Puxada pela demanda, soja sobe mais de 1% nesta 3ª feira na Bolsa de Chicago

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago voltam a subir nesta terça-feira (3), depois das baixas registradas na sessão anterior. Por volta de 7h55 (horário de Brasília), as cotações subiam enre 11 e 13 pontos nos principais vencimentos. Assim, o novembro tinha US$ 10,63 e o maio/21, US$ 10,55 por bushel.
"Suporte da forte demanda de todos os lados. As compras agressivas de soja pela China nas últimas semanas, compra recorde de milho pelo México na semana passada e hoje licitações de compra de trigo mostram que ou o mercado está preocupado com a possibilidade de faltar produto em 2021 ou quer adiantar compras para não ter que comprar mais caro depois", explica Steve Cachia, consultor de mercado da Cerealpar e da TradeHelp.
Ao lado da demanda intensa, o mercado ainda acompanha o clima incerto na América do Sul, sob influência do La Niña, o que intensifica a volatilidade e a especulação.
Ao mesmo tempo tempo, atenção ainda à colheita nos EUA - que está na reta final - e ao mercado financeiro internacional, principalmente no dia em que se encerra o processo eleitoral nos EUA. Entre as demais commodities, o petróleo liderava as altas, com ganhos de mais de 3% no WTI na Bolsa de Nova York.
Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira, por Andressa Simão:
Leia Mais:
+ Soja: Mercado futuro termina o pregão desta 2ª feira com desvalorizações na CBOT
1 comentário
Soja fecha semana com fortes altas e Chicago acima dos US$ 12, depois dias de intensa volatilidade
Crédito caro e risco no campo desafiam setor de sementes de soja nos próximos anos
Soja sobe mais de 10 pts e julho retoma os US$ 12 em Chicago com nova alta do petróleo
Soja caminha de lado em Chicago nesta 6ª, após semana de intensa volatilidade
Colheita de soja gaúcha avança para 85% da área cultivada com tempo seco, diz Emater
Preços da soja acumulam até R$ 5/sc de queda no Brasil com baixas fortes em Chicago e dólar fraco
Elton Szweryda Santos Paulinia - SP
Graos subindo muito e subirao mais ainda quando checarem a realidade do tempo seco no centro sul e mt/ ms, a futura falta de producao será compensada evidentemente pelo preço, pena que os vendidos nao teram essa compensação. Que todos nós aprendamos a licao...