Preços futuros do milho trabalham com desvalorizações nesta 5ª feira na B3
![]()
Os contratos futuros do milho iniciaram a sessão com desvalorizações na Bolsa Brasileira (B3) na sessão desta quinta-feira (04). As principais cotações trabalhavam com valores na faixa entre R$ 56,09 a R$65,80 por volta das 09h28 (horário de Brasília).
O vencimento julho/24 era cotado a R$ 56,09 com desvalorização de 0,97%, o setembro/24 valia R$ 57,99 com queda de 1,02% e o contrato novembro/24 teve baixa de 0,74% e cotado em R$ 61,94. Já o contrato Janeiro/25 teve baixa de 0,53% e está precificado em R$ 65,80 por saca.
Segundo a consultoria Agrifatto, a saca do milho em Campinas/SP recua para R$56,50 com a queda do dólar e pressão de oferta. “Desvalorizações superiores a 1% foram registradas para os futuros de milho durante a última quarta-feira na B3, reagindo ao movimento de baixa tanto dos futuros da commodity em Chicago quanto do dólar em relação ao real”, informou a consultoria.
Em função do feriado de Independência dos Estados Unidos, que é comemorado nesta quinta-feira (04), as bolsas de Chicago e Nova York estão fechadas para negociações na sessão e devem retomar os negócios nesta sexta-feira.
Na sessão anterior, os futuros de milho seguiram pressionados para baixo ao longo da última quarta-feira na Bolsa de Chicago, refletindo o contexto de elevada oferta do cereal nos EUA e no mundo. “Além de acompanhar o movimento negativo do trigo na CBOT. O futuro de milho para setembro/24 (CU24) desvalorizou 0,61% e finalizou a sessão diurna de 03/07 cotado a US$ 4,06/bu”, destacou a Agrifatto.
0 comentário
Milho: Mercado no Brasil tem semana de firmeza nos últimos dias, mas ainda pode sentir pressão no 1º semestre
Milho: Mercado brasileiro deverá trazer melhores oportunidades de comercialização no 2º semestre
Milho sobe na B3 mais uma vez nesta 5ª feira, acompanhando Chicago e o dólar
Milho Paulista: Valor da Produção Agropecuária cresce 26% em 2025
Futuros do milho acompanham a soja e registram elevações em Chicago nesta quinta-feira
Brasil avança no mercado global de DDG/DDGS e registra 879 mil toneladas exportadas em 2025