Soja: Bolsa de Buenos Aires reduz estimativa da área de plantio na Argentina por clima adverso
![]()
A Bolsa de Cereais de Buenos Aires atualizou suas projeções para a safra 2021/22 de soja trazendo uma correção na área cultivada nesta safra em função das adversidades climáticas. O boletim divulgado nesta quinta-feira (13) afirma que "a projeção de área caiu para 16,4 milhões de hectares e se explica pela impossibilidade de completar os planos de semeadura em setores do extremo sul da região agrícola". O país continua sofrendo com dias muito quentes - com temperaturas superando os 40ºC - e ausência de chuvas.
A instituição afirma ainda que cerca de de 8,5% da área que foi possível de ser plantada já está dando início a seu período crítico e que tão logo o plantio seja finalizado - hoje concluído em 92,5% da área, o cenário de produção será atualizado.
O boletim semanal da bolsa de Buenos Aires mostra ainda que o índice de lavouras de soja em boas ou excelentes condições caiu expressivamente, de 48% para 31%. Assim, o índice de campos em condições regulares passou de 13% para 29% e em condições ruins ou muito ruins de 39% para 40%.
Além disso, 60% das condições de umidade são ruins ou muito ruins, contra 42% da semana passada.
A Bolsa de Cereais de Buenos Aires ainda estima a safra de soja da Argentina em 44 milhões de toneladas. Nesta quinta-feira, a Bolsa de Comércio de Rosário informou um corte na sua estimativa de cinco milhões de toneladas, passando a projetar a produção do país em 40 milhões de toneladas.
0 comentário
Clima preocupante no Corn Belt, demanda da China nos EUA e geopolítica no foco da soja em Chicago, apesar de leves baixas desta 4ª feira
Soja: Brasil vende 4 milhões de t na semana com preços perto dos melhores momentos do ano
Agricultor do Tocantins é campeão da região Norte no Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja do CESB
USDA confirma venda de 472 mil t de soja à China e movimento contribui para alta em Chicago
Soja opera em alta na Bolsa de Chicago e volta aos US$ 12 impulsionada por clima nos EUA e demanda chinesa
Soja inverte o sinal, fecha positiva e estabelece tendência de alta em Chicago com clima preocupando nos EUA