Perdas de empregos nos EUA em abril podem chegar a 22 milhões

Por Lucia Mutikani
WASHINGTON (Reuters) - A economia dos Estados Unidos provavelmente perdeu 22 milhões de empregos em abril, no que seria o maior volume de fechamentos de vagas desde a Grande Depressão e o sinais mais fortes de como a pandemia do coronavírus está afetando a maior economia do mundo.
O relatório que é avaliado atentamente em qualquer mês mas que terá importância ainda maior agora diante das paralisações de serviços não essenciais. Os dados do mercado de trabalho nesta sexta-feira também devem mostrar que a taxa de desemprego disparou a ao menos 16% no mês passado. O recorde pós-Segunda Guerra Mundial é de 10,8%, alcançado em novembro de 1982.
Os números deverão fortalecer as expectativas de analistas de uma lenta recuperação da recessão causada pela pandemia. Ele vai se somar a uma série de dados fracos dos gastos dos consumidores, investimento empresarial, comércio, produtividade e do mercado residencial.
"Nossa economia está em suporte de vide agora", disse Erica Groshen, ex-comissária da Agências de Estatísticas do Trabalho do Departamento do Trabalho.
"Vamos passar por testes nos próximos meses para ver se podemos ressurgir com segurança de nosso coma induzido pela política econômico", completou Groshen.
As perdas históricas de vagas previstas em pesquisa da Reuters aponta para fechamentos em quase todos os setores da economia, com dispensas maiores nos setores de lazer e hotelaria --principalmente restaurantes e bares.
As estimativas na pesquisa chegaram a 35 milhões de vagas perdidas. Para a taxa de desemprego, a expectativa chegaram a 22%.
Em março, foram fechadas 701 mil vagas, com a taxa de desemprego em 4,4%
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