Privatização da Eletrobras é ato jurídico perfeito, diz CEO
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SÃO PAULO (Reuters) - O diretor-presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Júnior, reafirmou nesta sexta-feira sua visão de que qualquer reversão dos termos da privatização da companhia é "improvável", uma vez que se trata de um ato perfeito do ponto de vista jurídico.
O executivo foi questionado sobre o tema durante teleconferência de resultados após surgirem notícias de que a Advocacia-Geral da União teria pronta uma ação direta de inconstitucionalidade para questionar a privatização junto ao Supremo Tribunal Federal.
Ferreira Júnior disse que reconhece o direito do governo e de outros de questionar o processo, mas lembrou que já existem quatro ações de inconstitucionalidade sobre a privatização, e que em nenhuma foi concedida decisão desfavorável à empresa.
O CEO disse ainda que a Eletrobras está à disposição para esclarecer dúvidas sobre o modelo de privatização que, segundo ele, pode gerar questionamento por não ter sido uma desestatização "tradicional", com venda de ações pelo governo, mas sim uma capitalização com diluição da participação da União.
(Por Letícia Fucuchima)
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