Botulismo é causa da morte de animais em fazendas de Garanhuns/PE
Publicado em 05/08/2009 12:33
Foi divulgado o resultado dos exames feitos em animais mortos em fazendas de Garanhuns, Pernambuco. Há dois anos, os criadores lutam para descobrir o que está afetando o gado da região.
De posse dos primeiros resultados o coordenador da clínica de bovinos da Universidade Federal Rural de Pernambuco, José Augusto Bastos, afirmou que o botulismo pode ser a principal causa das mortes do rebanho de Garanhuns.
“É uma toxi-infecção que acomete animais e que causa esse quadro clínico de morte súbita no qual o índice de cura praticamente não existe”, explicou Bastos.
O exame foi feito em sete animais. Em cinco foi necessário um exame confirmatório. Desse total, dois morreram pelo mal da vaca caída, outro nome dado ao botulismo, uma doença causada pela bactéria clostridium botulinum. A bactéria libera uma toxina que o organismo animal absorve. As patas dos bois ficam paralisadas e eles não conseguem se levantar.
De acordo com os pesquisadores da clínica de bovinos, uma das causas da doença foi a ingestão de carcaças de animais que não são enterrados nas propriedades.
“Nós vimos em algumas propriedades a presença de material orgânico em decomposição no qual os animais têm acesso, como restos de carcaças espalhadas no campo e o uso de cama de frango, ou seja, a ingestão de cama de frango que esteja com grau de contaminação. Esses são fatores extremamente de risco para que essa doença aconteça”, esclareceu Bastos.
De acordo com o consultor do Globo Rural, o veterinário Enrico Ortolani, a melhor prevenção contra o botulismo é vacinar o rebanho que corre risco da doença. Outro fator importante é evitar o uso da cama de frango para alimentar o gado, o que é, inclusive, proibido pelo Ministério da Agricultura.
De posse dos primeiros resultados o coordenador da clínica de bovinos da Universidade Federal Rural de Pernambuco, José Augusto Bastos, afirmou que o botulismo pode ser a principal causa das mortes do rebanho de Garanhuns.
“É uma toxi-infecção que acomete animais e que causa esse quadro clínico de morte súbita no qual o índice de cura praticamente não existe”, explicou Bastos.
O exame foi feito em sete animais. Em cinco foi necessário um exame confirmatório. Desse total, dois morreram pelo mal da vaca caída, outro nome dado ao botulismo, uma doença causada pela bactéria clostridium botulinum. A bactéria libera uma toxina que o organismo animal absorve. As patas dos bois ficam paralisadas e eles não conseguem se levantar.
De acordo com os pesquisadores da clínica de bovinos, uma das causas da doença foi a ingestão de carcaças de animais que não são enterrados nas propriedades.
“Nós vimos em algumas propriedades a presença de material orgânico em decomposição no qual os animais têm acesso, como restos de carcaças espalhadas no campo e o uso de cama de frango, ou seja, a ingestão de cama de frango que esteja com grau de contaminação. Esses são fatores extremamente de risco para que essa doença aconteça”, esclareceu Bastos.
De acordo com o consultor do Globo Rural, o veterinário Enrico Ortolani, a melhor prevenção contra o botulismo é vacinar o rebanho que corre risco da doença. Outro fator importante é evitar o uso da cama de frango para alimentar o gado, o que é, inclusive, proibido pelo Ministério da Agricultura.
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Fonte:
Globo Rural
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