Cotações no mercado de suínos perdem força nesta quinta-feira (20)
![]()
Nesta quinta-feira (20) o mercado de suínos registrou cotações em queda ou estáveis, após altas generosas vistas há alguns dias. De acordo com análise do Cepea/Esalq, a proteína vem registrando valorizações sutis desde o encerramento de junho, ganhando força no início do mês, quando tradicionalmente a demanda se aquece, devido ao recebimento de salários.
"Com relação à competitividade, o preço médio da carne bovina também está avançando, enquanto o da carne de frango vem registrando queda nesta parcial de julho. Nesse cenário, a proteína suinícola perdeu competitividade frente às concorrentes", completa a análise.
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 126,00/R$ 128,00, enquanto a carcaça especial cedeu 1,05%/1,01%, custando R$ 9,40/kg/R$ 9,80/kg.
Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quarta-feira (19), houve tímida alta de 0,15% em São Paulo, chegando a R$ 6,83/kg, e recuo de 0,81%, atingindo R$ 6,09/kg. Ficaram estáveis os preços em Minas Gerais (R$ 6,96/kg), Paraná (R$ 6,42/kg) e em Santa Catarina (R$ 6,23/kg).
As principais praças que comercializam suínos de forma independente, e que realizaram a Bolsa de Suínos nesta quinta-feira (20), registraram preços em queda para o animal vivo. A exceção foi o Paraná, que fechou a semana com leve alta. Lideranças do setor destacam uma oferta mais elevada do que a demanda, mesmo que as exportações tenham mostrado bom ritmo.
0 comentário
Avicultura mantém equilíbrio em 2025, mas já enfrenta novos desafios em 2026
Suinocultura da Ucrânia enfrenta custo bilionário para atender normas da União Europeia
Aumento de ovos com poeira acende alerta na avicultura do Reino Unido
Comercialização de carne suína dos EUA com estabilidade, segundo Rabobank
Influenza Aviária avança em Indiana e amplia perdas na avicultura dos EUA
Réplicas virtuais permitem simular decisões e reduzir riscos na produção de frangos de corte