Reino Unido proíbe entrada de passageiros da América do Sul por variante brasileira do coronavírus
LONDRES (Reuters) - O Reino Unido proibirá as chegadas de passageiros do Brasil, de outros países sul-americanos e de Portugal devido a preocupações com uma nova variante do coronavírus descoberta no Amazonas, disse o ministro dos Transportes britânico, Grant Shapps, na quinta-feira.
"Tomei a decisão urgente de proibir chegadas da Argentina, Brasil, Bolívia, Cabo Verde, Chile, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Guiana, Panamá, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela - a partir de amanhã, 15 de janeiro, às 4h (horário local) após evidências de uma nova variante no Brasil", disse Shapps no Twitter.
Portugal também foi adicionado à lista de países proibidos por causa de ligações estreitas de viagens com o Brasil, disse ele. Os trabalhadores que transportam bens essenciais de Portugal ficarão isentos.
Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz Amazônia afirmaram na terça-feira que a nova variante provavelmente surgiu no Amazonas entre dezembro e janeiro, e disseram que pode estar contribuindo para a aceleração de casos no Estado, que enfrenta uma severa segunda onda da Covid-19.
A nova variante foi detectada no domingo pelo Ministério da Saúde do Japão em quatro pessoas que chegaram ao país oriundas do Amazonas. Segundo o Ministério da Saúde do Brasil, autoridades japonesas informaram que foram identificadas 12 mutações na nova cepa, sendo uma delas a mesma já identificada em variantes mais transmissíveis do vírus vistas no Reino Unido e na África do Sul.
Em dezembro, o Brasil suspendeu os voos do Reino Unido devido ao surgimento da variante britânica do coronavírus.
(Reportagem de William James)
0 comentário
S&P 500 fecha em baixa após Fed elevar taxas de juros e indicar mais aperto monetário
Dólar fecha estável no Brasil após Fed elevar juros e antes do Copom
Ibovespa fecha em queda após Fed elevar juro e sinalizar mais aperto
Warsh diz que economia dos EUA se fortaleceu e inflação é o problema
CNN: Fachin e Cármen atuam por trégua, mas crise tende a escalar no STF
Fed eleva juros e prevê mais aperto monetário em busca de queda “mais rápida” da inflação