Rúmina promete acelerar digitalização das fazendas brasileiras
O mundo pode chegar a 10 bilhões de pessoas até 2050. E isso tem tudo a ver com a pecuária do futuro. Para atender à crescente demanda mundial, os produtores buscam por soluções que permitam produzir mais e de forma sustentável, e é desta forma que as tecnologias ganham cada vez mais espaço
O foco e as oportunidades para inovações digitais na pecuária estão crescendo. Análise de dados, tecnologias, inteligência artificial e a internet das coisas estão criando oportunidades que permitem uma tomada de decisão a campo mais rápida e acertada.
Com o propósito de contribuir com esse cenário de evolução das fazendas brasileiras, foi criada a Rúmina, o maior ecossistema de soluções digitais para pecuaristas de leite e de corte, que agrega as empresas OnFarm, Ideagri, Bovitech, Rúmicash e Volutech,
São mais de 7 mil fazendas que utilizam as soluções da Rúmina, desenvolvidas para democratizar e simplificar a adoção de tecnologias pelos produtores – seja biotecnologia, sensores, softwares, soluções financeiras e inteligência artificial – oferecendo a melhor experiência para toda a cadeia de valor da pecuária. Recentemente o ecossistema recebeu um aporte de R$ 25 milhões para intensificar a distribuição de inteligência artificial para o campo.
O novo investimento no ecossistema tem como objetivo acelerar o acesso dos produtores a Rúmi, a inteligência artificial criada pela Rúmina que ajuda na gestão, detecção de doenças, tomada de crédito e gerenciamento da produção.
A visão da empresa é ajudar pecuaristas em todo o mundo a usar a tecnologia para reduzir o impacto ambiental da atividade, aumentar a produtividade da fazenda e liderar a transformação digital do setor, além de contribuir com o bem-estar animal em mais de 300 mil fazendas de pecuária no Brasil e na América Latina nos próximos 10 anos.
“O futuro da pecuária global passa pela melhoria da saúde animal e sustentabilidade. Ao gerirmos mais de 10% do leite brasileiro, evitamos em 2021 o uso de quase 230 mil doses de antibióticos e o descarte de mais de 7 milhões de litros de leite. Contribuímos para a melhoria da eficiência produtiva de milhares de propriedades, acompanhando os principais indicadores financeiros e zootécnicos para produzir mais, com o mesmo rebanho e tamanho de propriedade”, afirma Laerte Cassoli, cofundador e CEO da Rúmina.
Ao longo de 2021, a Rúmina apresentou ao mercado tecnologias cada vez mais acessíveis e aderentes à realidade do campo e os impactos do ecossistema serão positivos não apenas para os produtores, mas para toda cadeia láctea passando por laticínios até o consumidor final.
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