Milho abre a 3ªfeira estendendo leves recuos na B3
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A terça-feira (01) começa com os preços futuros do milho estendendo os pequenos recuos registrados ontem na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações eram comercializadas na faixa entre R$ 89,00 e R$ 98,00 por volta das 09h11 (horário de Brasília).
O vencimento março/22 era cotado à R$ 98,50 com perda de 0,26%, o maio/22 valia R$ 96,82 com queda de 0,08%, o julho/22 era negociado por R$ 91,00 com baixa de 0,12% e o setembro/22 tinha valor de R$ 89,62 com desvalorização de 0,46%.
Para o analista de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze, a B3 já rodou perto do teto de R$ 100,00, que é o nível que já está estável junto as indústrias do Rio Grande do Sul.
“Nós temos que levar em conta que uma fatia grande do mercado consumidor de milho é o de suinocultura, que em função do farelo de soja também estar em alta, hoje a gente tem visto o setor reclamando que cada suíno terminado está dando entre R$ 100,00 e R$ 110,00 de déficit, então já está estrangulando esse pessoal e deixa o milho no teto da B3”, pontua Brandalizze.
Mercado Externo
Já a Bolsa de Chicago (CBOT) inicia o primeiro dia de fevereiro buscando recuperação e com os preços internacionais do milho futuro subindo por volta das 09h02 (horário de Brasília).
O vencimento março/22 era cotado à US$ 6,27 com elevação de 1,25 pontos, o maio/22 valia US$ 6,26 com valorização de 1,50 pontos, o julho/22 era negociado por US$ 6,20 com ganho de 1,25 pontos e o setembro/22 tinha valor de US$ 5,86 com alta de 0,50 pontos.
Segundo informações da Agência Reuters, os futuros de milho de Chicago foram negociados se mantendo próximos às altas recentes de sete meses, já que os traders continuam avaliando como as condições secas na América do Sul podem impulsionar a demanda por safras dos Estados Unidos.
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