo do mercado físico, ou defasado. Nosso sistema cooperativista é exemplo para o mundo. Atualmente o congresso americano elaborou a nova política agrícola com benefícios de incentivos de impostos para os produtores que negociarem seu produto com as cooperativas. Neste caso dificultaria em muito os negócios das tradings que estão reunidas com as entendidas dos produtores tentando achar uma forma mais adequada para não prejudicar a comercialização. Com os chineses visitei e discutimos o sistema cooperativista brasileiro que pretendem introduzir na China. Existem outros detalhes comerciais que são relevantes mas ainda verdadeiros que podem e devem ser solicitados na palestras e/ou seminários.
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Sr. Dejair, se me permite, parafrasear os mestres: "Boa pergunta Sr. Dejair"... Aproveitando o ensejo, gostaria de fazer uma analogia, meio caipira.
O cooperativismo REDISTRIBUI os ganhos ...& ... o socialismo REDISTRIBUI a riqueza... ou seja, são sistemas onde a burocracia e a aristocracia predominam, pois somente os iluminados têm a capacidade de enxergar o que é bom para o coletivo (que somos nós, os indivíduos nércios) que precisam serem tocados como gado.
Está comprovado que o sistema administrativo governamental, com sua Democracia Representativa está falido, pois de "desvio em desvio" se desmantelou, chegando ao cúmulo da maioria dos Ministros de Estado estarem envolvidos em denúncias e, para finalizar o atual presidente da República indica um nome para o Ministério do Trabalho que não passa nem no "exame de fezes" para assumir o cargo, pois é ré em processos trabalhistas.
SERÁ QUE SE FOR FEITO UM PENEIRAMENTO NO "COOPERATIVISMO" BRASILEIRO, PASSA ALGUM GRÃO NA PENEIRA ???
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Ainda sobre corporativismo, Ops!... Cooperativismo.
A narrativa é de tornar os pequenos produtores, com a união em fortes produtores e, para isso é cobrado uma taxa de capitalização de HUM por cento do Valor Bruto da Produção (VBP).
Bem, vamos lá: Se o VBP for R$ 100.000,00.
A taxa será R$ 1.000,00.
Mas, existem aí os custos operacionais e fixos (COF)
Se o COF for R$ 50.000,00.
O cooperado terá uma renda líquida (RL) de R$50.000,00 e, a "taxa" de R$1.000,00 irá corresponder a DOIS por cento de sua RL.
Numa outra condição (hipotética), onde, por política governamental, ou outros fatores exógenos o seu COF foi de R$ 90.000,00;
A sua RL será R$10.000,00, mas a sua taxa mante-se a R$1.000,00.
Logo, ele está capitalizando a cooperativa com um valor referente a DEZ por cento de sua RL.
Entendo que: A cooperativa vai continuar forte e, "ele" (produtor pequeno) vai virar PÓ !!!
ESSA É A TRISTE REALIDADE !!! ... (na visão de um velho matuto)
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Luiz Alfredo Viganó
Marmeleiro - PR
Parabéns ao sr. Liones por essa explicação sobre o mercado de soja. Essa postagem devia ser leitura obrigatória aos sojicultores. A mim ao menos me ajudou a ser menos ignorante sobre um mercado tão complexo.
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Liones Severo
Porto Alegre - RS
Sr. Rensi, se você se interessar, os negócios de soja brasileira para exportação são governados pelo contrato ANEC 41 com extensão ao contrato no. 4 a FOSFA (Federation of Oils, Seeds and Fats Association Ltd.), mas esses contratos não incluem os Termos chineses (China Terms) que solicita um outro feixe de certificados e fumigação que tem custo adicional. Os contratos ANEC estão disponibilizados no site da ASCB - Associação das supervisoras e controladoras do Brasil, (www.ascb-br.com.br/index.php/home/8/8-contratos-anec). No meu entendimento, quanto o mais o produtor souber sobre a comercialização tanto melhor e mais saudáveis serão os negócios. Abraços
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Liones Severo
Porto Alegre - RS
Ou a quem interessar possa !!
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carlo meloni
sao paulo - SP
Grande Liones... QUERIA TER UM FILHO ASSIM...
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 17/01/2018 06:55
UNIVERS(O)TÁRIOS NO REINO DA INVEJA
Participo de um grupo de estudantes e professores ligado a uma universidade federal e, eventualmente, posto alguns links relacionados aos benefícios do livre mercado ou às mazelas da educação no Brasil. Em menos de um minuto, meu perfil recebe uma turba de pessoas ressentidas com o capitalismo, com o egoísmo dos empreendedores, com a falta de amor no mundo, defendendo algum tipo de ideia abstrata, sem qualquer fundamento.
Noutro dia, postei um estudo sobre o custo de milhares de pesquisas esdrúxulas que são bancadas com o dinheiro dos pagadores de impostos; obviamente, apareceram os zumbis falando do papel das universidades públicas brasileiras para o desenvolvimento da pesquisa, etc. Tentei confrontá-los com o fato de que o Brasil nunca teve um pesquisador premiado com um prêmio Nobel, além de que, infelizmente, grande parte dos recursos é destinado ao financiamento de pesquisas irrelevantes (como o problema do acesso dos gays aos sanitários) ou teses fantasiosas de um mundo pós-apocalíptico. Foram muitos comentários raivosos, porém vazios de quaisquer fatos que pudessem contradizer meus argumentos. Lamentações e mais lamentações ideológicas sem fundamento, bem como palavras de ordem. Conclusão? Descobri que sou um idiota, defendendo ideias absurdas.
Isso tudo me fez refletir sobre o porquê de essas pessoas defenderem um sistema tão absurdo que premia e promove a mediocridade, lembrando um famoso vídeo em que Ayn Rand fala sobre vivermos na Era da Inveja: as pessoas são atacadas não por suas falhas, mas por suas virtudes. Não sei dizer se foram as redes sociais que escancararam ainda mais esse tipo de comportamento destrutivo, ou se é uma tendência das últimas décadas. Mas duma coisa podemos ter certeza: o ambiente pró-esquerda gestado pós-1964 nas universidades públicas é perfeito para todo tipo de parasitas e pragas, dentre elas, pessoas que se acham mais especiais que outras não porque produzam algo de importante para a sociedade (ou por suas virtudes reais), mas só por sua capacidade de vitimização e, ao mesmo tempo, ação como "reis da piedade", paladinos na luta por um mundo mais igualitário e mais justo. O seu discurso é sempre o mesmo, acusar quem não é da tribo de ser fascista, egoísta, machista, homofóbico, hidrofóbico e o que mais vier à mente. Tudo faz parte de uma estratégia de discurso, em que não importa a lógica, fatos ou argumentos, mas só enquadrar o inimigo? em algum desses termos e, quando isso não funcionar, partir para o soco.
Vivemos também a era dos lacradores profissionais. O resto da gangue vai ao delírio quando os reacionários e insensíveis defensores do capitalismo são humilhados na praça pública das redes sociais. Quase consigo ver a cara de satisfação deles por terem me colocado em meu devido lugar. Sei que isso parece insano, mas é real.
Acredito que a inveja, se acompanhada de ações nobres, converte-se em ambição. Não aquela ambição caricata, distorcida e usada por universitários lacradores para nos acusar de egoísmo, mas aquela que leva indivíduos como Henry Ford a revolucionar toda a indústria automobilística; Bill Gates a criar sistemas que tornam nosso mundo mais fácil e assim por diante. O que esses justiceiros não sabem é que precisamos de homens e mulheres ambiciosos, virtuosos e sedentos por deixar suas marcas na história, haja vista que são eles que tornam nossa existência melhor: resolvem problemas, geram valor para a sociedade e lucram por consequência. A sociedade geralmente está sempre disposta a pagar por algo produzido por essas pessoas, mesmo que seja caro, pois conseguiram nos conquistar por suas virtudes.
Por outro lado, temos esse ambiente cheio de ?universotários? raivosos e justiceiros sociais, armados com suas línguas maledicentes, escondidos atrás de máscaras, enquanto tentam destruir a virtude e aquilo que a vida numa sociedade livre tem de melhor. Para eles, lucrar é um pecado capital, condenado veementemente pelo livro sagrado de seu profeta, Karl Marx. Eles odeiam a mentalidade burguesa e patriarcal que está impregnada na mentalidade até das pessoas mais simples. Que absurdo um pobre não querer ser acalentado pelas promessas impraticáveis do Estado de bem-estar, correndo, em vez disso, para os braços dos porcos capitalistas, em busca de recompensa pelo seu esforço ou por aquilo que possam gerar de valor.
Disso, chego à triste conclusão de que eles precisam mesmo de espaços seguros para poderem se reproduzir, pois aqui fora, no mundo real, maioria deles não duraria um segundo sequer. Daí vem a necessidade desesperada de lutar para que tudo continue sendo bancado por nós, os pagadores de impostos, coagidos pelos fiscais do Estado a entregar quase metade de tudo o que produzimos, para que se sustente o ecossistema parasitário. Argumentos não têm valor para essas pessoas, afinal, fatos não pagam seus salários, bolsas e outras benesses: melhor que a verdade continue sem ser dita, tocada ou, sequer, pensada, o mundo de 1984 de Orwell.
A nossa sorte é que cada vez mais pessoas estão percebendo que não existem monstros de fato na floresta, e que os verdadeiros monstros são aqueles que fingem estar protegendo-as no mundo.
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Revisado por Matheus Pacini e escrito por Giuliano Miotto.
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
Rodrigo..sejamos práticos...fomos estudantes..eramos assim também ate aprender a viver as nossas custas..falar e fácil..quem trabalha mais..se esforça mais..usa mais a inteligencia tem mais sucesso...isto eles não sabem ..não conhecem..e não tem experiencia...
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Luiz Alves Ribeiro dos Santos.
Barra da Estiva - BA
Precisamos melhorar nosso NA. Vemos aqui cada vez mais divisões e posições radicais. Temos aqui defensores de idéias e ideais voltados para suas próprias vivências e grupos.
Precisamos aproveitar este espaço conquistado ao longo do tempo, para discutir assuntos do setor. Acredito que hoje assim como no passado, as diferenças que existem não são totalmente erradas ou certas. Precisamos acreditar no cidadão Brasileiro. Se existe algo que precisamos combater, enfrentar, são aqueles que ocupam cargos públicos e que não cumprem o seu papel.
Enquanto ficamos aqui trocando farpas, se agredindo com palavras ou qualquer outra atitude, os que realmente fazem acontecer estão diariamente agindo contra nós.
Já tenho uma boa caminhada, não sei se sei alguma coisa, mas já vivi tempos de "direta" e tempos de "esquerda". E tudo que estamos vendo aí é o resultado disto.
Não vou citar nem os acertos ou erros destes ou daqueles. Mas sei que enquanto continuarmos, falando de "esquerda", "direita", "petralhas", "capitalismo", vamos viver no melhor dos mundos para uma restrita classe de maus governantes, que pouco estão se importando com estes adjetivos. Haja visto que se olharmos com um olhar distanciado, veremos que só tivemos estas divisões na esfera do poder, quando as mesmas os beneficiava.
Não vamos deixar que estas mazelas contaminem nosso NA.
O NA não pode ter lado, ou melhor, só pode ter um lado, que é a defesa do nosso setor. As outras questões, muitas das vezes, tão importantes quanto, deixemos para tantos outros sites, que já o fazem.
Como sempre é apenas uma opinião de um homem do campo. Como diz João, independente de qualquer coisa, vamos em frente.
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Sr. Luiz Alves, PARABÉNS !!! O seu comentário está entre os melhores postados no FALA PRODUTOR e, traz uma imensa sabedoria, digno do autor.
Mais uma vez... PARABÉNS !!!
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carlo meloni
sao paulo - SP
Sr Luiz Alves, o NA esta' sendo invadido por AGENTES DE PROPAGANDA PARTIDARIA pagos para fazer esse serviço... Eles perturbam a convivencia dos produtores, cuja finalidade seria trocar ideias sobre problemas da atividade.
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
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marildo kitor Cantagalo - PR 17/01/2018 05:56
Super safra já era aqui no Paraná não para mais de chove e não são boas as previsão do tempo: lavouras de feijão, fumo, perdidas sem contar os hf lavouras de soja sem aplicação de fungicida quero só ver o tamanho dessa ssuuppeerr safra
Rodrido Constantino do B, meu avô dizia, quando não tiver nada de util pra falar, fica quieto. Ninguém é bobo, todos sabem o mal que a esquerda fez ao Brasil. E quando surge alguém com ficha limpa, que pensa como nós, para tentar colocar as coisas no devido lugar, aí começam as criticas, mídias de esquerda, blogs pagos, etc. Mas felizmente o Jair Bolsonaro deverá ganhar no primeiro turno, pena nós produtores rurais nao extrairmos mais dele, Bolsonaro, um plano agricola de verdade, seguro com renda, preço minimo de verdade, tudo que hoje nao temos!!!