Petrobras recupera mais R$439 mi com acordos de leniência e colaboração da Lava Jato
![]()
SÃO PAULO (Reuters) - A Petrobras recuperou, ao longo do último trimestre, cerca de 439 milhões de reais por meio de acordos de leniência firmados no âmbito da Operação Lava Jato pelas empresas Camargo Corrêa, Novonor (antiga Odebrecht) e SBM, bem como do acordo de colaboração de Pedro Barusco, ex-gerente da Petrobras.
Com essas devoluções, o total de recursos transferidos para os cofres da Petrobras (incluindo subsidiárias), em decorrência de acordos de colaboração, leniência e repatriações, ultrapassou o montante de 6,7 bilhões de reais.
Segundo comunicado da estatal, em outubro a Camargo Corrêa devolveu 235,6 milhões de reais à Petrobras e outros 6,9 milhões de reais à sua subsidiária Transpetro.
A Novonor, por sua vez, pagou 71,3 milhões de reais para a Petrobras e outros 728 mil reais para Transpetro, como parte do montante total a ser devolvido em 22 parcelas anuais.
Já a SBM devolveu, para a Petrobras, 113,7 milhões de reais entre agosto e outubro deste ano. Aproximadamente 48,7 milhões de reais foram pagos diretamente à companhia e outros 64,9 milhões foram abatidos de pagamentos devidos pela Petrobras à SBM em decorrência de contratos vigentes de afretamento de plataformas e prestação de serviços.
A Petrobras disse ainda que atua como coautora do Ministério Público Federal e da União Federal em 32 ações de improbidade administrativa em andamento, além de ser assistente de acusação em 90 ações penais relacionadas aos ilícitos investigados pela Operação Lava Jato.
(Por Letícia Fucuchima)
0 comentário
Trump diz que prazo de terça-feira para fazer acordo com Irã é definitivo
Irã rejeita cessar-fogo em resposta a propostas e enfatiza necessidade de fim permanente da guerra, diz agência
Wall Street sobe enquanto investidores avaliam perspectivas de resolução no Oriente Médio
Kremlin diz que é "altamente provável" que Ucrânia tenha plantado explosivos perto de gasoduto com destino à Hungria
Índice japonês Nikkei sobe com foco em um possível acordo no Oriente Médio
Orçamento de Trump propõe corte de 10% em gastos discricionários e aumento nos gastos com defesa