Canavicultura no Brasil registrou queda em dólar na movimentação de defensivos em 2020
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Entrevista com André Dias - Sócio Diretor da Spark sobre o Mercado de Defensivos para a Cana-de-Açúcar
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O Brasil registrou uma queda de 4% nos investimentos em defensivos em dólar na cultura da cana-de-açúcar no ano de 2020 acompanhando um cenário no período de desvalorização do real, segundo levantamento da empresa de pesquisa Spark com usinas e fornecedores.
"O mercado de cana movimentou entre 1,35 e 1,4 bilhões de dólares em 2020, uma queda de 4% em relação ao ano anterior. Isso foi uma combinação da desvalorização cambial e uma certa redução na área cultivada", explica André Dias, sócio diretor da Spark.
Essa queda de área foi mais acentuada para a cana planta. "A gente acredita que agora com a melhor condição do mercado de cana isso deva ser recuperado", destaca Dias. Em 2019, a movimentação dos defensivos para a cultura também registrou queda em dólar.
Em real, o mercado de agroquímicos para a cana-de-açúcar registrou alta de cerca de 8%.
O indicador de intensidade do uso de defensivos, que é a combinação das vezes que o agroquímico é aplicado e o número de tratamentos, subiu cerca 3%, atingindo 64,5 milhões de hectares. "O mercado, apesar de cair em dólar, ele tem uma boa recuperação em real e em área tratada", ressalta Dias.
O levantamento da empresa ainda apontou um aumento no uso de novas ferramentas tecnológicas, como os insumos biológicos, que registraram um salto de quase 20% em um ano, apesar de representatividade ainda pequena. Dos tradicionais, os herbicidas e os inseticidas lideram a relação.
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