Regulamentação da reforma tributária dá mais um passo no Senado com definição de relator
![]()
Por Maria Carolina Marcello
BRASÍLIA (Reuters) - O primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária sobre o consumo avançou mais uma casa no Senado e teve seu relator, o senador Eduardo Braga (MDB-AM), oficialmente designado nesta terça-feira, passado o primeiro turno das eleições municipais.
Com a formalização de um relator, o projeto que aguarda deliberação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado poderá agora avançar na sua tramitação, ter um parecer e ser votado na comissão.
A expectativa era que passada a primeira fase das eleições, senadores se debruçassem sobre a proposta. Mas ainda não há uma estimativa de prazo para sua votação. Segundo assessoria do relator, ele deve apresentar um plano de trabalho na quarta-feira da próxima semana.
"Temos um calendário para que a gente possa concluir ainda este ano (a votação), mas é um calendário apertado, arrojado, difícil, mas temos o compromisso de fazê-lo", disse Braga em nota divulgada por sua assessoria.
A regulamentação do eixo central da reforma tributária sobre o consumo foi aprovada pela Câmara dos Deputados em julho, incluindo uma trava para a alíquota do futuro imposto simplificado e a adição de proteínas animais à lista de itens da cesta básica isentos de tributação. O projeto institui o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo (IS).
Em entrevistas, Braga já chegou a sinalizar que "a conta não fecha" ao comentar a trava do jeito que está no texto enviado pela Câmara.
1 comentário
Ibovespa fecha em queda com Brava capitaneando perdas; Usiminas sobe
Dólar tem variação discreta, mas fecha abaixo dos R$5,00 com otimismo sobre guerra
Taxas dos DIs caem com esperanças renovadas de acordo entre EUA e Irã
Motta sobre o fim da escala 6x1: "Foco é a redução da jornada sem redução salarial"
Justiça da Argentina ordena apreensão dos bens da ex-presidente Kirchner
Importação de gasolina pelo Brasil deve mais que dobrar em abril ante 2025, aponta Datagro
Henrique Afonso Schmitt blumenau - SC
Pelo amor de Deus, não tirem do eleitor brasileiro o direito de escolher o administrador de suas finanças no município e no estado. NÃO APROVEM O CONSELHO GESTOR!!! ISTO É ANTIDEMOCRÁTICO E PERNICIOSO PARA A FEDERAÇÃO E, PRINCIPALMENTE PARA O CONTRIBUINTE/ELEITOR!