Café: Arábica com estabilidade, enquanto conilon ganha mais de US$ 20 de olho no Vietnã
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O mercado futuro do café arábica segue operando com variações técnicas para os principais contratos no pregão desta quarta-feira (18) na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Por volta das 11h54 (horário de Brasília), setembro/21 tinha queda de 25 pontos, valendo 178,70 cents/lbp, dezembro/21 tinha baixa de 10 pontos, cotado a 181,90 cents/lbp, março/22 registrava baixa de 20 pontos, valendo 184,55 cents/lbp e maio/22 tinha baixa de 10 pontos, valendo 185,60 cents/lbp.
Já na Bolsa de Londres, o café tipo conilon ganha mais de US$ 20 por tonelada. Setembro/21 tinha alta de US$ 29 por tonelada, valendo US$ 1868, novembro/21 tinha alta de US$ 37 por tonelada, valendo US$ 1882, janeiro/22 tinha valorização de US$ 33 por tonelada, valendo US4 1874 e março/22 tinha alta de US$ 27 por tonelada, valendo US$ 1866.
No caso do conilon, os preços continuam com suporte na alta dos fretes no Vietnã - maior produtor de café tipo conilon do mundo. De acordo com as autoridades locais, produtores encontraram problemas para realizar os embarques.
"A escassez de contêineres na Ásia limitou as exportações de café robusta do Vietnã. Além disso, a OIC informou na última quarta-feira que as exportações globais de café robusta de outubro a junho caíram -4,8%", destacou a análise do site internacional.
O problema logístico não atinge somente a cadeia cafeeira, mas sim toda a logística global. No Brasil, o Cecafé divulgou no início do mês que os embarques no mês de julho, mais uma vez, foram comprometidos pelos impasses logísticos.
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