Soja sobe levemente em Chicago nesta 3ª feira, mesmo com melhora das lavouras dos EUA
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O mercado da soja volta a subir na Bolsa de Chicago na manhã desta terça-feira (18), depois de ter iniciado os negócios deste pregão em campo negativo, respondendo à melhora das condições das lavouras americanas divulgada pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Assim, perto de 6h15 (horário de Brasília), as cotações subiam de 6,25 a 7,50 pontos, levando o setembro a US$ 14,13 e o novembro a US$ 13,84 por bushel.
O índice de campos em boas ou excelentes condições nos EUA subiu de 5q% para 55% na última semana, até este domingo (16). O mercado, porém, esperava uma melhora para 53%. No ano passado eram 61%.
Embora a melhora tenha vindo acima do esperado, o índice ainda se mostra aquém do ano passado, neste mesmo período, o que ajuda no suporte às cotações. Assim, as preocupações com o clima no Meio-Oeste americano seguem monitoradas com frequência pelos traders.
Os próximos dias deverão ser, de acordo com os últimos mapas, de poucas chuvas e temperaturas mais elevadas, outro fator que dá sustentação às cotações. As expectativas agora são pelo novo boletim mensal de oferta e demanda, de agosto, do USDA, de que a produtividade americana seja corrigida para baixo.
Ainda nesta terça-feira sobem mais de 1% os futuros do farelo, os quais contribuem para os leves ganhos do grão.
Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:
1 comentário
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Giovani SÃO SEPÉ - RS
Melhora logo após a russia suspender a participação do acordo do mar negro, não acredito, essa noticia é só para manter os preços baixos.
Giovane, o acordo do mar negro diz respeito a TRIGO, nao tem nada a ver com a SOJA nada nadinha
Verdade Sr. Carlo, mas por tabela atinge outros grãos também, principalmente o Milho e demais Cereais...
A baixa do milho está intrinsecamente ligada a safra dos EUA, além de uma recente lei do Biden restringindo a mistura de bioconbustiveis
A produção mundial de milho e de 1220 milhões de toneladas, da Ucraina é de 25 milhões, então usam esses argumentos só para o comerciante enganar o agricultor