Mais países apoiam reforço ao FMI sem mudança de participação acionária; Brasil discorda
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MARRAKESH, Marrocos (Reuters) - Aumentou o apoio nesta quarta-feira ao pedido apoiado pelos EUA para aumentar os recursos de empréstimo de cotas do Fundo Monetário Internacional sem mudanças na participação acionária, de acordo com declarações de vários países emitidas na reunião anual do FMI no Marrocos.
Reino Unido, Gana, Suíça, Finlândia e Bélgica disseram, em comunicados ao comitê diretor do FMI, que apoiam um aumento igualitário, segundo o qual os países contribuiriam com dinheiro proporcionalmente à sua participação atual no FMI.
O ministro da Fazenda do Brasil, Fernando Haddad, que tem pressionado por um aumento da participação acionária para o próprio país, para a China e para outros mercados emergentes de rápido crescimento, disse em um comunicado que o Brasil apoiaria esse aumento de cota se ele fosse associado a um aumento de cota "ad-hoc" para os membros do FMI mais "flagrantemente sub-representados".
"A não realização de quaisquer progressos no sentido do realinhamento das cotas e de uma governança mais representativa do FMI abriria um precedente perigoso e enviaria um sinal muito negativo sobre o compromisso dos membros em reforçar o multilateralismo", declarou Haddad.
(Reportagem de David Lawder; reportagem adicional de Bernardo Caram, em Brasília)
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