Café: Londres e Nova York abrem semana com poucas variações, de olho no clima e na Covid-19

O mercado futuro do café arábica abriu o pregão desta segunda-feira (11) com quedas técnicas para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). As cotações iniciam a semana andando de lado após encerrar a última sessão, no dia 8, com valorização para as principais referências.
Por volta das 08h55 (horário de Brasília), março/21 tinha queda de 80 pontos, valendo 122,90 cents/lbp, maio/21 registrava baixa de 80 pontos, negociado por 124,95 cents/lbp, julho/21 tinha queda de 70 pontos, valendo 126,90 cents/lbp e setembro/21 operava com baixa de 95 pontos, valendo 128,40 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também abriu a segunda-feira (11) com poucas variações. Março/21 tinha alta de US$ 7 por tonelada, valendo US$ 1325, maio/21 subia US$ 6 por tonelada, negociado por US$ 1335, julho/21 registrava valorização de US$ 5 por tonelada, valendo US$ 1349 e setembro/21 operava com baixa de US$ 2 por tonelada, valendo US$ 1361.
A tendência é que operadores continuem acompanhando de perto as condições climáticas nas lavouras brasileiras nos próximos dias. De acordo com as previsões do Conselho Nacional do Café, com base nos dados da Somar Meteorologia, as previsões indicam precipitações intensas e volumosas em áreas de Minas Gerais.
Além disso, o mercado segue acompanhando a evolução da vacinação contra a Covid-19 em importantes polos consumidores como Europa e Estados Unidos. O aumento de casos, durante a última semana, voltou a levandar incertezas quanto ao consumo de café.
0 comentário
Café recua nas bolsas internacionais após retomada dos negócios e acende alerta ao produtor
Café fecha em alta com apoio do câmbio, mas mercado segue em alerta com oferta global
StoneX projeta superávit global de 10 milhões de sacas de café em 2026, mas alerta para volatilidade
Se o café vale tanto, por que quem produz ainda aperta as contas?
Café tenta reagir no início da semana, enquanto Londres para por feriado
Café recua no fechamento com dólar mais forte e pressão da safra brasileira