Fala Produtor - Mensagem
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LEONARDO GONCALVES VARGAS Alegre - ES 26/02/2026 11:51
Comentário referente a notícia: O papel do engenheiro agrônomo na realidade contemporânea, por Décio Luiz Gazzoni e Antônio Márcio Buainain-
CARLO MELONI
sao paulo - SP
CADA IDEIA SEM PE" NEM CABEÇA----Ja pensou como funcionaria na agricultura familiar ?---Todos os lavouristas que conheço tem um engenheiro agronomo dando suporte, fora as firmas que vendem adubos, sementes que complementam a tecnica a ser adotada----Essa ideia da obrigatoriedade so' pode nascer na cabeça imbecil desses dois articulistas----GENTE ISSO FAZ CRESCER O NOSSO DESEJO DE LIBERDADE CONTRA ESSAS PESSOAS QUE QUEREM PINDURAR EM VOCE -----Alias aproveito o gancho para sugerir aos colegas o maior rigor na seleçao dos funcionarios---Nao empreguem petista porque ser petista quer dizer pessoa conivente com o roubo e todo tipo de desonestidade----Funcionarios que desviam venenos na mistura, desviam diesel, conheci um que tinha ressentimentos com o patrao', quebrava propositalmente as maquinas, denunciava quaisquer pequenas manovras para a policia ambiental---PESSOAL MUITO CUIDADO COM OS PETISTAS
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CARLO MELONI
sao paulo - SP
Excelente reflexão sobre o papel e o posicionamento do Eng. Agrônomo nesse novo cenário. Porém, eu faço aqui uma provocação sobre algo que muito me incomoda em nosso setor, que é justamente o da flexibilização sobre a escolha do produtor rural ter ou não um Eng. Agrônomo como responsável técnico na sua propriedade. Ora, se para vender remédio precisa de um Farmacêutico, para um exame de sangue precisa de um pedido médico (ou algum profissional da saúde), para um estabelecimento alimentícios você precisa ter um nutricionista, e etc., por que não devemos começar a cobrar que tenham Eng. Agrônomos para que o produtor tenha a possibilidade de comercializar seus produtos? Pense na seguinte situação, após o acordo comercial fica estabelecido diversas exigências, porém, os produtos são vendidos em lotes que são misturados nos armazéns. Quem garante a qualidade do produto final? quem garante que esse lote não será barrado na Europa por causa de um produtor que usou um insumo que não deveria? O Brasil precisa dar esse passo de credibilidade no mercado para garantir que seus produtores seguem as diretrizes ESG, e a meu ver, só é possível se tiver a OBRIGATORIEDADE de um responsável técnico para que esse produto possa ser comercializado sem menores prejuízos.