Feijão, por Ibrafe: Poucos negócios são reportados em Goiás e Minas Gerais
Em inglês, a palavra Food traduz alimento para seres humanos e Feed alimento para animais em geral. Ouvi pela primeira vez de uma consultora brasileira que atua fora do Brasil que se espera que o Brasil observe que a produção de alimentos vai muito bem em itens como soja e milho. No entanto, ainda que o animal acabe se tornando alimento para nós, seres humanos, não é um alimento disponível para toda população. Nos próximos anos será cada vez mais difícil para famílias em muitos países terem acesso a carnes. Os embaixadores no Brasil, de diversos países, começam, por instrução de seus países de origem, a buscar contatos com governo brasileiro atrás dos mais variados alimentos, e, entres eles, os Feijões. É bastante coerente esperar que a tal fome mundial traga demandas para o Brasil. Será hora de surfar nesta onda. Mas a questão é: como estar pronto para estas oportunidades?
No mercado diário do Feijão, onde não está chovendo, como Goiás e Minas Gerais, há raros negócios reportados. Mas alguns negócios acontecem ao longo do dia aqui e ali, tomando por base o que acontece nas fontes. Por exemplo, para saber quanto vale no interior de São Paulo, ou mesmo na Região Sudeste, toma-se como referência onde seria de se esperar ofertas neste momento, que é o Paraná, principalmente. Lentamente, durante junho, passará a haver maior volume sendo originado em outras regiões, como Minas e Goiás. No Paraná, em meio às chuvas, o valor máximo pelos Feijões-carioca disponíveis alcançaram ontem até R$ 380 para nota 8.
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